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Sri Lanka

Galle e o forte

Galle é uma das cidades com maior património e história da costa sudoeste do Sri Lanka, com o seu forte construído inicialmente pelos Portugueses e mais tarde tomado e ampliado pelos Holandeses, conserva dentro das suas muralhas muitos exemplos de arquitectura colonial, seja em edifícios públicos, religiosos ou de habitação.

Com o crescimento do turismo transformou muito do património em sofisticados hotéis, boutique hotels, cafés e restaurantes que contribuem para manter a maioria dos edifícios em óptimo estado de conservação. Contudo nota-se uma certa falta de autenticidade, como se estivesse-mos perante um bilhete postal e não uma cidade com vida própria.

Pelas ruas passeiam-se grupos de turistas de câmera em punho com a tenção virada para sofisticadas lojas de souvenires e artesanato, visitantes cingaleses que aqui rumam em família apreciando as águas quase paradas da baía junto às muralhas e crianças vindas da escola nos com os seus uniformes impecavelmente brancos. Ouvem-se os sinos de uma igreja quando se passa perto de uma stupa budista, quebrando a quietude do local.

Rodeando a compacta fortaleza de pedra surge o mar de tons claros de um translúcido azul, que contrasta com o intenso verde da vegetação tropical e com o branco que cobre a maioria dos edifícios em Galle Fort. A brisa que sopra do mar tem um efeito refrescante mas a intensifica a humidade que se cola à pela.

Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Tenis scholl at Galle Fort
Tenis scholl at Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort
Galle Fort

 

Fora do forte encontra-mos uma cidade a viver a um ritmo completamente diferente, com a habitual desorganizada circulação automóvel o apitar das buzinas, o movimento acelerados das pessoas que sabem para onde vão. A uns pouco metros encontra-se o Dutch Market, num pitoresco edifício que reúne vendedores de fruta e legumes, mas onde os preços são claramente inflacionados para turistas.

Galle apesar de pitoresca e bem preservada não despertou grande entusiasmo mas proporcionou um agradável passeio pelas muralhas com vista para o mar.

Galle
Galle
bread stall
bread stall
Galle
Galle in front of the bus terminal

 

Onde dormir em Galle:

A maioria dos alojamentos estão situados no interior da muralha, mas com todos os locais focados na gama alta e média alta, e nos grupos que vêm em tours organizados o que não é nada convidativo para um orçamento “backpacker”.

Como a cidade de Galle, a chamada “new town” mostra pouco atractivos a opção foi para fazer esta visita a Galle Fort numa day-trip. Para quem está alojado nas praia da costa sudoeste, seja Bentota, Hikkaduwa, Narigama ou Mirrisa, Gale situa-se a uma distância razoável para ser feita de autocarro.

 

Onde comer em Galle:

Dentro do forte, a oferta aponta para restaurantes e cafés sofisticados, com preços muito superiores ao que se encontra do outro lado da muralha, mas claro que com outro conforto e requinte.

Assim a melhor alternativa é procurar um rice and curry num dos restaurantes da new-town, encontrando-se várias hipóteses mesmo junto ao terminal de autocarros ou nas ruas transversais, onde não é preciso caminhar mais de 500 metros para encontrar um bom rice and curry por 200 LKR.

Mesmo ao lado do terminal de autocarros encontram-se várias pequenas lojas e quiosques que vendem os habituais rotis e uma grande variedade de pastéis fritos, que servem sempre de refeição caso se chegue tarde e já tenha terminado o rice and curry.

Ir ao Durch Market em busca de fruta a preços locais não se revela viável, com os comerciantes habituados aos turistas e a cobrarem o dobro do preço. Também junto à estação se encontram vendedores de fruta onde os preços estão afixados… geralmente o preço não é por quilo, mas o que se encontra indicado é o numero de peças de fruta por 100 LKR, i.e. 5 maçãs por 100 rupias mas se forem maças grandes somente se conseguem 3 maças pelo menos preço… este é o sistema de venda de fruta no Sri Lanka!

Street near Galle Bus Terminal where you can find restaurants, snack stall and fruit vendors
Street near Galle Bus Terminal where you can find restaurants, snack stall and fruit vendors
rice and curry in Galle
rice and curry in Galle

Transportes em Galle:

Galle tem estação de comboios e é uma das mais importantes paragens na linha Colombo-fort para Matara. Contudo a frequência dos comboios e a dificuldade de garantir um lugar sentado, em especial aos fins-de-semana torna o comboio uma opção menos atractiva. Mas apesar destas desvantagens o comboio proporciona viagens mais calmas e relaxantes, longe da poluição, do trânsito e do constante barulho das buzinas, que todos os condutores utilizam intensivamente, incluindo os motoristas de autocarros. Muitas das vezes os comboios fazem percursos afastados dos meios urbanos e proporcionam as melhores vistas para a paisagem natural, contudo não cobrem a totalidade da ilha.

