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Stepping Out Of Babylon

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Luang Prabang

Luang Prabang

Mais uma cidade bilhete postal deixada pela colonização francesa, com as suas ruas dispostas ortogonalmente, os seus edifícios de arquitectura europeia rodeados de vegetação tropical, os seus cafés e esplanadas…

A parte antiga da cidade desenvolve-se entre o Rio Mekong, e o Rio Nam Kon, onde ambos se juntam com as suas águas turvas e castanhas, que deslizam velozes mas silenciosamente, muito abaixo no nível a que as águas atingem durante e época das chuvas.

Luang Prabang
Luang Prabang
uma das muitas banca de rua, que todas as manhã inicia a sua actividade bem cedo, oferecendo a primeira refeição do dia, frequentemente sopa de noodles, café ou algum outra refeição mais substância à base de peixe ou carne grelhados.
uma das muitas banca de rua, que todas as manhã inicia a sua actividade bem cedo, oferecendo a primeira refeição do dia, frequentemente sopa de noodles, café ou algum outra refeição mais substância à base de peixe ou carne grelhados.
Luang Prabang, recriando o glamour da colonização francesa com carros antigos, brilhando em frente aos mais luxuosos hoteis da cidade
Luang Prabang, recriando o glamour da colonização francesa com carros antigos, brilhando em frente aos mais luxuosos hoteis da cidade
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang
night-market, que diariamente ocupa a rua principal da parte antiga de Luang Prabang, destinado essencialmente aos turistas com a vende de artigos inspirados no artesanato local
night-market, que diariamente ocupa a rua principal da parte antiga de Luang Prabang, destinado essencialmente aos turistas com a vende de artigos inspirados no artesanato local
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang: Nam Kon
Luang Prabang: Nam Kon
Luang Prabang: Mekong River
Luang Prabang: Mekong River
o chamado morning-market, destinado à vende de produtos alimentares, estende-se ao longo de uma das ruas secundarias da parte antiga da cidade
o chamado morning-market, destinado à vende de produtos alimentares, estende-se ao longo de uma das ruas secundarias da parte antiga da cidade
mercado Phusy, um pouco afastado centro da cidade mas vibrante de vida onde se vende um pouco de tudo, desde comida a roupa, passando por todo o género de artigos necessários ao quotidiano da população locai, ainda muito ligada ao meio rural e à pesca do rio, e onde sobressai a grande quantidade de produtos oriundos da China.
mercado Phusy, um pouco afastado centro da cidade mas vibrante de vida onde se vende um pouco de tudo, desde comida a roupa, passando por todo o género de artigos necessários ao quotidiano da população locai, ainda muito ligada ao meio rural e à pesca do rio, e onde sobressai a grande quantidade de produtos oriundos da China.
Luang Prabang
Luang Prabang: marginal junto ao Rio Mekong
Wat Xieng Thong: um dos mais importante templos budistas do Laos construido no século XVI
Wat Xieng Thong: um dos mais importante templos budistas do Laos construido no século XVI
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong

Sokdee Guest House

Quarto duplo com WC: 80.000 kip

Sokdee Guest House
Sokdee Guest House
Sokdee Guest House
Sokdee Guest House

Pelo Mekong até Luang Prabang

A viagem entre Houay Xai e Luang Prabang, pode ser feita de autocarro, mas o mau estado das estradas torna muito mais atractivo o percurso de barco, apesar da viagem demorar dois dias.

Inicialmente feita em barco de mercadorias, este percurso passou a ser feito em embarcações destinadas ao transporte de passageiros, devido à popularidade e ao aumento da procura por parte dos turistas, que ocupam a totalidade dos lugares sentados, ficando aos habitantes locais reservado o espaço próximo do motor, sentados em cadeiras de plástico ou muitas vezes sobre as bagagens e as sacas de mercadorias que transportam.

As tradicionais embarcações fluviais foram adaptadas à procura e às necessidades do turismo, sendo actualmente dotadas de assentos razoavelmente confortáveis, claramente aproveitados de autocarros e de outros veículos que são dispostos muito próximos uns dos outros, sem espaço suficiente para fazer o longo trajecto que começa no primeiro dia pelas 11 horas da manhã e termina pelas 5 horas da tarde altura em que as sombras começas a ocupar o vale por onde desliza o rio. O segundo dia é mais longo, iniciando-se pelas 9 horas da manhã e terminado pelas 4 horas da tarde.

