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Stepping Out Of Babylon

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Resultados de pesquisa para: Camboja

Angkor

Angkor, que em khmer significa “cidade”, funcionou durante os séculos IX e XV como a capital do Império Khmer, até 1431, altura em que foi saqueada pelos tailandeses, que mantiveram o domínio sobre esta região até 1907, altura em que passou a ser governada pelos franceses. Mas somente no final do século XIX, Angkor começou a ser famoso atraindo visitantes o que levou ao inicio dos estudos e do desenvolvimento de muitos projectos de restauro destas ruínas que com esquecimento quase foram conquistadas pela selva.

O mais popular dos templos que constituem actualmente as ruinas da cidade de Angkor é sem dúvida Angkor Wat, mas a jóia da coroa é o conjunto de edifícios Angkor Thom, de onde se destaca o Bayon.

Dada a vastidão da área que se estende por cerca de 300 quilómetros quadrados, se bem que os mais importantes estejam situados relativamente próximo da cidade de Siam Reap, a opção para a maioria das pessoas que não visita Angkor integrada numa excursão, é alugar um tuk-tuk ou ir de bicicleta, dado que a distância até à entrada do parque arqueológico é de aproximadamente dez quilómetros.

Existem várias opções em termos de bilhetes: de um dia (20$), três dias (40$) e de sete dias (60$). Optei por um bilhete de três dias, tendo no primeiro visitado Banteay Srey e Kbal Spean, que se situam longe do núcleo central, recebendo por isso menos visitantes, mas obrigando ao aluguer de um tuk-tuk, para alcançar os 50 quilómetros que distam de Siem Reap. Os restantes dois outros dias foram destinados à visita de Angkor Thom, Preah Khan, Ta Prohm, Banteady Kdei, Sras Srang, Pre Rub, e claro, o famoso Angkor Wat, onde optei por assistir ao nascer do sol.

Sem duvida que a melhor opção para quem visita os templos de Angkor, é iniciar o dia bem cedo, pouco depois das cinco horas da manhã, altura em que se pode fazer o percurso até às ruínas, sob o fresco da madrugada, e aproveitar o inicio da manhã, tanto pela elevada temperatura que caracteriza esta altura do ano, que depois das dez horas tornam o percurso penoso, como para poder usufruir do espaço antes da chegada dos grandes grupos de visitantes que chegam em grandes autocarros de turismo.

Algum dos núcleos de ruínas encontram-se em trabalhos de restauro, muitos com o financiamento de países como a Índia, Coreia e Japão, o que torna por vezes o local num misto de parque arqueológico e estaleiro de construção civil.

Por todo o lado, à entrada dos templo e na área circundante existem inúmeros vendedores de recordações, como postais, roupa, fruta, bebidas, quadros que insistentemente perseguem os turistas na esperança de alguma venda. Nos locais mais importantes cria-se uma espécie de mercado, que para além da venda de roupa e de recordações relacionadas com os templos, oferecem muitas opções em termos de restaurantes e cafés, todos com os preços um pouco inflacionados, oferecendo um menu com várias opções de comida khmer e ocidental.

Angkor
Angkor

 

Angkor

 

Angkor
Angkor

 

Angkor

 

as estradas que ligam os vários templos, encontram-se rodeadas de floresta cujo verde contrasta com o vermelho ferroso do solo, fornecendo algum abrigo ao inclemente sol que torna os dias, nesta altura do ano, extremamente quentes

 

Estacionamento junto a Angkor Thom

 

Umas das muitas bancas de venda de roupa e demais recordações do Camboja, situadas à entrada do templos mais populares, onde os turistas são insistentemente abordado por vendedores, muitos deles crianças

 

A habitual concentração de motoristas de tuk-tuk e de vendedores à entrada dos principais templos de Angkor
A habitual concentração de motoristas de tuk-tuk e de vendedores à entrada dos principais templos de Angkor
integradas na área do parque arqueológico existem pequenos aglomerados de casas, completamente à margem o itenerário turístico, onde a vida mantém um ritmo sonolento e as crianças se aproximam da estrada para acenar e sorrir a quem por aqui se aventura. No guiador da bicicleta está pendurado um delicioso sumo de cana de açúcar… hum… uma delícia refrescante!!!