Mesmo em frente à estação de comboio encontra-se o Terminal de Bus, que tanto tem serviços de longo curso (para Colombo e outras cidades) como ligações às povoações vizinhas. O terminal à primeira vista confuso pela grande quantidade de gente está bastante bem organizado com placas indicando o destino de cada autocarro. Existe também um posto de informações no meio do terminal, no piso inferior, que fornece precisas informações sobre destinos, preços e horários.

Bus Galle – Mirrisa: 1 hora, 50 LKR

Bus Galle – (Narigama) Hikkaduwa: 30 minutos, 35 LRK

 

Como ir de Galle para Colombo:

Para quem está em Hikkaduwa, Narigama, Mirissa e outras praias espalhadas pela costa sudoeste e pretende ir para Colombo, tem várias alternativas:

  1. Apanhar um dos muitos autocarros que faz o percurso pela estrada nacional A2, Galle-Colombo, mas estes autocarros não são “expresso” ou seja fazem múltiplas paragens muitas das vezes recolhendo passageiros fora das paragens “oficiais”.

A viagem demora mais do que 4 horas, entre ultrapassagens perigosas e buzinadelas infernais. Não é garantido lugar sentado a não se que se comesse a viagem no inicio do percurso, por exemplo Matara ou Galle.

 

  1. Usar os autocarros a/c (pequenos veículos com ar-condicionado) que fazem também o percurso pela estrada nacional A2, como os autocarros “normais” mas não efectuam tantas paragens; o facto de as janelas irem fechadas sempre elimina a poluição e o barulho, tornando a viagem menos cansativa.

Oficialmente a viagem demora 3 horas, mas o mais provável é demorar perto de 4 horas, dependendo do trânsito na cidade de Colombo, uma vez que o autocarro tem que atravessar toda a cidade até chegar a Colombo-Fort onde é o terminal e que fica no extremo norte da cidade.

O autocarro inicia o percurso no Galle Bus Terminal, plataforma número 2.

Ticket Galle-Colombo-Fort: 275 LKR (3 horas)

 

  1. Existem um autocarro moderno e confortável com a/c, de Galle para Maharagama, e que faz o percurso pela expressway o que demora 1.45 horas e parte a cada 30 minutos do topo Este do Galle Bus Terminal.

Chegando a Maharagama, cidade situada a Sul de Colombo, é necessário mudar para um dos autocarros urbanos com destino a Colombo-Fort que tem que atravessar toda a cidade, pois o terminal bus fica no extremo norte da cidade, o que se revela uma longa viagem.

Ticket Galle to Maharagama: 375 LKR (1.45 hora)

Ticket Maharagama to Colombo Fort: 50 LKR (1 hora)

 

  1. Usar o comboio, mas com como nem todos os comboios param em todas as estações, o melhor é rumar a Galle e daí iniciar a viagem para Colombo. A questão dos comboio é sempre a mesma: conseguir um lugar sentado uma vez que os bilhetes para a 1ª classe (a única com lugares marcados) encontram-se geralmente esgotados com antecedência.

A viagem entre Galle e Colombo-Fort demora cerca de 3 horas.

Ticket Galle to Colombo-Fort: 180 LKR (em 2ª classe)

Gale Train Station
Gale Train Station
Train Schedule from Galle
Train Schedule from Galle
Train Schedule from Galle
Train Schedule from Galle
Gale Train Station
Gale Train Station
Train Schedule from Colombo
Train Schedule from Colombo
Train fares from Galle
Train fares from Galle

Galle population: 99.000

Galle elevation: 1 meter

Narigama Beach em Hikkaduwa

Hikkaduwa situada na costa sudoeste do Sri Lanka tornou-se popular pelas ondas que proporcionam condições para o surf, apresentando-se como uma alternativa mais económica e mais popular entre os backpackers do que outras praias como Bentota onde dominam os resorts e atraem muito mais gente… mas como tudo muda, Hikkaduwa também mudou e também se tornou popular passando a fazer parte do itinerários dos “pacotes” de férias, fazendo nascer hotéis e resorts, deixando se ser uma pacata vila de pescadores para passar a ser agitada e turística.

Como consequência as praias mais a sul, foram-se tornando mais populares, e também elas anteriormente vivendo da pesca passaram a conviver com o turismo.

Hikkaduwa beach
Hikkaduwa beach

Assim a paragem para experimentar as famosas praias do Sri Lanka foi em Narigama Beach, a uns escassos 5 quilómetros de Hikkaduwa, para quem segue em direção a sul pela infernal estrada nacional que liga Colombo a Galle (conhecida por Galle Road). De facto é difícil dizer quando acaba uma povoação e começa outra pois ao longo da estrada nacional, de intenso e veloz trânsito, alinham-se pela berma casas e mais casas, restaurantes, lojas, guest houses, hotéis, mercearias, agências de viagens, lojas de souvenires, etc… num sucessão interminável que pouco deixa ver da densa mancha verde de coqueiros que caracteriza a paisagem tropical desta zona do Sri Lanka.