Contudo o barco é dotado de algumas comodidades, tais como casa de banho e um pequeno bar que vende cerveja, café e sopa de noodles instantânea, pelo que é recomendável levar comida suficiente para o dia.

A parte de trás do navio, onde são empilhadas as bagagens dos passageiros, constitui sem duvida a habitação da família a quem pertence a tripulação, sendo possível encontrar os utensílios de cozinha, alimentos, roupas e demais objectos pessoais.

A viagem é calma, com o entusiasmo inicial mostrado pelos passageiros a tirar fotografias e a entabular conversação com os vizinhos a ser gradualmente esmorece sendo substituído por um ambiente sonolento criado pelo trabalhar monótono do motor do barco e pelo deslizar pachorrento pelas águas do Mekong, que apesar de aparentarem ser de fácil navegação, mostram por vezes a sua forte corrente, nas zonas em que as rochas submersas forma uma barreira, criando remoinhos e zonas mais agitadas, qua agilmente são evitadas pelo condutor, sempre atento ao percurso do rio.

Observando as margens do rio percebe-se nitidamente quão baixo se encontra o nível das águas durante a época seca, deixando a descoberto encostas sem vegetação que contrastam com a floresta que cobre as montanhas que envolvem o percurso do Mekong nesta região do norte do Laos, bem longe das extensas planícies que conheci aquando da visita ao Vietnam.

Ao longo do percurso o barco efectua algumas paragens junto a pequenas povoações cujas casas feitas de bambu dificilmente se descortinam no meio do arvoredo, para deixar alguns passageiros e a respectiva mercadoria, pois o rio constitui ainda o principal meio de transporte desta região, onde as estradas são insuficiente e se encontram em mau estado, tornado as viagens mais desconfortáveis.

Cada uma desta paragens é motivo para atrair as crianças que descem velozmente as margens arenosas em direção ao barco, olhando curiosamente os turistas e tornando-se rapidamente cobiçadas pelas objectivas dos turistas que na procura de um melhor ângulo fazem desequilibrar o barco.

 

Nas encostas postas a descoberto pela descida das águas do Mekong são criados pequenos campos, onde durante a estação seca se plantam vegetais no arenoso e inclinado terreno, que servem de sustento às populações que à medida que se vais descendo o rio se tornam mais frequentes.

Na hora mais quente do dia, pequenas manadas de búfalos que habitualmente pastam nas margens do rio, refrescam-se nas esverdeadas e opacas águas, nas pequenas baías formadas pelas rochas, protegendo-se da corrente.

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barcos de mercadorias fazem também a descida do Mekong, mas a um ritmo mais lento, transportando consigo construções que constituem verdadeiras casas, algumas com dois pisos que servem de habitação às famílias da tripulação.
barcos de mercadorias fazem também a descida do Mekong, mas a um ritmo mais lento, transportando consigo construções que constituem verdadeiras casas, algumas com dois pisos que servem de habitação às famílias da tripulação.
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
No segundo dia do percurso, o atraso com que cheguei ao barco fez com que todos os lugares estivessem já ocupados, obrigando-me a instalar-me na parte de traz da embarcação, destinada à cozinha, juntamente com mais oito outros passageiros que dado o exíguo espaço pouca liberdade tínhamos para esticar as pernas ou para mudar de posição sem interferir com os outros; acabou por se revelar a melhor opção, longe do bulício do resto dos passageiros e protegidos do vento que se faz sentir com a deslocação do barco.
No segundo dia do percurso, o atraso com que cheguei ao barco fez com que todos os lugares estivessem já ocupados, obrigando-me a instalar-me na parte de traz da embarcação, destinada à cozinha, juntamente com mais oito outros passageiros que dado o exíguo espaço pouca liberdade tínhamos para esticar as pernas ou para mudar de posição sem interferir com os outros; acabou por se revelar a melhor opção, longe do bulício do resto dos passageiros e protegidos do vento que se faz sentir com a deslocação do barco.
no interior do barco
no interior do barco
local na parte de tras do barco onde são empilhadas as mochilas dos passageiros
local na parte de tras do barco onde são empilhadas as mochilas dos passageiros
no primeiro dia, entre os passageiros encontravam-se alguns monges
no primeiro dia, entre os passageiros encontravam-se alguns monges
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
habitantes locais que fazem este percurso na parte de tras do baco, demasiado proximo do motor
habitantes locais que fazem este percurso na parte de tras do baco, demasiado proximo do motor

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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