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Stepping Out Of Babylon

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Jaipur

Jaipur: Explore’s Nest guesthouse

Na confusão citadina de Jaipur encontramos o refugio perfeito na gesthouse do senhor Arvind e da esposa Shoma, onde fomos muito bem recebidos. Situada perto da Pink City e da MI Road, que é a avenida principal do centro da cidade onde se encontram os principais serviços e comércio mais sofisticado, mas numa pequena rua que nos resguarda da confusão de trânsito e ruído da cidade.

http://www.jaipurbedbreakfast.com/

Vinha-mos por uns três dias mas acabamos por ficar seis. junto do senhor Arvind obtivemos muita preciosas informações sobre o que visitar na cidade e nos resto no estado do Rajastão, e sobre a melhor formas de nos deslocar-mos. Graças ao seu razoável inglês percebemos um pouco melhor a forma como funciona a aquisição de bilhetes de comboio, quais as melhores classes para viajar de comboio, como negociar o preço de um rickshaw ou de um tuk-tuk (também chamados de auto rickshaw), o preço da fruta, etc…

Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse
Explorers Nest guesthouse

Tem-se uma ideia de que na India falam inglês com facilidade, mas na realidade, tirando as pessoas das classes mais altas ou as que estão ligadas ao turismo, é difícil trocar algumas palavras para além dos habituais “hello”, “where are you from” e o preço dos produtos. Mesmo para pedir algum informação ou a indicação de algum caminho é preciso escolher bem a “vítima”, de preferência entre pessoas novas, rapazes, pois as raparigas são mais envergonhadas, e de preferência vestidos com roupas mais limpa.

Curiosamente, pelas ruas da Pink City fomos abordados por alguns rapazes que para além do inglês sabiam falar espanhol.

As nossas deambulações pela Pink City, a parte histórica de Jaipur, chegamos à parte mais a Este do centro da cidade, onde deparamos com uma mudança significativa nas pessoas que enchiam as ruas: muitas mulheres de véu, muito homens com homens de túnicas brancas e o característico taqiyah, com que os islâmicos cobrem a cabeça. Estávamos claramente na área muçulmana da Pink City, com mesquitas e madrassas em cada quarteirão. Um ambiente contrastante om a parte mais hindu da cidade antiga.

Templo Hindu. Pink City
Templo Hindu. Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City. Vendedores de paan
Pink City. Vendedores de paan. O paan consiste numa pasta preparada com noz de areca (o fruto de uma palmeira) que é espalhada sobre uma folha de bétula, enrolada e colocada na boca para ir sendo lentamente mastigada e cuspida, deixando os dentes avermelhados e as caracteriticas cuspidelas vermelhas que se vêm pelas ruas…..monumentos, templos, autocarros, Rickshaws, Tuc-tuc. Todo o lado.
Pink City. Vendedores de paan
Pink City. Vendedores de paan
Pink City
Pink City
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Pink City
Templo Hindu. Pink City
Templo Hindu. Pink City

Jaipur: Amber Palace e Nahargarh Fort

Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace

O Amber Palace é um dos principais monumentos de Jaipur. Situa-se a cerca de 11 km para norte do centro da cidade, pelo que optámos por fazer a viagem de autocarro, o que ficou bem mais barato e confortável do que o tuk-tuk.

Quando chegamos ao local deparamos com um imponente e vasto edificio localizado no cimo de uma colina, que se desenvolve a partir de um rio, fazendo justiça ao facto de ser uma das principais atracções turísticas de Jaipur. Um pouco atrás localiza-se o forte, que completa o cenário que impressiona o visitante logo à chegada. O que também capta a atenção é a fila de elefantes, devidamente decorados que transportam os visitantes ao longo do caminho que leva ao cimo da colina. Segundo nos disseram são cerca de 120 animais, todos fêmeas (pois a mistura de machos chegou a causar problemas), que diariamente fazem este trajecto 3 a 4 vezes por dia durante o período da manhã, hora a que chega o maior numer0 de visitantes, não indianos.

Optámos por fazer o caminho a pé que demorou pouco mais do que 5 minutos; a meio do caminho ainda parámos um bom bocado para conversar com um rapaz, que andava a verder “souveniers” mas que somente queria conversar para praticar o inglês. Representa um pouco da nova geração de indianos, que têm algumas possibilidades financeiras, vai para a faculdade para o ano e que já viajou para a europa, concretamente Barcelona. Nota-se um grande fascínio pelos modos pela cultura ocidental. Os objectivos já são bem diferentes da geração anterior: já não quer casar cedo, pois com 22 anos acha-se muito novo para casar, só quer ter dois filhos, e não sete como os pais dele tiveram; são estes sentimentos que irão mudar a face da India nas próximas gerações.

Amber Palace
Amber Palace

O Amber Palace foi construído no século XVI por Man Singh e mais tarde ampliado pelo Jai Singh, responsável também pela construção da Pink city do observatório astronómico que visitamos no dia anterior.

O conjunto de edifícios, construidos em arenito vermelho e mármore com paredes pintadas com frescos de motivos florais, era a residência oficial da realeza da época dos Rajputs que dominaram o Rajastão até à chegada dos ingleses. O estilo decorativo e arquitectónico é uma mistura entre a arquitectura Hindu e a Árabe.

Não chegamos a visitar o Amber Fort pois o calor estava a tornar-se esmagador e o sol inclemente.

Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace

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Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace
Amber Palace

O Nahargarh Fort situa-se no cimo de um das colinas que semi-circunda a cidade de Jaipur, e daqui consegue-se ter uma moção da vasta área ocupada pela cidade. Da varanda da guesthouse onde estamos alojados, a Explorer’s Nest, consegue-se ver parte desta construção.

É uma construção datada de 1734, destinada a alojar as mulheres de Jah Singh, formada por vários pátios autónomos, um para cada mulher, e respectivas aias. Mais tarde sofreu a ampliação de mais um piso, por ordem do seu sucessor.

Deparamos com um em mau estado de conservação, completamente dominado pelos pombos, e em que as pinturas decorativas das paredes estão gradualmente a desaparecer devido à agressividade do clima e ao desgaste provocado pelos vistantes, que não mostram o mínimo de  respeito pela preservação do património.

Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
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Nahargarh
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Jaipur vista do forte de Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh
Nahargarh

Bem perto da nosso quarto, mesmo ao lado do cinema, fica o Annpurna, restaurante tipico de Jaipur……..

Restaurante AnnpurnaPure Veg

Restaurante Annpurna
Pure Veg

Como dá para ver as condições não pareciam as melhores, rua com esgotos abertos, sujidade e lixo por todo o lado, mas seguimos em frente! Quando chegamos por volta das 16h para almoçar, o restaurante estava cheio de Indianos a espera da sua refeição, mal entramos, a reacção foi a mesma……20 pessoas ou mais viraram a cabeça e ficaram a olhar para nos fixamente 🙂

O dono rapidamente veio ter conosco para nos sentar numa mesa e imediatamente nos trouxe uma garrafa de agua gelada….Aqui não se escolhe o prato, serve-se o que se preparou nesse dia e mais nada. Composto por chapatis feitos na hora, soupa de daal (lentilhas) bem picante, arroz, caril de batatas e couve flor, chutney picante de alho, malagueta e tomate que fariam um morto sair do túmulo, acompanhado de paparis. A experiencia foi tão boa que voltamos lá no outro dia a seguir 🙂 tudo isto por 80INR por pessoa (1.10€)

Restaurante AnnpurnaPure Veg
Restaurante Annpurna
Pure Veg
Restaurante AnnpurnaPure Veg
Restaurante Annpurna
Pure Veg
Restaurante AnnpurnaPure Veg
Restaurante Annpurna
Pure Veg

Jaipur: Pink City

A viagem para Jaipur iniciou-se de manhã bem cedo, com o comboio a partir pelas 6h. Foi uma viagem calma que demorou mais meia hora dos que as 4.5 horas previstas, e que nos levou à maior cidade do estado do Rajastão, mas que está longe de ser uma das maiores da Índia, contando com menos de 4 milhões de habitantes.

Pelo caminho fomos passando por paisagens dominadas por planícies, onde a cultura de cereal compete com zonas de vegetação rasteiras e árvores quase despidas, e que gradualmente se foram tornado mais áridas, à medida que íamos aproximando de Jaipur. O estado do Rajastão, é famoso pelos inúmeros palácios e monumentos, mas também pelo seu clima extremamente quente, que chega a atingir os 38 graus. Nesta altura do ano, não está assim tão quente mas o ar é seco, muito semelhante ao clima do verão em Portugal.

Uma das coisas que mais contrasta com os nosso hábitos é o uso do espaço publico para urinar e defecar, mesmo em meios urbanos e durante o dia; este hábito restringe-se às classes mais pobres e às pessoas que vivem nas ruas, que são em elevado numero, em especial em Delhi. Muitas campanhas têm sido levadas a cabo pelo governo para contrariar este hábito mas com pouco sucesso. Segundo elementos que recolhi, 55% da população indiana defeca ao ar livre, o que representa uns 638 milhões de pessoas. Somente 30% da população tem saneamento básico, ao passo que o uso de telemóvel abrange mais de 60%. Este é um indicador dos contrastes que existem neste país.

Na parte antiga de Jaipur situa-se a chamada Pink City, que foi mandada construir no reinado de Jai Singh, por volta de 1700, que se encontra circundada por muralhas, e onde e domina o traçado ortogonal das ruas, e onde cada bairro está destinado a um determinado tipo de comércio ou de pequena industria, destacando-se os têxteis. O nome de Pink City, não corresponde em nada ao que a cidade é hoje; nem tão pouco corresponde à cor original com que foi construída que era o amarelo. O nome resultou da visita do príncipe Alberto em 1856, em que se decidiu pintar os edifícios e cor de rosa, que é a cor de boas vindas no Rajastão.

Este prato é tipico de Jaipur, Chola Bathaura, composto por um caril de grão e um pão frito em oleo bem quente. Tivemos um bonús de mais um pão, devido a conversa que tive com o cozinheiro sobre a minha tatuagem ;) Restaurante LMB
Este prato é tipico de Jaipur, Chola Bathaura, composto por um caril de grão e um pão frito em oleo bem quente. Tivemos um bonús de mais um pão, devido a conversa que tive com o cozinheiro sobre a minha tatuagem 😉 Restaurante LMB

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Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Pink City
Pink City
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Hawa Mahal, Palacio dos Ventos
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
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Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Pink City
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
Jantar Mantar, observatório astronómico
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Jantar Mantar, observatório astronómico
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Pink City
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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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