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Arambol

… mais sobre Goa

São as praias que atraem a maioria dos visitantes seja nacionais ou estrangeiros, mas Goa não é só praias… Panjim, Margao, Mapusa, Vasco da Gama, nomes a lembrar a presença portuguesa num estado em que o futebol supera o críquete e onde a religião católica, apesar de minoritária em relação ao hinduísmo, é uma presença constante, quer nas inúmeras igrejas e capelas, imergindo um pouco por toda a paisagem, quer na decoração de casas, onde cruxifixos e imagens de Cristo tomam lugar de Shiva e demais panteão da iconografia Hindu.

Longe das praias, do ambiente ocidentalizado, dos vendedores de artesanato de má qualidade, de recordações de gosto duvidoso, do ‘roncar’ dos poderosos motores das Royal Enfield, dos pouco escrupulosos agentes de viagens, das festas de trance, dos hambúrgueres e das pizzas, encontra-se um modo de vida calmo e tranquilo, dominado pelo ritmos das estações, onde a agricultura de trigo, cana de açúcar e arroz, é ainda o sustento da maioria da população que vive afastada do litoral.

Percorrendo as estradas que se desenvolvem paralelamente à costa do estado de Goa, atravessam-se rios cujo abundante cauda serve para irrigar os campos de arroz que apesar de estarmos na estação seca ainda se encontram verdes, com o brilho reluzente dos novos rebentos; aventurando-nos por caminhos de terra batida que se embrenham pela sombria floresta é possível descobrir praias quase desertas, onde o pôr-do-sol é sempre um espetáculo que fica na memória.

O Konkani que apesar de ser a língua do estado, e que é falado pela generalidade da população, raramente aparece escrito, seja em placas de sinalização, nomes de lojas, anúncios e publicidade, sendo mais frequente as inscrições em caracteres ocidentais. O inglês, fora dos locais mais frequentados por turistas não está tão presente, mas a simpatia e disponibilidade da população ajudam os turistas que facilmente se desorientam na malha de estradas ausentes de placas de orientação.

Uma visita ao mercado semanal de Mapusa, principal cidade do norte de Goa, transporta-nos para o habitual caos de sons, cortes e cheiros, onde entre uma aparente desordem de lojas, bancas e de vendedores ambulantes se encontra um pouco de tudo e onde se podem encontrar alguns produtos que relembram os quinhentos anos de presença portuguesa, como é o caso do pão que aqui em Goa se chama de pao, dos enchidos com a habitual forma de chouriços ou na original de forma que faz lembras as contas de um rosário.

Lojas de doces com o nome de ‘Felicidade’, o café ‘Aurora’, a loja de licores ‘Branganza’ e muitos ‘Souza’ e ‘Fernandes’, apelidos que surgem inscritos um pouco por todo o lado, em placas de nomes de médicos e advogados, em ‘pastores’ de orientação cristã, em nomes de lojas, restaurantes e de diversas actividades comerciais que trazem à memória um país que se esqueceu de investir na preservação e dinamização de uma cultura e língua que o tempo já erodiu e da qual parece só restar poeirentas recordações.