Enquanto Hikkaduwa continua a atrair sufistas, que também entretanto foram descobrindo novos spots ainda mais a sul ao longo desta costa, Narigama Beach atrai mais casais e turistas mais velhos, dominado russos e alemães, que fugindo do reboliço de restaurantes e bares que animam a praia, procuram o sossego de uma praia quase vazia.

Sri Lanka_Narigama beach_DSC_6988
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle
road Hikkaduwa-Galle, onde mesmo com a sinalização gráfica e com o texto em várias línguas, muita gente se passeia pela berma da estrada nacional em fato de banho, desrespeitando as tradições Cingalesas

O Sri Lanka anuncia-se como um dos destinos com praias paradisíacas mas a sua posição geográfica de ilha no Oceano Índico entre o Mar Arábico e o Golfo de Bengala origina correntes fortes e poderosas ondas. Aqui, o mar tem a fama de ser perigoso, e num curto mergulho verifica-se que de facto é pouco seguro, com correntes muitos fortes e ondas cruzadas o que torna os banhos animados mas ao mesmo tempo arriscados. Para compensar a temperatura do mar é perfeita: quente mas não morna.

A praia de Narigama estende-se numa extensão de 3 quilómetros em direção a sul, num largo e contínuo areal, que à medida que se caminha vai tendo menor ocupação humana, ou seja menos hotéis e menos casas, uma vez que em termos de turistas estas praias não se podem considerar cheias.

Este extenso areal proporciona agradáveis caminhadas ao fim do dia, altura em que o sol abranda de intensidade escondendo-se por trás de um manto de nuvens ainda antes de atingir a linha do horizonte. É nesta altura do dia que o céu ganha cores fantásticas, em contraponto com o amanhecer, brilhante e subtil, o pôr do sol deixa um rasto surreal em que a natureza adquire cores que lhe são estranhas, mas que cria instantes de estranha atmosfera.

Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach
Narigama Beach

Onde dormir em Narigama Beach:

Ao longo da estrada nacional, assim como mais junto ao areal e também um pouco para o interior (com o inconveniente de ter que se atravessar a estrada nacional para chegar à praia) encontram-se dezenas de alojamentos, desde resorts, hotéis, boutique hotels, guest houses e muitas casas que alugam quartos. Os preços variam muito, mas consegue-se um quarto por 1000 LKR, caso se opte por uma guest house (ou homestay) podendo os preços ser negociados em época baixa ou caso se pretenda ficar por longo períodos de tempo.

Junto à praia ficam os alojamentos mais caros, mas caminhando e perguntando aos habitantes locais acaba-se por encontrar locais mais modestos e discretos que proporcionam boas condições a preços razoáveis.

O Hector’s Place é um desses locais, que agrupa um conjunto de pequenos casas/quartos, de diversos tipos e dimensões.O local é sossegado, a distância suficiente da estrada para não se ouvir o barulho automóvel, e a menos de 100 metros do mar, o que proporciona um constante fundo sonora proporcionada pela forte rebentação das ondas.

Um quarto duplo, com sala, varanda e casa de banho ficou em 2000 LKR.

Para quem circula a estrada nacional a entrada para o Hector’s Place localiza-se logo a seguir ao Ranmal Beach Hotel, para quem caminha no sentido de Hikkaduwa para Galle.Para quem caminha pela estrada o local não é fácil de encontrar pois não está identificado, mas caminhado pela areia encontra-se uma discreta placa “rooms available” perto de um dos postos de observação tipo “nadador-salvador” que funcionam num misto de actividade comercial vendendo roupa e côco ao mesmo tempo que parecem vigiar quem se banha no mar.

Narigama Beach
Narigama Beach just in front Hector’s Place a few steps from the sea
Hector’s Place . Narigama Beach
Hector’s Place. Narigama Beach
Hector’s Place . Narigama Beach
Room at Hector’s Place. Narigama Beach

 

Onde comer em Narigama Beach:

Encontrar comida local a preços razoáveis não é tarefa fácil nestas paragens, com o preço da comida extremamente inflacionado, onde um por um rice and curry se chega a cobrar 500 LKR em vez do habituais 150 LKR.

A maioria dos restaurantes oferece um misto de comida local com comida internacional, onde sobressai o peixe e o marisco.

