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Hikkaduwa

Narigama Beach em Hikkaduwa

Hikkaduwa situada na costa sudoeste do Sri Lanka tornou-se popular pelas ondas que proporcionam condições para o surf, apresentando-se como uma alternativa mais económica e mais popular entre os backpackers do que outras praias como Bentota onde dominam os resorts e atraem muito mais gente… mas como tudo muda, Hikkaduwa também mudou e também se tornou popular passando a fazer parte do itinerários dos “pacotes” de férias, fazendo nascer hotéis e resorts, deixando se ser uma pacata vila de pescadores para passar a ser agitada e turística.

Como consequência as praias mais a sul, foram-se tornando mais populares, e também elas anteriormente vivendo da pesca passaram a conviver com o turismo.

Hikkaduwa beach
Hikkaduwa beach

Assim a paragem para experimentar as famosas praias do Sri Lanka foi em Narigama Beach, a uns escassos 5 quilómetros de Hikkaduwa, para quem segue em direção a sul pela infernal estrada nacional que liga Colombo a Galle (conhecida por Galle Road). De facto é difícil dizer quando acaba uma povoação e começa outra pois ao longo da estrada nacional, de intenso e veloz trânsito, alinham-se pela berma casas e mais casas, restaurantes, lojas, guest houses, hotéis, mercearias, agências de viagens, lojas de souvenires, etc… num sucessão interminável que pouco deixa ver da densa mancha verde de coqueiros que caracteriza a paisagem tropical desta zona do Sri Lanka.

Enquanto Hikkaduwa continua a atrair sufistas, que também entretanto foram descobrindo novos spots ainda mais a sul ao longo desta costa, Narigama Beach atrai mais casais e turistas mais velhos, dominado russos e alemães, que fugindo do reboliço de restaurantes e bares que animam a praia, procuram o sossego de uma praia quase vazia.

Sri Lanka_Narigama beach_DSC_6988
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle, onde mesmo com a sinalização gráfica e com o texto em várias línguas, muita gente se passeia pela berma da estrada nacional em fato de banho, desrespeitando as tradições Cingalesas

O Sri Lanka anuncia-se como um dos destinos com praias paradisíacas mas a sua posição geográfica de ilha no Oceano Índico entre o Mar Arábico e o Golfo de Bengala origina correntes fortes e poderosas ondas. Aqui, o mar tem a fama de ser perigoso, e num curto mergulho verifica-se que de facto é pouco seguro, com correntes muitos fortes e ondas cruzadas o que torna os banhos animados mas ao mesmo tempo arriscados. Para compensar a temperatura do mar é perfeita: quente mas não morna.

A praia de Narigama estende-se numa extensão de 3 quilómetros em direção a sul, num largo e contínuo areal, que à medida que se caminha vai tendo menor ocupação humana, ou seja menos hotéis e menos casas, uma vez que em termos de turistas estas praias não se podem considerar cheias.

Este extenso areal proporciona agradáveis caminhadas ao fim do dia, altura em que o sol abranda de intensidade escondendo-se por trás de um manto de nuvens ainda antes de atingir a linha do horizonte. É nesta altura do dia que o céu ganha cores fantásticas, em contraponto com o amanhecer, brilhante e subtil, o pôr do sol deixa um rasto surreal em que a natureza adquire cores que lhe são estranhas, mas que cria instantes de estranha atmosfera.

Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach

Onde dormir em Narigama Beach:

Ao longo da estrada nacional, assim como mais junto ao areal e também um pouco para o interior (com o inconveniente de ter que se atravessar a estrada nacional para chegar à praia) encontram-se dezenas de alojamentos, desde resorts, hotéis, boutique hotels, guest houses e muitas casas que alugam quartos. Os preços variam muito, mas consegue-se um quarto por 1000 LKR, caso se opte por uma guest house (ou homestay) podendo os preços ser negociados em época baixa ou caso se pretenda ficar por longo períodos de tempo.

Junto à praia ficam os alojamentos mais caros, mas caminhando e perguntando aos habitantes locais acaba-se por encontrar locais mais modestos e discretos que proporcionam boas condições a preços razoáveis.

O Hector’s Place é um desses locais, que agrupa um conjunto de pequenos casas/quartos, de diversos tipos e dimensões.O local é sossegado, a distância suficiente da estrada para não se ouvir o barulho automóvel, e a menos de 100 metros do mar, o que proporciona um constante fundo sonora proporcionada pela forte rebentação das ondas.

