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Stepping Out Of Babylon

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Hôi An

Hoi An

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Casa Diep Dong Nguyen
Durante a tarde, escolhemos o Café Mango Mango (também é hotel), junto ao rio, para nos abrigar-mos do calor que se sentia, ainda para mais o dia estava sem nuvens o que tornava o sol abrasador. O tempo foi passado a compor os nossos cadernos de viagem, ao som de musica ambiente, sobre o fresco de uma ventoinha, saboreado pela primeira vez um café feito da forma tradicional vietnamita.
Café Mango Mango
111 Nguyen Thai Hoc
http://www.mangorooms.com/
510 3910 839
Aqui também se podem tomar refeições se bem que os preços sejam um pouco mais elevados do que o normal, o que também se pode aplicar a todo o comercio e restauração do centro da cidade.
Café vietnamita
Cua Dai Beach
Por sugestão do nosso anfitrião, o senhor Hoa, alugámos uma mota por 60.000VND (2.40€), e dirigimo-nos para Sul. O capacete, apesar de pouco limpo é obrigatório no Viet Nam, não se vendo ninguém sem ele, nem que seja um capacete das obras.No fim do dia, fizemos uma visita à praia local, onde encontrámos um local cheio de turistas, com restaurantes e bares ao pé da praia, em pleno contraste com a calma da praia de Non Nuoc, onde aproveitámos para dar mais um mergulho nas águas do mar da China, pouco antes do pôr do sol.
 
A viagem demorou pouco mais de meia hora, para percorrer 20 km, tendo decorrido sem sobressaltos, sempre por estrada larga, em boas condições e com razoável sinalização. Ao longo de grande parte do percursos fomos vendo os vários empreendimentos em construção…. hotéis, spa, campos de ténis, apartamentos….

Hôi An… o mercado

Perto da hora do almoço, fazendo um intervalo no passeio turístico, rumámos em direcção ao mercado local, onde nos sentimos novamente o tradicional fervilhar da vida Viet Nam. Dada a proximidade do rio, domina o peixe fresco, das mais variadas espécies, desconhecidas para nós. Aproveitámos para provar o ananás, bem mais pequeno do que os que estamos habituados, vendido descascado de forma elaborada, quase artística, criando um efeito tipo espiral.
 Tofu
 Noodles
 Rio Thu Bon
 
Aproveitámos para almoçar no mercado numa banca de street food por 60.000VND (isto depois de negociado, porque o preço inicial foi de 1000.000VND; mesmo assim pagámos mais do que o normal). Após escolhermos o que iria se o nosso almoço, entre uma grande variedade de noddles, tofu recheada, vegetais cozidos ao vapor, spring rolls (vegetais ou camarão enrolados em folha de papel de arroz)… mais o clássico arroz cozido, sentámo-nos por perto para desfrutar a refeição.
Enquanto comíamos fomo-nos parecendo das condições de higiene do local: o chão estava imundo, encontrando-se baratas e outras insectos mortos, a água que se encontrava num garrafão era bebida em canecas que depois era mergulhadas numa bacia de água, sem lavagem, até próxima utilização, os talheres que nos deram (apesar de termos optado pelos pauzinhos) encontravam-se com restos de comida agarrada…. apesar de tudo a comida estava boa e não desanimamos.
O pior foi no dia seguinte, quando começaram as cólicas e a diarreia…. felizmente, sem consequências de maior para além de um jejum de um dia.

Hoi An

Para primeira incursão nos arredores de Non Nuoc, optámos por ir visitar a cidade de Hoi An, considerada património da Humanidade pela UNESCO.

Chegados ao centro de Hoi An, fomos agradavelmente surpreendidos ao encontrar-mos uma atípica cidade vietnamita: casas baixas, mantendo o traçado tradicional, ruas calmas e sem trânsito…. contudo toda a cidade está direccionada para o turismo, em especial o que dispõe de mais dinheiro, dominando os hotéis, restaurantes, galerias de arte, sapatarias, lojas de roupa e de produtos tradicionais vietnamitas, tudo com bastante bom gosto e qualidade … considerando o “gosto” ocidental. Apesar de ter perdido muito do que caracteriza o Viet Nam, tornando-se mais uma cidade de bilhete postal, vale bem uma visita.

Desenvolvendo-se junto das margens do rio Thu Bon, a cidade soube preservar o seu núcleo antigo, onde se podem encontras inúmeros, templos, palácios e casas de habitações de pertencentes a mercadores, reflectindo a presença ao longo dos séculos de comunidades chinesas, japonesas que adoptaram esta cidade como local estratégico na rota comercial, desde o século XVI.

Uma das principais atractivos da cidade é a fama dos seu costureiros, sendo frequente os turistas que visitam a cidade encomendarem roupa e sapatos, que são feitos à medida do cliente, tanto no tamanho como na escolha de materiais e cores. Encontram-se roupa de todos os géneros, desde casacos de fazenda, a fatos de homem, vestidos de noite…. dominando contudo a roupa feita em seda, que apesar de ser frequente no Viet Nam, aqui encontra-se por todo o lado.


À chegada, comprámos os bilhete num posto de turismo, por 90.000 VND, por pessoa que permite o acesso, ao longo de um dia inteiro, a seis das várias casa de mercadores, palácios e templos, à nossa escolha. Praticamente todos os motivos de interesse se encontram concentrados em duas ruas, que se desenvolvem em paralelo com o rio. Destacam-se a Chinese Assembly Hall, a casa Diep Dong Nguyen, a casa Tan Ky e ponte Japonesa.

 
 
Ponte Japonesa
 
 
 

 

 
Junto ao mercado, vale a pena um passeio pelos ruas que ainda preservam traços da arquitectura francesa, ladeadas de árvores, e atravessar a ponte Can Nam, sobre o rio Thu Bon, de onde se tem uma boa perspectiva da cidade.

 

Ponte Can Nam

Rio Thu Bon

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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