Ao longo da estrada que liga Hikkaduwa a Narigama encontram-se muitos restaurantes, mas só depois de uma busca exaustiva se conseguiu encontrar um local que servisse rice and curry por 200 LKR… mais barato só apanhando o autocarro e indo à povoação de HikKaduwa. O local é popular entre a população local que desde cedo começa a aqui afluir para levar uma refeição em sistema de take-away, o que faz com que por volta das duas da tarde já não haja mais comida. O arroz, em vez do habitual arroz-branco é o chamado red-rice, um pouco mais saboroso, mas o destaque vai para os caris, que variaram todos os dias, por vezes usando o jack-fruit e as suas sementes como ingrediente, outras abóbora mas sempre acompanhado pelo tradicional sambol, um condimento picante à base de côco fresco ralado. O local não tem nome nem nenhuma indicação em inglês e passa facilmente despercebido. A comida é deliciosa e picante, como manda a tradição Cingalesa.

Rice and curry restaurant
Rice and curry restaurant… onde nenhum sinal identifica que aqui se serve um dos melhores “rice and curry” da zona, com um preço aceitável e servido em ambiente familiar
Rice and curry
Rice and curry, servido num anónimo e discreto restaurante de “beira-de-estrada” mas que é popular entre a população local que rapidamente esgota a comida

 

O restaurante No Name, situado também à beira da estrada serve kotu em generosas e apetitosas doses, assim como rotis nas variantes vegetariana, com carne, peixe ou com banana e chocolate, uma variação ao gosto ocidental.

De facto a refeição mais fácil e mais barata é sem duvida os rotis e os kotus, que são mais populares como jantar, enchendo os vários restaurantes que se especializam neste tipo de comida; todos situados ao longo da estrada nacional e sofrendo do mesmo problema que é o desconforto causado pela constante passagem de camiões, autocarros, carros, motas e tuk-tuks quase sempre a excessiva velocidade, a somar aos desconforto causado pelo constante buzinar.

Mas a vila de Hikkaduwa continua a ser o “centro” da actividade com estação de comboios, terminal de autocarros, bancos e comércio local, sendo uma boa opção para encontrar refeições a preços razoáveis, assim como o mercado de fruta e legumes. E é sem dúvida o local certo para apreciadores dos tradicionais snacks Cingaleses, à base de fritos, recheados de deliciosos e extremamente picantes caris.

snack stall. Hikkaduwa
snack stall @ Hikkaduwa

Junto ao terminal de autocarros a milk bar vende o tradicional curd, um iogurte mais espesso e com mais gordura do que o que estamos habituados, e que vem em potes de barro. O preço está afixado para que não haja duvidas e o “pote” mais pequeno, de meio quilo custa 150 LKR.

Milk Bar. Hikkaduwa
Milk Bar. Hikkaduwa
Curd from buffalo milk. Hikkaduwa
Curd from buffalo milk. Hikkaduwa

Como chegar a Hikkaduwa:

Hikkaduwa pode ser alcançada tanto de comboio como de autocarro, havendo ligações directas com a cidade de Colombo. Vindo de sul, existem também autocarros e comboios desde Matara e Galle.

A viagem de comboio de Colombo-Fort até Hikkaduwa demora 3 horas e o percurso é feito sempre junto à costa pelo que é preferível escolher um lugar do lado direito da composição. Saindo da estação de comboios de Hikkaduwa encontra-se um pequeno terminal de autocarros com destino a Matara, Mirissa, Galle parando nas pequenas povoações intermédias.

Hikkaduwa Bus Terminal
Hikkaduwa Bus Terminal

Como ir de Narigama para Hikkaduwa:

A melhor opção é usar um dos muitos autocarros que constantemente passam na estrada nacional com destino a Hikkaduwa e a outras povoações mais a norte.

Existe também uma estação de comboios que fica mais perto da praia de Narigama: Thiranagama. Mas dada a pouca frequência dos comboios a melhor opção é usar o autocarro cuja elevada frequência num faz esperar os passageiros mais do que 5 minutos na paragem.

A viagem de Narigama para Hikkaduwa demora 10 minutos e custa 8 LKR.

 

Como ir de Narigama para Galle:

De Narigama para Galle como para Hikkaduwa a frequência dos autocarros é elevada, nunca se esperando mais do que 5 minutos.

Encontrar uma paragem pode ser uma tarefa um pouco mais difícil, pois nem sempre existe um abrigo ou placa que identifique o local onde os autocarros param, no entanto, basta seguir as marcações no chão a amarelo, em que o local de paragem está definido como um rectângulo.

A viagem de Narigama para Galle demora 30 minutos e custa 35 LKR.

Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama

Da montanha para a praia… de Kandy para Hikkaduwa de comboio

Ir de comboio de Kandy para as planícies junto à costa de Hikkaduwa revelou-se uma epopeia que durou mais de 9 horas para percorrer os 250 quilómetros que separam os dois locais e implicou apanhar três comboios e fazer dois curtos percursos de autocarro.