Um quarto duplo, com sala, varanda e casa de banho ficou em 2000 LKR.

Para quem circula a estrada nacional a entrada para o Hector’s Place localiza-se logo a seguir ao Ranmal Beach Hotel, para quem caminha no sentido de Hikkaduwa para Galle.Para quem caminha pela estrada o local não é fácil de encontrar pois não está identificado, mas caminhado pela areia encontra-se uma discreta placa “rooms available” perto de um dos postos de observação tipo “nadador-salvador” que funcionam num misto de actividade comercial vendendo roupa e côco ao mesmo tempo que parecem vigiar quem se banha no mar.

Narigama Beach
Narigama Beach just in front Hector’s Place a few steps from the sea
Hector’s Place . Narigama Beach
Hector’s Place. Narigama Beach
Hector’s Place . Narigama Beach
Room at Hector’s Place. Narigama Beach

 

Onde comer em Narigama Beach:

Encontrar comida local a preços razoáveis não é tarefa fácil nestas paragens, com o preço da comida extremamente inflacionado, onde um por um rice and curry se chega a cobrar 500 LKR em vez do habituais 150 LKR.

A maioria dos restaurantes oferece um misto de comida local com comida internacional, onde sobressai o peixe e o marisco.

Ao longo da estrada que liga Hikkaduwa a Narigama encontram-se muitos restaurantes, mas só depois de uma busca exaustiva se conseguiu encontrar um local que servisse rice and curry por 200 LKR… mais barato só apanhando o autocarro e indo à povoação de HikKaduwa. O local é popular entre a população local que desde cedo começa a aqui afluir para levar uma refeição em sistema de take-away, o que faz com que por volta das duas da tarde já não haja mais comida. O arroz, em vez do habitual arroz-branco é o chamado red-rice, um pouco mais saboroso, mas o destaque vai para os caris, que variaram todos os dias, por vezes usando o jack-fruit e as suas sementes como ingrediente, outras abóbora mas sempre acompanhado pelo tradicional sambol, um condimento picante à base de côco fresco ralado. O local não tem nome nem nenhuma indicação em inglês e passa facilmente despercebido. A comida é deliciosa e picante, como manda a tradição Cingalesa.

Rice and curry restaurant
Rice and curry restaurant… onde nenhum sinal identifica que aqui se serve um dos melhores “rice and curry” da zona, com um preço aceitável e servido em ambiente familiar
Rice and curry
Rice and curry, servido num anónimo e discreto restaurante de “beira-de-estrada” mas que é popular entre a população local que rapidamente esgota a comida

 

O restaurante No Name, situado também à beira da estrada serve kotu em generosas e apetitosas doses, assim como rotis nas variantes vegetariana, com carne, peixe ou com banana e chocolate, uma variação ao gosto ocidental.

De facto a refeição mais fácil e mais barata é sem duvida os rotis e os kotus, que são mais populares como jantar, enchendo os vários restaurantes que se especializam neste tipo de comida; todos situados ao longo da estrada nacional e sofrendo do mesmo problema que é o desconforto causado pela constante passagem de camiões, autocarros, carros, motas e tuk-tuks quase sempre a excessiva velocidade, a somar aos desconforto causado pelo constante buzinar.

Mas a vila de Hikkaduwa continua a ser o “centro” da actividade com estação de comboios, terminal de autocarros, bancos e comércio local, sendo uma boa opção para encontrar refeições a preços razoáveis, assim como o mercado de fruta e legumes. E é sem dúvida o local certo para apreciadores dos tradicionais snacks Cingaleses, à base de fritos, recheados de deliciosos e extremamente picantes caris.

snack stall. Hikkaduwa
snack stall @ Hikkaduwa

Junto ao terminal de autocarros a milk bar vende o tradicional curd, um iogurte mais espesso e com mais gordura do que o que estamos habituados, e que vem em potes de barro. O preço está afixado para que não haja duvidas e o “pote” mais pequeno, de meio quilo custa 150 LKR.

Milk Bar. Hikkaduwa
Milk Bar. Hikkaduwa
Curd from buffalo milk. Hikkaduwa
Curd from buffalo milk. Hikkaduwa

Como chegar a Hikkaduwa:

Hikkaduwa pode ser alcançada tanto de comboio como de autocarro, havendo ligações directas com a cidade de Colombo. Vindo de sul, existem também autocarros e comboios desde Matara e Galle.