Pastor d'Souza e companheira... num estado onde o nome de Jesus aparece inscrito um pouco por todo o lado
Pastor d’Souza e companheira… num estado onde o nome de Jesus aparece inscrito um pouco por todo o lado
Casa e arquitectura goesa com o colorido toque indiano
Casa e arquitectura goesa com o colorido toque indiano de sobrios mas refrescantes alpendres
mercearia local
mercearia local perto de Arambol
'pao'
‘pao’ o ’til’ perdeu-se mas manteve-se a essência da palavra para designar pão, somente entendida no estado de Goa, influência da presença Portuguesa, num país em que o pão é sempre espalmado e geralmente sem sal ou fermento
os tradiconais chouriços Goeses, feitos de carne de porco e com a fama de serem muito picantes: São vendidos com a forma tradiconal dos enchidos portugueses mas mais frequentemente em forma de pequenas bolas, como as contas de um rosário!!!
os tradiconais chouriços Goeses, feitos de carne de porco e com a fama de serem muito picantes: São vendidos com a forma tradiconal dos enchidos portugueses mas mais frequentemente em forma de pequenas bolas, como as contas de um rosário!!!
cenário tipico do norte de Goa, onde por entre a densa vegetação de coqueiros surgem caminhos de terra batida de acesso aos campos de arroz que ocupam amplas zonas nas proximidades dos rios, e que apesar de já se sentir o calor característico da estação seca, mantêm o intenso e refrescante verde
cenário tipico do norte de Goa, onde por entre a densa vegetação de coqueiros surgem caminhos de terra batida de acesso aos campos de arroz que ocupam amplas zonas nas proximidades dos rios, e que apesar de já se sentir o calor característico da estação seca, mantêm o intenso e refrescante verde
Praia de Ashwem, continuação do mesmo areal que constitui as praias de Arambol e de Madrem, somente interrompido pela foz de um rio
Praia de Ashwem, continuação do mesmo areal que constitui as praias de Arambol e de Madrem, somente interrompido pela foz de um rio
rio que serve de fronteira entre o estado de Goa e o de Maharashtra, situado a norte. De um lado fala-se o Konkani, do outro Marathi.
rio que serve de fronteira entre o estado de Goa e o de Maharashtra, situado a norte. De um lado fala-se o Konkani, do outro Marathi.
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Paradise Beach, junto ao Redi Forte, fica a uns poucos quilómetros a norte de Arambol, mas já no estado vizinho de Maharashtra

Arambol. Goa

O cheiro do óleo que se intensifica à medida que o sol sob no horizonte, o luz ofuscante do meio-dia incidindo sobre o metal polido dos carris, o zumbir dos insectos somente interrompido pelo chegar de mais um táxi ou tuk-tuk trazendo mais passageiros para aquela desolada estação de comboios. A volta reina uma estranha quietude, uma imobilidade que se torna desconfortável para quem se habituou à cansativa sinfonia de buzinas e motores. Nada parece quebrar esta letargia que aumenta com a intensidade do calor: nem o movimento em torno da bilheteira, nem tão pouco a actividade junto da única loja dedicada à vende de refrigerantes, bolachas, snacks e demais parafernália disponível para quem está prestes a embarcar para o comboio.

Inicia-se aqui uma viagem de mais de 2000 quilómetros que separam o calmo e descontraído estado de Goa da caótica e agitada cidade de Delhi. Durante as mais de 30 horas de viagem, paisagens tropicais dominadas pelo verde dos coqueiros onde a espaços desponta a imaculada brancura de uma igreja, vai dando lugar a cores mais ocres, onde na secura da terra vai despontando a cada vez mais rara vegetação, à medida que o percurso rumo a norte, nos aproxima dos áridos estados do Gujarat e Rajastão. Lufadas de ar quente entram pela janela, tornado difícil perceber se a brisa criada pela deslocação do comboio é sinónimo de alivio ou se contribui para o calor que aos poucos vai tornando o corpo letárgico e as pálpebras pesadas.

Depois de mais de um mês passado em no norte de Goa, mais concretamente em Arambol, ficam poucas saudades de uma localidade que nasceu somente em função da praia, completamente virada para o turismo, onde dificilmente se consegue ter contacto com as tradições, os hábitos ou cultura locais. Não é mais do que uma estrada de acesso à praia, cuja parte final se desenvolve em paralelo ao areal, ladeada de lojas, casas, restaurantes, cafés, agências de viagens, guest houses, mercearias, frutarias, postos de internet, tendas improvisadas de vende de roupa, artesanato, lembranças e souvenires ao estilo kitsch e maioritariamente de fraca qualidade. Por trás desta primeira linha fica um emaranhado de ruas, caminhos e passagens cada vez mais labirínticos e estreitos, que dão acesso ao conjunto compacto de casas e pequenos prédios que forma a povoação de Arambol.