Kandy fica no chamado “Hill Country” região montanhosa, de florestas e plantações de chá que domina o centro-sul do país. À volta, seja em que direcção for, estendem-se as planícies de clima tropical que terminam no mar.

Mas dada a orografia do país, a pouco eficaz rede viária e a estrutura do sistema de exploração de transportes, para ir de Kandy para as praias situadas na costa sudoeste é inevitável ir a Colombo, seja para mudar de comboio ou para mudar de bus.

Apesar de parecer pouco organizado e de ser muito lento os autocarros são um bom meio de transporte no Sri Lanka, com serviços cobrindo todo o território com elevada frequência, não sendo necessário esperar mais do 15 minutos cada vez que se tem que mudar de autocarro num terminal de bus, que estão sempre localizados no centro das cidades. O inconveniente dos autocarros é que não existem serviços expresso, pelo que as viagens se tornam longas e cansativas com múltiplas paragens para recolher passageiros e que não se limitam somente aos locais de paragem “oficiais” mas que ocorrem em qualquer sitio onde esteja alguém à espera de autocarros. Os autocarros da companhia estatal (SLBT identificável pela côr vermelha dos autocarros) não têm este problema, mas também não oferecem ligações “expresso” entre as principais cidades.

As estradas que ligam as principais cidades encontram-se em bom estado, mas tendo somente duas faixas de rodagem mostram-se a maior parte das vezes insuficientes para o tráfego existente, dominado essencialmente por autocarros, camiões motas e tuk-tuks, que se ultrapassam em arriscadas manobras, com acelerações e travagens constantes que tornam qualquer viagem cansativa e desconfortável.

As estradas mais movimentadas, como por exemplo Colombo para Kandy encontram-se ladeadas de ambos os lados por habitações, edifícios e comércio o que faz com que ao longo da estrada haja um constante movimento de pessoas e veículos que amiúde ocupa a estrada, tornado ainda mais complicado o fluir do trânsito, e tornando as viagens mais longas.

O comboio é uma verdadeira relíquia deixada pelo colonialismo britânico e mantida quase intacta, com somente algumas carruagens mais recentes “made in china”. As estações, os painéis informativos, os bilhetes e acima de tudo o sistema de exploração totalmente arcaico onde todas as linhas irradiam de Colombo, com os comboios a iniciarem e terminarem o serviço na capital, sendo sempre necessário mudar para outro comboio caso se queira seguir noutra direção. Mantendo a mesma filosofia também não há desdobramentos de linhas ou seja, mesmo havendo um troço com muita procura não faz com que haja mais comboios a fazer esse serviço. O mesmo se aplica a fins-de-semana e feriados, em que o numero de passageiros aumenta com as deslocações para visitar familiares ou locais religiosos, sem que haja mais comboios, fazem com que os comboios andem quase sempre sobrelotados na 2ª e 3ª classe.

Comprar bilhetes para as carruagens de 1ª classe, as únicas com lugares reservados têm que ser feito com mais de um mês de antecedência o que empurra os turistas para as agências de viagens que os reservam com antecedência cobrando elevadas comissões. Ou seja para quem não vai num tour organizado não tem hipótese de ter um lugar reservado nos comboios do Sri Lanka, restando competir por um lugar ou muitas das vezes lutar para conseguir entrar no comboio.

Contudo o preço de um bilhete de comboio é extremamente barato, com uma viagem de 250 km fica em 600 LKR (aproximadamente 3.7€) e com o comboio a fazer percursos mais interessantes do que os autocarros, em especial nas zonas montanhosas.

 

3rd Class train. Sri Lanka
3rd Class train. Sri Lanka
Train departure time @ Galle Train Station
Train departure time @ Galle Train Station
Hatton Train Station
Hatton Train Station
Train Schedule @ Galle Train Station
Train Schedule @ Galle Train Station
Haputale Train Station Staff
Haputale Train Station Staff
Sri Lanka_Train ticket_DSC_7084
Sri Lanka Train ticket

Como ir de Kandy para Colombo de comboio:

A estação de comboios de Kandy está confortavelmente localizada no centro da cidade e pode ser alcançada a pé ou recorrendo aos autocarros locais que passam com grande frequência nas ruas principais da cidade. Não existem indicações ou abrigos que indiquem onde se localizam as paragens de autocarros, pelo que o melhor é perguntar à população local, ou simplesmente estender o braço quando se avista um autocarro e simplesmente perguntar “train station?”.

Para quem está alojado na encosta sul do lago ao longo da Saranankara Road, basta descer até à estrada principal junto ao lago e espera por um dos muitos autocarros que aí passam. O bilhete custa 8 LKR, e o autocarro pára a curta distância da estação de comboios. A alternativa são os tuk-tuk, mas que não cobram menos do que 100 LKR.