A viagem de comboio de Colombo-Fort até Hikkaduwa demora 3 horas e o percurso é feito sempre junto à costa pelo que é preferível escolher um lugar do lado direito da composição. Saindo da estação de comboios de Hikkaduwa encontra-se um pequeno terminal de autocarros com destino a Matara, Mirissa, Galle parando nas pequenas povoações intermédias.

Hikkaduwa Bus Terminal
Hikkaduwa Bus Terminal

Como ir de Narigama para Hikkaduwa:

A melhor opção é usar um dos muitos autocarros que constantemente passam na estrada nacional com destino a Hikkaduwa e a outras povoações mais a norte.

Existe também uma estação de comboios que fica mais perto da praia de Narigama: Thiranagama. Mas dada a pouca frequência dos comboios a melhor opção é usar o autocarro cuja elevada frequência num faz esperar os passageiros mais do que 5 minutos na paragem.

A viagem de Narigama para Hikkaduwa demora 10 minutos e custa 8 LKR.

 

Como ir de Narigama para Galle:

De Narigama para Galle como para Hikkaduwa a frequência dos autocarros é elevada, nunca se esperando mais do que 5 minutos.

Encontrar uma paragem pode ser uma tarefa um pouco mais difícil, pois nem sempre existe um abrigo ou placa que identifique o local onde os autocarros param, no entanto, basta seguir as marcações no chão a amarelo, em que o local de paragem está definido como um rectângulo.

A viagem de Narigama para Galle demora 30 minutos e custa 35 LKR.

Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama

Da montanha para a praia… de Kandy para Hikkaduwa de comboio

Ir de comboio de Kandy para as planícies junto à costa de Hikkaduwa revelou-se uma epopeia que durou mais de 9 horas para percorrer os 250 quilómetros que separam os dois locais e implicou apanhar três comboios e fazer dois curtos percursos de autocarro.

Kandy fica no chamado “Hill Country” região montanhosa, de florestas e plantações de chá que domina o centro-sul do país. À volta, seja em que direcção for, estendem-se as planícies de clima tropical que terminam no mar.

Mas dada a orografia do país, a pouco eficaz rede viária e a estrutura do sistema de exploração de transportes, para ir de Kandy para as praias situadas na costa sudoeste é inevitável ir a Colombo, seja para mudar de comboio ou para mudar de bus.

Apesar de parecer pouco organizado e de ser muito lento os autocarros são um bom meio de transporte no Sri Lanka, com serviços cobrindo todo o território com elevada frequência, não sendo necessário esperar mais do 15 minutos cada vez que se tem que mudar de autocarro num terminal de bus, que estão sempre localizados no centro das cidades. O inconveniente dos autocarros é que não existem serviços expresso, pelo que as viagens se tornam longas e cansativas com múltiplas paragens para recolher passageiros e que não se limitam somente aos locais de paragem “oficiais” mas que ocorrem em qualquer sitio onde esteja alguém à espera de autocarros. Os autocarros da companhia estatal (SLBT identificável pela côr vermelha dos autocarros) não têm este problema, mas também não oferecem ligações “expresso” entre as principais cidades.

As estradas que ligam as principais cidades encontram-se em bom estado, mas tendo somente duas faixas de rodagem mostram-se a maior parte das vezes insuficientes para o tráfego existente, dominado essencialmente por autocarros, camiões motas e tuk-tuks, que se ultrapassam em arriscadas manobras, com acelerações e travagens constantes que tornam qualquer viagem cansativa e desconfortável.

As estradas mais movimentadas, como por exemplo Colombo para Kandy encontram-se ladeadas de ambos os lados por habitações, edifícios e comércio o que faz com que ao longo da estrada haja um constante movimento de pessoas e veículos que amiúde ocupa a estrada, tornado ainda mais complicado o fluir do trânsito, e tornando as viagens mais longas.

O comboio é uma verdadeira relíquia deixada pelo colonialismo britânico e mantida quase intacta, com somente algumas carruagens mais recentes “made in china”. As estações, os painéis informativos, os bilhetes e acima de tudo o sistema de exploração totalmente arcaico onde todas as linhas irradiam de Colombo, com os comboios a iniciarem e terminarem o serviço na capital, sendo sempre necessário mudar para outro comboio caso se queira seguir noutra direção. Mantendo a mesma filosofia também não há desdobramentos de linhas ou seja, mesmo havendo um troço com muita procura não faz com que haja mais comboios a fazer esse serviço. O mesmo se aplica a fins-de-semana e feriados, em que o numero de passageiros aumenta com as deslocações para visitar familiares ou locais religiosos, sem que haja mais comboios, fazem com que os comboios andem quase sempre sobrelotados na 2ª e 3ª classe.

