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Stepping Out Of Babylon

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Tailândia: epílogo

O que fica de três meses passados na Tailândia… ficam sem duvida o colorido das vestes dos monges que marcam de açafrão a memória visual da paisagem urbana, ficam os templos ricamente decorados e impecavelmente limpos, onde a imagem de Buda é respeitosamente venerada.

Sempre presente é também o Rei Bhumibol, cuja figura, muitas vezes acompanhado da rainha se encontra em todos os edifícios oficiais, habitações, lojas, assim como pelas ruas das cidades e estradas do país, com o seu retrato em várias fases da sua vida, emoldurado por dourados e rodeados de flores e bandeiras amarelas.

O respeito é algo que marca a sociedade e a cultura tailandesas, e que é evidente na forma como os habitantes e comportam e se relacionam entre si, sem discussões ou tons de voz elevados, sem encontrões, não deitando lixo para o chão, mesmo escasseando o número de caixotes de lixo nas cidades, não enganando com os trocos, respeitando filas e a ordem nas entradas e saídas dos transportes públicos. De todo o grupo há que excluir obviamente os taxistas que aqui, como em todo o lado, tentam sempre aproveitar-se dos estrangeiros.

Outra ideia que ficou foi a de um país rico e de abundância, que apesar de ter pobreza, mais evidente nos meios rurais, se encontra bastante desenvolvido, bem organizado, limpo, um elevado nível de educação, capaz de produzir comida em quantidade suficiente para alimentar a sua população de 64 milhões e habitantes e de ser o maior exportador de arroz do mundo, proeza possível com o favorável clima e pela abundância de água que permite obter várias colheitas por ano e onde fruta como a banana, papaia e manga cresce um pouco por todo o lado.

Fica a memória de um país verde, onde a selva ainda resiste à pressão demográfica humana em busca de espaço para viver e de terreno para cultivar; ficam as praias de calmas e tépidas águas que proporcionam claros tons de azul que contrastam com o verdes das palmeiras.

Ficam também os mercados com o seu vibrante movimento e os seus exóticos produtos de utilização indecifrável, e a grande variedade oferecida, onde domina a carne, mas onde se pode encontrar uma grande variedade de legumes, e onde a colorida e exótica fruta se torna uma tentação.

E de facto, o mais saudades deixa é a deliciosa comida tailandesa, com os seus aromáticos caris à base de leite de côco, as fumegantes sopas de noodles, as picantes saladas de papaia-verde, as massas e vegetais salteados, os rottes de banana, o sticky-rice… tudo preparado no local em pouco mais do que um minuto, e que pode sempre ser embalado para ser consumido enquanto se percorrem as ruas e se assiste ao desenrolar do movimentado quotidiano tailandês.

Norte da Tailândia, na ultima viagem de comboio entre Bangkok e Chiang Mai, antes de rumar definitivamente em direcção à fronteira com o Laos
Norte da Tailândia, na ultima viagem de comboio entre Bangkok e Chiang Mai, antes de rumar definitivamente em direcção à fronteira com o Laos
Goodbye Thailand.... "kóbum káa"
Goodbye Thailand…. “kóbum káa”

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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