Os bilhetes para 2ª e 3ª classe começam a ser vendido uma hora antes do inicio da viagem. Os primeiros comboios da manhã têm sempre mais procura dos que iniciam o percurso mais tarde, pelo que é melhor estar preparado para enfrentar um grande fila na bilheteira.

Como não há lugares reservados é conveniente chegar cedo para arranjar lugar sentado, caso o comboio tenha inicio na estação de Kandy, caso contrário o mais provável é fazer parte da viagem de pé.

A viagem entre Kandy e Colombo é bastante agradável, com grande parte do percurso entre zonas montanhosas repletas de verde, com vistas soberbas sobre vales e os picos mais elevados, caso se consiga um lugar junto à janela, do lado esquerdo, que quem viaja no sentido de Colombo.

A estação de Kandy é pequena, de fácil orientação e sem movimento significativo.

De Kandy para Colombo o comboio demora perto de 4 horas, chegando um pouco depois da hora prevista.

Train ticket: 600 LKR (inclui a viagem de Kandy até Colombo Fort e de Colombo Fort to Hikkaduwa)

 

Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Kandy Train Station
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo
Train trip from Kandy to Colombo

Como ir de Colombo para Hikkaduwa de comboio:

Chegando a Colombo Fort, a principal estação de comboios da capital é necessário descobrir onde pára o comboio com destino a Matara, que passa em Hikkaduwa, e dado que não existe sinalização adequada e é difícil localizar funcionários, não resta outra hipótese do que perguntar aos outros passageiros, que tudo fazem para ajudar.

Como o primeiro comboio que chegou com destino a Matara estava completamente cheio, o que é frequente nos fins-de semana, a solução foi confiar na ajuda de um dos passageiros que tinha o mesmo destino: apanhar um comboio no sentido contrário até à estação de origem do comboio com destino a Matara, Maradana Station, situada a uns 10 minutos. Aí foi esperar pelo próximo comboio que passasse em Hikkaduwa.

A viagem é bastante agradável com a linha a fazer a maioria do percurso ao longo da costa com vista para o mar.

Chegando a Hikkaduwa, saindo da estação encontra-se do outo lado da rua um pequeno terminal de autocarros. Para ir para as praias de Narigama ou Trianagama, um pouco mais a sul da movimentada Hikkaduwa, basta apanhar um dos autocarros que passam na estrada principal junto ao terminal com destino a Galle.

Bus ticket Hikkaduwa-Narigama: 8 LKR

Colombo-fort Train Station. Sri Lanka
Colombo-fort Train Station. Sri Lanka
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Hikkaduwa bus terminal, on the road Colombo-Galle
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama
Bus from Hikkaduwa to Galle that stops in Narigama

Kandy: o lago e o dente

Sem motivo aparente há locais que não cativam, que não estimulam, que nos tiram energia… apesar de racionalmente nada apresentarem de negativo. E Kandy é um desses locais, onde tem tudo para ser agradável: um lago central, encostas de densa vegetação, um centro animado em termos de comércio, autêntica vida local, diversos locais históricos, património… mas mesmo assim Kandy não deixou saudades, mas mais um conjunto de sensações negativas.

Desta imagem salvou-se o lago que proporciona passeios mais ou menos agradáveis, se se conseguir esquecer o  barulho de autocarros e buzinas que constantemente passam na estrada que circunda o lago, e as cores com que a paisagem se tinge depois do pôr do sol.

Kandy Lake
Kandy Lake

 

Kandy Lake
Kandy Lake

Kandy tem a fama de ser a capital cultural do Sri Lanka, mas uma visita de alguns dias não revelou manifestações culturais significativas apesar de ser evidente a presença do colonialismo britânico nos edifícios públicos e outros convertidos em hotéis e zonas comerciais. Contudo Kandy mantem a sua importância no panorama nacional por ter sido a capital de um dos maiores reinos que governou o Sri Lanka, tendo resistido durante bastante tempo aos ataques dos invasores: inicialmente os portugueses, seguidos dos holandeses e culminando com os britânicos que somente abandonaram o território em 1948.

Mas o que sobressai em Kandy é a religião, pois este é considerado um dos principais locais sagrados do Sri Lanka para a religião budista, pois é aqui que se encontra a famosa relíquia de Buddha, um dente salvo no processo de cremação, que no meio de muitas peripécias foi trazido para a ilha e encontrando-se guardado no chamado Buddha Tooth Relic Temple, mesmo no centro da cidade junto ao Kandy Lake.

Apesar da proximidade com a vizinha Índia, a religião dominante no Sri Lanka é o Budismo seguido por 70% da população; segue-se o hinduísmo com 8%, os muçulmanos com 7% e a restante população dividida pelas várias correntes do cristianismo deixado pela presença portuguesa, holandesa e britânica.