Comprar bilhetes para as carruagens de 1ª classe, as únicas com lugares reservados têm que ser feito com mais de um mês de antecedência o que empurra os turistas para as agências de viagens que os reservam com antecedência cobrando elevadas comissões. Ou seja para quem não vai num tour organizado não tem hipótese de ter um lugar reservado nos comboios do Sri Lanka, restando competir por um lugar ou muitas das vezes lutar para conseguir entrar no comboio.

Contudo o preço de um bilhete de comboio é extremamente barato, com uma viagem de 250 km fica em 600 LKR (aproximadamente 3.7€) e com o comboio a fazer percursos mais interessantes do que os autocarros, em especial nas zonas montanhosas.

 

3rd Class train. Sri Lanka
3rd Class train. Sri Lanka
Train departure time @ Galle Train Station
Train departure time @ Galle Train Station
Hatton Train Station
Hatton Train Station
Train Schedule @ Galle Train Station
Train Schedule @ Galle Train Station
Haputale Train Station Staff
Haputale Train Station Staff
Sri Lanka_Train ticket_DSC_7084
Sri Lanka Train ticket

Como ir de Kandy para Colombo de comboio:

A estação de comboios de Kandy está confortavelmente localizada no centro da cidade e pode ser alcançada a pé ou recorrendo aos autocarros locais que passam com grande frequência nas ruas principais da cidade. Não existem indicações ou abrigos que indiquem onde se localizam as paragens de autocarros, pelo que o melhor é perguntar à população local, ou simplesmente estender o braço quando se avista um autocarro e simplesmente perguntar “train station?”.

Para quem está alojado na encosta sul do lago ao longo da Saranankara Road, basta descer até à estrada principal junto ao lago e espera por um dos muitos autocarros que aí passam. O bilhete custa 8 LKR, e o autocarro pára a curta distância da estação de comboios. A alternativa são os tuk-tuk, mas que não cobram menos do que 100 LKR.

Os bilhetes para 2ª e 3ª classe começam a ser vendido uma hora antes do inicio da viagem. Os primeiros comboios da manhã têm sempre mais procura dos que iniciam o percurso mais tarde, pelo que é melhor estar preparado para enfrentar um grande fila na bilheteira.

Como não há lugares reservados é conveniente chegar cedo para arranjar lugar sentado, caso o comboio tenha inicio na estação de Kandy, caso contrário o mais provável é fazer parte da viagem de pé.

A viagem entre Kandy e Colombo é bastante agradável, com grande parte do percurso entre zonas montanhosas repletas de verde, com vistas soberbas sobre vales e os picos mais elevados, caso se consiga um lugar junto à janela, do lado esquerdo, que quem viaja no sentido de Colombo.

A estação de Kandy é pequena, de fácil orientação e sem movimento significativo.

De Kandy para Colombo o comboio demora perto de 4 horas, chegando um pouco depois da hora prevista.

Train ticket: 600 LKR (inclui a viagem de Kandy até Colombo Fort e de Colombo Fort to Hikkaduwa)

 

Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo

Como ir de Colombo para Hikkaduwa de comboio:

Chegando a Colombo Fort, a principal estação de comboios da capital é necessário descobrir onde pára o comboio com destino a Matara, que passa em Hikkaduwa, e dado que não existe sinalização adequada e é difícil localizar funcionários, não resta outra hipótese do que perguntar aos outros passageiros, que tudo fazem para ajudar.

Como o primeiro comboio que chegou com destino a Matara estava completamente cheio, o que é frequente nos fins-de semana, a solução foi confiar na ajuda de um dos passageiros que tinha o mesmo destino: apanhar um comboio no sentido contrário até à estação de origem do comboio com destino a Matara, Maradana Station, situada a uns 10 minutos. Aí foi esperar pelo próximo comboio que passasse em Hikkaduwa.

A viagem é bastante agradável com a linha a fazer a maioria do percurso ao longo da costa com vista para o mar.

Chegando a Hikkaduwa, saindo da estação encontra-se do outo lado da rua um pequeno terminal de autocarros. Para ir para as praias de Narigama ou Trianagama, um pouco mais a sul da movimentada Hikkaduwa, basta apanhar um dos autocarros que passam na estrada principal junto ao terminal com destino a Galle.

Bus ticket Hikkaduwa-Narigama: 8 LKR

Colombo-fort Train Station. Sri Lanka
Colombo-fort Train Station. Sri Lanka
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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