Incaracterística zona, esta de Arambol assim como das demais povoações que cresceram em torno das praias do estado de Goa, onde a tradicional modéstia no vestir e pudor no comportamento tradicionais da Índia é esquecida, com estrangeiros passeando-se em fatos de banho ou em roupas reduzidas pelas ruas, restaurantes e lojas.

Domina o turismo russo, que de tal forma que facilmente se encontra publicidade, anúncios, placas, flyers escritos em cirílico, e com comerciantes a falarem o suficiente da língua para cativarem cliente e fazerem negócio. É tal a presença desta comunidade, bastante fechada na sua língua interagindo pouco ou nada com os restantes estrangeiros e muitas das vezes existem produtos destinados a consumidores russos.

Com o negocio do turismo, muita da simpatia e descontração que caracteriza a população de Goa, tornou-se em avidez e ganância, tornando os estrangeiros somente um fonte de dólares, recebidos com desprezo ou indiferença.

Dos cinco séculos de presença portuguesa fica uma língua quase esquecida mas que resiste nos apelidos, nos nomes de lojas, de negócios, destacando-se os Souza, Fernandes, Piedade, Braganza… ficam os chouriços, os vestidos coloridos, de saia rodada descendo até ao joelho, usados pelas mulheres católicas que contrastam com os tradicionais sahrees.

Resistem ainda as casas construídas segundo o estilo de arquitectura colonial, geralmente de piso térreo, com amplos mas baixos alpendres dominando a fachada principal, e que ainda mantêm os telhados de quatro águas forrados a telha cujos fungos deixados pela humidade durante a monção tornaram escuros.

Apesar do críquete ser o desporto nacional, aqui o futebol marca forte presença, em improvisados campos de terra vermelha, e pela agitação que envolve os jogos do Goa Futebol Club.

Mas a marca mais evidente é sem duvida a religião católica que fez erguer igrejas e capelas um pouco por todo o lado, que se encontram mantidas com esmerado cuidado, iluminadas por colorido e intermitentes néon, e que ao fim da tarde se enchem de fieis, nas suas melhores roupas, onde se destaca o brilho acetinado dos vestidos usados pelas mulheres e o branco imaculado das camisas dos homens.

Mas as igrejas não são local de atração para os milhares de visitantes que acorrem a Arambol, alguns para umas curtas férias, mas muitos para ficarem por meses, sendo frequente voltarem aqui todos os anos, por vezes atraídos não tanto pela praia mas mais por este local se ter tornado ponto de encontro entre viajantes.

Ao fim do dia, a praia enche-se de gente aproveitando a grande extensão de areal deixado pela maré vazia, para caminhar, praticar yoga, cantar, dançar, exibir malabarismos. O pôr-do-sol marca o inicio de um pequeno mercado improvisado nas areias da praia, onde artesãos e comerciantes apresentam os seus artigos, intercalados com vendedores de bolos, salgados e demais delícias caseiras produzidas por estrangeiros residentes em Arambol e nas vizinhas povoações do norte do estado de Goa.

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Arambol beach
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Arambol Beach. vendedor de gelados num momento de pausa
Arambol beach
Arambol beach
Anuncios a terapias, massagens , reiki, cursos, yoga, workshops, etc.... disponiveis em Arambol durante a época alta que começa em Outubro e terminal no fim de Março, altura em que o clima se torna demasiado quente
Anuncios a terapias, massagens , reiki, cursos, yoga, workshops, dança, pintura, meditação, aulas de musica, etc…. disponíveis em Arambol durante a época alta que começa em Outubro e termina no fim de Março, altura em que o clima se torna demasiado quente e os turistas rumam a paragens mais frescas situadas nas encostas do Himalayas
igreja católica à entrada da estrada de acesso à praia de arambol
Igreja católica à qual esta´associado um colégio, situados à entrada da estrada de acesso à praia de Arambol
Arambol beach
Arambol beach
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Da presença portuguesa ficam as casas de estilo colonial, onde sobressai o alpendre de tecto baixo, profusamente decorado, muitas das vezes com imagens religiosas, sendo bem visível as que pertencem a familias católicas e as que as que são propriedade de hindus