Buddha Tooth Relic Temple
Buddha Tooth Relic Temple
Buddha Tooth Relic Temple
Buddha Tooth Relic Temple

Kandy com a sua localização entre montanhas mas a baixa altitude proporciona um clima ameno que contrasta com as temperaturas sempre elevadas da capital, Colombo, situada somente a 115 quilómetros. Mesmo os Invernos não são demasiado frios como noutras partes do chamado “Hill Country”.

Dado que a principal atracção da cidade é o Buddha Tooth Relic Temple, cuja entrada para estrangeiros custa 1500 LKR (10$) o que a coloca fora do itinerário “backpacker”; acresce o fact de em Singapura existier um outro “dente” de Buda que pode ser visitado gratuitamente, independentemente da nacionalidade de cada um.

Sobraram assim os passeios pelas ruas da cidade, observando a azáfama das cargas e descargas, a visita ao mercado de frescos, a observação do modo de vida local e a degustação de apetitosos snacks (rotis, samossas, vadai, parippuvada, etc…) que aqui tanto servem como pequeno-almoço como podem ser consumidos no intervalo das refeições, encontrando-se à venda m pouco por todo o lado, tanto em vendedores ambulantes como e restaurantes e cafés… onde Kandy revelou ter a melhor qualidade e oferta.

Kandy_DSC_6940
Kandy Lake
Kandy Lake
Kandy Lake
Kandy
Kandy City center
Kandy
Kandy
Kandy
Kandy
Kandy Market
Kandy Market
Market. Kandy
Peixe seco no Kandy Central Market. Kandy
Market. Kandy
Market. Kandy
Street Food. Kandy
Street Food. Kandy
South Kandy Lake Road
South Kandy Lake Road

Onde dormir em Kandy:

Kandy tem muitas opções em termos de alojamento. No centro da cidade num raio de 2 quilómetros do Clock Tower Bus Terminal existem alguns hostel com quartos partilhados (dorms), desde 900 LKR. De resto no centro da cidade os restantes alojamentos são de gama superior com excepção do Olde Empire, que cobra demasiado para as condições oferecidas.

A maioria das homestays situam-se na encosta sul do lago, ao longo da Saranankara Road, com os preços a variar bastante em função dos quartos e do facto de terem ou não vista sobre o lago. Têm o inconveniente de obrigarem a uma caminhada até ao centro de Kandy, de 10 minutos ou mais caso se situarem no topo da colina. Para ficar numa homestay é conveniente fazer uma reserva durante a época alta pois neste tipo de alojamento existem mais do que três ou quatro quartos.

 

Pink House (homestay)

Address: 15 Saranankara Road, South Kandy Lake, 20000 Kandy

Phone: +94 77 961 8552

Boa localização, no inicio da colina do lado sul do lago, não muito longe da estrada mas suficientemente afastada para não se ouvir o barulho das buzinas. Desde o Bus Terminal como da Train Station é uma distância possível de ser feita a pé, mas autocarros passam na estrada principal e o bilhete custa 8 LKR. Para se chegar ao centro da cidade, local mais próximo com restaurantes, ATMs e comércio não se demora mais do que 10 minutos a pé, num percurso feito ao longo do lago.

O ambiente é familiar, numa atmosfera descomprometida e simpática, ideal para quem gosta de participar no quotidiano familiar e conhecer melhor o modo de vida local.

Os quartos variam em tamanho e conforto, mas são todos com casa de banho partilhada. Os quartos junto à entrada da casa são os mais agradáveis ao passo que os que se situam na parte das traseiras, depois do pátio, são pequenos e desconfortáveis. Refeições podem ser encomendadas com antecedência à proprietária.

Quarto duplo: 1200 LKR

Casa-de-banho partilhada; chuveiro com água quente.

Wi-fi disponível mas extremamente lento.

Pink House homestay. Kandy
Pink House homestay. Kandy
Pink House room. Kandy
Pink House room. Kandy

 

Olde Empire Hotel

Address: 21 Temple St, 20000 Kandy

Phone: +94 77 632 1867

Óptima localização no centro da cidade mesmo em frente ao Buddha Tooth Relic Temple. Contudo bastante barulhento devido à proximidade com uma das avenidas principais da cidade. Os melhores quartos situam-se no piso superior, alguns com vista para a entrada do templo, mantendo o estilo antigo e colonial dado pela pesada mobília e pelo soalho de madeira de onde emana o cheiro da cera. Os quartos situados no piso inferior não têm janelas, somente uns respiradores na parede junto ao tecto, que eliminam qualquer hipótese de privacidade entre os quartos assim como permitem a entrada de mosquitos, do frio da noite (em Dezembro e Janeiro as noites são frias em Kandy) e do barulho da rua, de vozes, motores, buzinas…

O staff é pouco simpático e pouco útil em termos de informações.

