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Stepping Out Of Babylon

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Kuching, a capital de Sarawak

O estado sul do Borneu Malaio é Sarawak, sendo conhecido pela presença cultural do maior grupo étnico de Sarawak, os Iban, famosos pelas suas longhouses, uma espécie de casa comum a várias famílias e centro de toda a actividade de uma comunidade, mas que actualmente servem quase exclusivamente para fins turísticos.

Mas a cidade de Kuching agradavelmente situada junto ao rio, é um ponto de confluência de várias culturas, encontrando-se uma forte presença colonial britânica visível em alguns edifícios que são marcos na cidade pela sua brancura e arquitectura imponente, e pela religião onde o cristianismo tem forte presença contrastando com o resto do país de forte influência muçulmana. Ao longo do Main Bazar alinham-se as shophouses, edifícios destinados ao comércio, com o primeiro piso reservado para habitação, típicas da comunidade chinesa que aqui reside à muitas gerações mantendo contudo a sua cultura muito presente. Não muito longe encontra-se a Little India (Jalang India), onde ao longo de uma rua se concentram várias lojas, muitas com produtos indianos, tanto de mercearia como de roupas e tecidos. Pelo meio algumas lojas vendendo camisas e tecidos com os padrões tradicionais da Indonésia.

Mas ao longo do Main Bazaar é possível encontrar à venda muitos dos artigos tradicionais da cultura Iban, em particular trabalhos em madeira, cestos e tecelagem com os padrões geométricos típicos deste grupo étnico, cuja cultura está a ser rapidamente substituída pela cultura malaia.

Kuching significa “gato” e por todo o lado existem referencias a estes animais, seja em esculturas ou street-art… mas não se encontram muitos felinos pelas redondezas…

Kuching
Kuching

 

Kuching_DSC_4805
Governors House. Kuching

 

Kuching
National Museum. Kuching
Kuching_DSC_4854
Kuching
Kuching
Kuching

 

Kuching
Kuching
Kuching
Kuching

 

Kuching
Kuching

 

Kuching
Chinatown (Carpenter Street). Kuching

 

Chinese Temple. Kuching
Chinese Temple. Kuching
Kuching_DSC_5426
Iban Indigenous art. Kuching

Sarawak to sarawakians

A terceira maior ilha do mundo, e está dividida por três países: Malásia, Indonésia (que detém 73% do território) e Brunei (com 1% do território).

Pela longa história deste território que é hoje a Malásia, passaram Portugueses, Holandeses, e Ingleses; com a segunda guerra mundial vieram as tropas Japonesas e somente em 1963 a Malásia se tornou independente, agrupando os Malásia, Sarawak e Sabah, incluindo também Singapura, que dois anos mais tarde foi excluída deste território tornando-se autónoma.

Durante a presença Britânica, em particular na primeira metade do século XX foi fortemente incentivada a vinda de imigrantes da China e da Índia, o que em pouco tempo duplicou a população no território.

Actualmente dos 30 milhões de habitantes da Malásia, 50% são Malaios, 23% são Chineses, 12% indígenas, 7% Indianos e os restantes 8% são residentes mas não detêm cidadania, sendo comum a presença de imigrantes Indonésios.

Apesar da aparente harmonia e tolerância que se vive entre os diferentes grupos étnicos, onde apesar do país considerar como religião oficial o Islão aceita a prática de outras cultos, na realidade existe uma descriminação entre os Malaios que detêm o poder e os cargos mais importantes na administração do país, e os restantes grupos étnicos.

No Bornéu, particularmente em Sarawak, onde dominam é evidente um desejo de autonomia ou de independência em relação à Malásia, pois os diferentes grupos étnicos todos agrupados sob a designação de Dayaks não se consideram reconhecidos como cidadão de pleno direito em relação ao maior grupo étnico, os malaios.

Os Iban são o maior grupo indígena na região de Sarawak e luta por manter a sua cultura, mas actualmente já poucos falam a língua nativa que não é ensinada nas escolas, ficando a cultura indígena praticamente reservada a festivais. Com a presença inglesa também as práticas animistas que dominavam a espiritualidade destes povos foi substituída pelo cristianismo.

Malaysia flag on the left and Sarawak flag on the right
Malaysia flag on the left and Sarawak flag on the right

 

Chinatown. Kuching
Kuching

Alojamento:

Kuching oferece muitas opções em termos de alojamento e com boas opções para backpackers, onde não é difícil encontrar hostel com dormitórios.

A escolha foi para Nomad Backpackers:

First floor, 3 Jalan Green Hill T082/237062

www.borneobnb.com

Quatro duplo com casa-de-banho: 65 RM (pequeno-almoço incluído, free wi-fi)

 

Nomad Backpackers. Kuching
Nomad Backpackers. Kuching

 

Nomad Backpackers. Contacts. Kuching
Nomad Backpackers. Contacts. Kuching

 

Nomad Backpackers. Breakfast. Kuching
Nomad Backpackers. Breakfast. Kuching

Onde comer:

O centro da actividade em termos de restaurantes é a Chinatown que se situa ao longo da Jalang Carpenter e a Jalang Padungan, situada mais a Este.

Mas para opções mais económicas o restaurante situada ao longo do passeio pedonal que se estende em frente ao rio denominado de Waterfront, no centro histórico de Kuching. Aqui no meio de alguns quiosques destaca-se um que serve comida local, confecionada por duas simpáticas raparigas muçulmanas: o Meeting Point. Em frente encontram-se umas mesas onde se pode desfrutar da simples refeição e mesmo ao lado outro quiosque vende bebidas… ice-tea, ice-cofee, etc… A comida é simples e boa, à base de arroz ou noodles, mas com opção de ser vegetariana e com os preços a rondar os 5 RM.

Meeting Point Restaurant. Waterfronty Kuching
Meeting Point Restaurant. Waterfronty Kuching

Transportes:

A cidade pode ser percorrida a pé, com o centro histórico bastante compacto desenvolvendo-se em volta do Edifício Courthouse e da Waterfront. Daqui chega-se facilmente a Chinatown e a Little India, ao Sarawak Museum e às principais mesquitas.

Para visitar o Baku National Park ou o Semmenggoh Nature Reserve é necessário recorre a transportes públicos. (ver próximos posts)

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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