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Madrem Beach, situada imediatemente a sul da praia de Arambol: mais calma e com menos gente.
Madrem Beach, situada imediatamente a sul da praia de Arambol: mais calma e com menos gente. Basicamente é a mesma extensão de areal que começa em Arambol e se estende para sul até à povoação de Madrem.
Arabol beach onde a pesca ainda continua apesar dos muitos negócios existentes em torno do turismo
Arambol beach onde a pesca ainda continua apesar dos muitos negócios existentes em torno do turismo

Alojamento:

Existem centenas de alojamentos em Arambol… cabanas de bambu e bungalow na praia, guesthouses, hotéis, apartamentos e quartos… muitos quartos para alugar: ao dia, à semana, ao mês… nem sempre estão identificados, mas o melhor é caminhar pelo confuso e labirinto emaranhado de ruas que se desenvolvem ao longo da estrada que dá acesso à praia. O preço é negociado caso a caso, dependendo do numero de hóspedes, do facto de ter ou não cozinha ou casa de banho partilhada, mas dificilmente se consegue menos do que 400 rupias. A escolha foi para a Vasu Guest House, situada numa zona não muito movimentada, de fácil acesso à rua principal mas suficientemente longe para não sofrer os efeitos do barulho de motas e veículos no constante buzinar.

Curiosamente aqui em Goa, e mais notoriamente em Arambol são as mulheres que comandam o negocio de aluguer de quartos e casas, e muitas vezes encontram-se em pequenos grupos em locais estratégicos interceptando turistas em busca de alojamento. Caso não tenhamos gostado do que nos oferecem, de certo conhecem alguém que tem mais um quarto para alugar… uma vizinha, um familiar, uma amiga… é assim que funciona o grosso do mercado de arrendamento em Goa 😉

Vasu Guest House

Quarto individual: 400 rupias

Quarto duplo: 500 rupias (alugado ao mês fica em 13.500 rupias)

No wi-fi

No hot water

Contact: 9822168071

Vasu Guest House, Arambol, Goa
Vasu Guest House, Arambol, Goa

Onde comer:

Em Arambol não é fácil encontrar restaurantes locais, os chamados dhaba ou hotel, sendo a oferta dominada por restaurantes onde a ementa é um misto de comida indiana, chinesa, mexicana, italiana e israelita. Contudo um olhar mais atento vislumbra um ou outro local com o simples thali, com um preço mais atractivo, mas acima do que é frequente encontrar noutros locais e com o preço um pouco inflacionado.

Existem dezenas ou mesmo centenas de restaurantes, bares, pizarias, pastelarias e cafés em Arambol, tanto ao longo da estrada de acesso à praia como ao longo das dunas. As opções são muitas,

Para café os locais mais populares para saborear um bom expresso ou um americano são o Dreamland Café, na estrada principal, o Cookie Walla, famoso pelas suas bolachas e o Double Dutch, que também funciona como restaurante e que se destaca pelas sobremesas, sendo as mais populares a ‘apple pie’ e o ‘cherry moonsoon’. A German Bakery é uma opção menos sofisticada mas mais barata, sendo os ‘coconut cookies’ uma boa escolha, sendo o pão de evitar, tendo em conta outras opções existentes na cidade.

Dada a permanência de muitos estrangeiros por longos períodos, que podem ser de várias semanas mas que se podem estender mesmo a toda a ‘época alta’, que vai de Outubro a Março, encontram-se ao longo da estrada principal diversas bancas de frutas e legumes, assim como lojas/supermercados que oferecem num exíguo espaço um pouco de tudo, desde alimentos, a produtos de higiene, limpeza, e artigos para a casa. Aqui encontra-se uma boa oferta de produtos ‘ocidentais’ como vinhos, queijos, pão, chocolates, produtos biológicos e demais iguarias para matar-saudades de ‘casa’. Dada a esmagadora presença de turistas russos é possível também adquirir produtos e comida, muitas vezes caseiros, feitos por ex-pats russos residentes em Goa, e que assim encontram um meio de subsistência.