Quarto duplo (piso superior): 3000 (com casa-de-banho)

Quarto duplo (piso superior): 1800 (com casa-de-banho partilhada)

Quarto duplo (piso inferior): 2000 (com casa-de-banho)

Não há água quente no duche, quer nos quartos quer na casa-de-banho partilhada.

No Wi-fi

Atenção: alguns quartos têm bed-bugs (percevejos), mas à data da estadia (Janeiro 2016) estavam a ser feitas grandes limpezas com substituição de colchões.

Olde Empire. Kandy
Olde Empire. Kandy
Olde Empire. Ground floor corridor. Kandy
Olde Empire. Ground floor corridor. Kandy

Onde comer em Kandy:

Também em termos de restaurantes Kandy oferece muitas opções, desde restaurantes sofisticados, cadeias internacionais de fast-food, comida indiana, a restaurantes locais com ementa para todos os orçamentos. Dada a influência da religião budista assim como do hinduísmo é muito fácil encontrar comida vegetariana.

Pela novidade e pela atmosfera sobressaiu o Kandy Muslim Hotel (no Sri Lanka assim como no Sul da Índia a palavra “hotel” refere-se a restaurantes simples, despretensiosos e baratos), onde se podem encontrar ao longo do dia os populares roti nas suas muitas variantes com diferentes formatos e recheios e os kottu, cuja preparação é sempre envolta em muito barulho com o cozinheiro oferecendo um pequeno show.

Como o nome indica o espaço é gerido por muçulmanos de longas barbas e muita simpatia, que juntamente com a patina e decoração do restaurante criam uma boa atmosfera, que acompanha os apetitosos pratos, que não são recomendáveis a que seja sensível ao picante ou a quem não goste de comida “gordurosa”!

 

Kandy Muslim Hotel

Address: Dalada Vidiya (no centro de Kandy a curta distância da Clock Tower)

Óptimo para rotis e kottus, mas onde também se podem encontrar outras refeições como fried rice, caris, lentilhas, legumes e carne ou não fosse este um restaurante muçulmano!

Ambiente local, informal, barato mas barulhento.

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Kotu and Roti at Kandy Muslim Hotel
Muslim Hotel. Kandy
Muslim Hotel. Kandy

 

Devon Restaurant & Bakery

Address: 11, Dalada Vidiya (no centro de Kandy a curta distância da Clock Tower e do lado oposto ao Muslim Hotel)

O restaurante fica no primeiro andar, mas o melhor situa-se ao nível da rua onde num ambiente de café se vendem deliciosos snacks (vegetarianos, com carne ou com peixe). De manhã as pessoas fazem fila para o take–away. Como abre às 6 a.m. é uma boa opção para abastecer de comida para as longas viagens de comboio ou de bus que são incontornáveis para quem viaja no Sri Lanka. Cada um destes snacks custa entre 30 a 40 LKR.

Devon Restaurant. Kandy
Devon Restaurant. Kandy

 

A estadia em Kandy proporcionou também tempo para saborear diversas variações do popular rice and curry, que se pode considerar o prato nacional do Sri Lanka, e que se encontra em todos os restaurantes, seja qual for a categoria.

Como o nome indica trata-se de arroz acompanhado de uma, duas ou mais variedades de caril, pol sambol (um tempero picante à base de côco) ou gotukola sambol (um mistura crua de um legume de folha verde com côco e chilli).

Servido desde a manhã o rice and curry é mais popular como almoço, mas raramente se encontra ao jantar nos restaurantes.

Rice and curry
Rice and curry

 

Transportes:

Kandy está servida por caminho de ferro, numa ligação directa com Colombo e a meio caminho do chamado Hill Country. Apesar da curta distância que separa Kandy da capital a viagem de comboio demora mais de 4 horas. A alternativa é são os autocarros que dependendo do trânsito podem demorar mais tempo. De Colombo-Fort partem autocarros com ar-condicionado que fazem menos paragens ao longo do percurso e que demoram entre 3.5 a 4 horas, 265 LKR .

Existem 3 terminais de autocarros em Kandy, todos localizados no centro da cidade, e perto da estação de comboios. O Goods Shed Bus Terminal e o terminal de autocarros privados (Private Bus Terminal) funcionam para serviços de longa distância. O terminal de autocarros 500 metros mais a norte, junto à Clock Tower – Clock Tower Bus Stop – é destinado ao serviço urbano e sub-urbano.

Tanto de qualquer dos terminais de autocarros como da estação de comboios é relativamente fácil chegar ao centro da cidade, ou seja ao lago, e daí optar pela zona urbana que fica do lado esquerdo, ou caminhar para o lado direito e aceder à colina onde se concentram a maioria das homestays e guest houses.

Kandy train Station
Kandy train Station
A/C bus Colombo-Kandy
A/C bus Colombo-Kandy

 

População: 112.000

Altitude: 500m

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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