RUTIK: Situado num muito discreto espaço mesmo ao lado do Tender Coconut no acesso à praia, e que funciona num básico abrigo de bambu que oferece também serviço de lavandaria. thali (rice plate) vegetariano por 100 rupias, bem servido e com a opção de ser com arroz integral o que acresce mais 20 rupias ao preço total. Boa variedade de vegetais e com o habitual dhal e bahji, mas de confecção básica, sem brilho e adaptado ao gosto ocidental o que significa poucas especiarias e quase sem picante. Não deixa muitas saudades mas é uma boa opção atendendo ao preço e à quantidade. Também existe a variante de thali de peixe.
RUTIK: Situado num muito discreto espaço mesmo ao lado do Tender Coconut no acesso à praia, e que funciona num básico abrigo de bambu que oferece também serviço de lavandaria. thali (rice plate) vegetariano por 100 rupias, bem servido e com a opção de ser com arroz integral o que acresce mais 20 rupias ao preço total. Boa variedade de vegetais e com o habitual dhal e bahji, mas de confecção básica, sem brilho e adaptado ao gosto ocidental o que significa poucas especiarias e quase sem picante. Não deixa muitas saudades mas é uma boa opção atendendo ao preço e à quantidade. Também existe a variante de thali de peixe.
Thali do restaurante RUTIK, simples mas servido com simpatia numa improvisada construção de bambu, situada à beira do acesso à praia de Arambol
Thali do restaurante RUTIK, simples mas servido com simpatia numa improvisada construção de bambu, situada à beira do acesso à praia de Arambol
Tender Coconut, os melhores, mais suculentos e carnudos côco de Arambol. O preço varia entre 20 e 40 rupias dependendo do tamanho. Este pequeno estabelecimento, situado no primeiro dos acesso à praia de Arambol, atrai dezenas de pessoas e é raro encontra-lo vazio. O dono, Krishna, não sendo de rasgada simpatia é de extrema eficiência e bom na escolha dos melhores côcos.
Tender Coconut, os melhores, mais suculentos e carnudos côco de Arambol. O preço varia entre 20 e 40 rupias dependendo do tamanho. Este pequeno estabelecimento, situado no primeiro dos acesso à praia de Arambol, atrai dezenas de pessoas e é raro encontra-lo vazio. O dono, Krishna, não sendo de rasgada simpatia é de extrema eficiência e bom na escolha dos melhores côcos.
Restaurante Bee’s Knees: na linha de restaurantes turísticos, apostando na comida mexicana, mas que também oferece uma boa variedade de comida indiana, assim como thali. A comida é deliciosa, o serviço eficiente, discreto mas simpático. Os preços são na linha dos demais restaurante de Arambol (entre as 140 e 180 rupias para pratos veg.), mas tem a vantagem de estar incluída uma dose de arroz ou três chapatis. Talvez a melhor opção em Arambol, somente com a desvantagem de ter televisão.
Restaurante Bee’s Knees: na linha de restaurantes turísticos, apostando na comida mexicana, mas que também oferece uma boa variedade de comida indiana, assim como thali. A comida é deliciosa, o serviço eficiente, discreto mas simpático. Os preços são na linha dos demais restaurante de Arambol (entre as 140 e 180 rupias para pratos veg.), mas tem a vantagem de estar incluída uma dose de arroz ou três chapatis. Talvez a melhor opção em Arambol, somente com a desvantagem de ter televisão.
tahli do Restaurante Bee’s Knees por 160 rupias... uma dose suficiente para ser partilhada entre duas pessoas.
tahli do Restaurante Bee’s Knees por 160 rupias… uma dose suficiente para ser partilhada entre duas pessoas.
Mello (South Indian Journey): para quem tem saudades dos snacks típicos do sul, ou seja de Kerala e Tamil Nadu, como dosa, idllis, wada, etc... encontra aqui uma boa opção, com qualidade e muita simpatia, onde a comida é servida num abrigado terraço de bambu. Fica situado perto da estrada principal, por traz da fiada de tendas/lojas que ladeiam o acesso à praia de Arambol, não longe do Tender Coconut.
Mello (South Indian Journey): para quem tem saudades dos snacks típicos do sul, ou seja de Kerala e Tamil Nadu, como dosa, idllis, wada, etc… encontra aqui uma boa opção, com qualidade e muita simpatia, onde a comida é servida num abrigado terraço de bambu. Fica situado perto da estrada principal, por traz da fiada de tendas/lojas que ladeiam o acesso à praia de Arambol, não longe do Tender Coconut.
com o elevado numero de estrangeiros, existe um mercado mais do que suficiente para surgirem produtos 'exóticos' para os hábitos de consumo indinos; é o caso do queijo. em Arambol, assim como em quase todos os locais frequentados por turistas, encontra-se uma grande variedade de oferta de queijo, produzido localmente, mas seguindo o estilo europeu... chévre, camembert, roquefort, blue cheese, etc... sendo os melhores produzidos pela Auroville e os da marca Happy Cow!!!
com o elevado numero de estrangeiros, existe um mercado mais do que suficiente para surgirem produtos ‘exóticos’ para os hábitos de consumo indinos; é o caso do queijo. em Arambol, assim como em quase todos os locais frequentados por turistas, encontra-se uma grande variedade de oferta de queijo, produzido localmente, mas seguindo o estilo europeu… chévre, camembert, roquefort, blue cheese, etc… sendo os melhores produzidos pela Auroville e os da marca Happy Cow!!!
Para acompanhar é fácil de encontrar bom pão confeccionado ao estilo alemão, rico em textura e sabor.
Para acompanhar é fácil de encontrar bom pão confeccionado ao estilo alemão, rico em textura e sabor.
Vinho Madera... falta-he o 'i' para ser da ilha, mas parece ser essa a unica ligação, pois trata-se de um vinho de mesa, branco ou tinto, produzido no estado de Goa, sendo uma clara herança do passado colonial português, que fez de Goa um estado famoso pela liberdade de consumo de alcool
Vinho Madera… falta-he o ‘i’ para ser da ilha, mas parece ser essa a unica ligação, pois trata-se de um vinho de mesa, branco ou tinto, produzido no estado de Goa, sendo uma clara herança do passado colonial português, que fez de Goa um estado famoso pela liberdade de consumo de alcool

Transportes:

Arambol não tem estação de comboios, sendo Prenem e Thivim, as que se encontram mais próximas, situadas a cerca de 30 a 40 minutos da praia de Arambol, sendo necessário recorrer ao serviço de táxi, ou usar os autocarros públicos, pois a distância é demasiado extensa para o serviço de tuk-tuks. De notar que não existe ligação directa entre Thivim e Arambol, sendo necessário mudar de bus em Mapusa. De Prenem é necessário usar um tuk-tuk para ir da estação à cidade, que fica um pouco afastada da povoação.

Caso se opte pelo autocarros públicos, que oferecem um serviço barato e com intervalos de 15 a 30 minutos, estes efectuam paragem na estrada principal que se desenvolve paralelemente à costa, sendo necessário percorrer os cerca de 1000 metros até à praia de Arambol a pé ou de moto-taxi.

Caso se queira compara bilhetes de comboio, e de forma a evitar a excessivas comissões dos agentes de viagens, que podem encarecer o bilhete em pelo menos 400 rupias, chegando a pedir quase o dobro pelo bilhete, o melhor é uma deslocação à cidade de Margao, para compara o bilhete nas estação de comboios. Demora duas horas na ida e mais duas horas par ao regresso, e implica o recuos a três autocarros e a um moto-taxi, o que custa cerca de 300 rupias, que é claramente vantajoso caso se queira adquirir mais do que um bilhete e especialmente se queira evitar os sempre antipáticos e gananciosos agentes de viagens de Arambol.

on the road… de Gokarna para Arambol

Parece simples…. cerca de 200 quilómetros separam estas duas povoações banhadas pelas cálidas águas do Mar Arábico: Gokarna no extremo norte do estado de Karnataka e Arambol, no topo norte do estado de Goa… mas obrigam a mais de 8 horas de viagem e a múltiplos transbordos.

O comboio é uma opção, se bem que pouco atractiva pois ambas as povoações se encontram afastadas de estações de caminho de ferro. De Gokarna a estação mais próxima é Ankola, mas é Karwar, um pouco mais a norte que oferece mais ligações ferroviárias quer para norte como para sul, para as principais cidade de Karnataka como para o estado vizinho de Kerala.

Para chegar a Arambol, as estações de comboios mais próximas são Prenem e Thivim, mas sendo servidas por poucos comboios podem implicar um tempo de espera considerável ou horários menos convenientes.

Perante este cenário o autocarro afigurou-se como a melhor opção. Existem serviços turísticos directos entre os dois locais, mas para quem está em Gokarna é mais difícil encontrar este serviço. Já para quem está em Arambol, é fácil encontrar agências de viagem que vendem bilhetes para estes autocarros.

Assim a solução são os autocarros públicos que para além do atractivo preço oferecem também um serviço com bastante regularidade e razoavelmente pontual, em especial dentro do estado de Goa.

Do terminal de autocarros de Gokarna parte diariamente um autocarro para Margao, segunda cidade de Goa e a que constitui o cerne dos transportes rodoviários e ferroviários no interior do estado.

De Margao à que apanhar um autocarro para a cidade de Panjim, capital do estado de Goa; pode-se usar um dos muitos autocarros locais mas a melhor opção é o suttle que faz a ligação directa, sem paragens.

De Panjim segue-se outro suttle para Mapusa, principal cidade do norte de Goa.

Em Mapusa junto ao mercado local, encontra-se o bus que segue para norte, passando por Arambol. O autocarro não chega propriamente a Arambol, ficando a paragem na estrada principal, sendo necessário seguir a pé pouco mais do que um quilómetro ou em alternativa recorrer a um moto-taxi ou a um taxi.

Parece complexo, mas as ligações são eficientes e a espera não é mais do que 10 a 15 minutos. Os autocarros nem sempre são muito modernos, mas o esforço é compensado pelos sorrisos afáveis dos passageiros, pela animada música de Bollywood, pela decoração de ícones hindus, flores e néon e pela paisagem de verde tropical que a espaços é interceptada por largos e calmos rios.

Resumindo:

Gokarna – Margao (partida 8.15 am; chegada por volta das 12.00 pm) – 118 rupias

Margao – Panjim (suttle) – 40 rupias

Panjim – Mapusa (suttle) – 15 rupias

Mapusa – Atambol (local bus) – o peço varia ente 20 e 30 rupias dependendo da honestidade do cobrador.

horários dos autocarros que partem do Bus Terminal de Gokarna
horários dos autocarros que partem do Bus Terminal de Gokarna
Suttle service Margao-Panjim
Suttle service Margao-Panjim
Suttle bus de Panjim to Mapusa
Suttle bus de Panjim to Mapusa
Um dos vários buses usados no percurso entre Gokarna e Arambol
Um dos vários buses usados no percurso entre Gokarna e Arambol
bilhetes de alguns dos autocarros
bilhetes de alguns dos autocarros
horário da bilheteira da estação de comboios de Margao, a unica onde se pode adquirir bilhetes quando os bihetes já sem encontram esgotados, como a 'turistic quota', 'emergency tickets' e 'tadka system', sem ter que recorrer a intermediários
horário da bilheteira da estação de comboios de Margao, a unica onde se pode adquirir bilhetes quando os bihetes já sem encontram esgotados, como a ‘turistic quota’, ’emergency tickets’ e ‘tadka system’, sem ter que recorrer a intermediários

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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