 

Angkor

 

Angkor

 

Bilhete de três dias para visitar os templos de Angkor

Siem Reap (Pt)

A cidade de Siem Reap remonta ao século XVI, altura em que o império Khmer dominou o que é hoje o Laos, o Camboja e parte da Tailândia e do Vietnam, cujo nome significa literalmente “derrota de Sião”, nome pelo qual o Reino da Tailândia era designado à época, e que ainda hoje é invocado.

Com a presença francesa a cidade, até então com pouca importância, ganho relevância e passou a ser uma das principais cidades da então chamada Indochina, em especial quando a partir dos anos . Actualmente, Siem Reap é a terceira maior cidade do Camboja com cerca de 800 mil habitantes, devendo o seu crescimento e popularidade à proximidade com os templos de Angkor, que a tornam como base para os visitantes que aqui se deslocam para visitar as ruínas da principal cidade do império Khmer.

Da presença francesa ficaram as ruas dispostas ortogonalmente, amplas e ladeadas de árvores, onde sobressai a zona mais antiga da cidade, localizada junto ao rio que partilha do mesmo nome da cidade, onde os quarteirões são ainda ocupados por edifícios de estilo colonial, originalmente destinados a habitação e comércio, sendo actualmente ocupadas por restaurantes, cafés, bares e lojas, maioritariamente destinadas aos visitantes.

É nesta zona que se situa o chamado Old Market, onde pouco resta da venda de produtos alimentares, sendo quase totalmente ocupada por bancas de venda de artesanato, roupa, acessórios e demais recordações destinadas aos turistas, à semelhança de outros mercados que se encontram nas cidades Chiang Mai, Luang Prabang. Contudo apesar dos artigos vendidos serem em tudo semelhantes aos destas cidades, adquirem aqui a designação de khmer, desde as calças, ao café.

Apesar de actualmente ser a cidade mais turística do país, o que a torna moderna e cosmopolita, Siem Reap mantem uma identidade própria que espelha o que é hoje o Camboja, um país pobre mas orgulhoso.

Siem Reap
Siem Reap
Siem Reap, onde para além do Old Market, existem pelo menos maims três mercados semelhantes, maioritariamente destinados aos visitantes estrangeiros

 

Old Market, onde para além das bancas situadas no seu interior se encontra rodeados de lojas e de restaurantes
Old Market, onde para além das bancas situadas no seu interior se encontra rodeados de lojas e de restaurantes

 

Siem Reap, quarteirão francês

 

Uma das muitos antigos edificios deixados pelo colonialismo francês, hoje em dia funcionado como lojas e restaurantes

 

Old Market, onde para além das bancas situadas no seu interior se encontra rodeados de lojas e de restaurantes
Old Market, onde para além das bancas situadas no seu interior se encontra rodeados de lojas e de restaurantes

 

Uma das melhores formas de conhecer a cidade, que não sendo muito grande ainda se estende por muito para além do centro histórico, é de bicicleta, o que requer alguma adaptação às regras com que a circulação obedece, onde não é raro encontrar motas em sentido contrário
Uma das melhores formas de conhecer a cidade, que não sendo muito grande ainda se estende por muito para além do centro histórico, é de bicicleta, o que requer alguma adaptação às regras com que a circulação obedece, onde não é raro encontrar motas em sentido contrário

 

No meio do quarteirão francês, a rua mais popular e movimentada é sem duvida a chamada "pub street"
No meio do quarteirão francês, a rua mais popular e movimentada é sem duvida a chamada “pub street”

 

Uma das muitas ofertas de entretenimento oferecidas aos visitantes

 

Quarteirão francês de Siem Reap

 

Rio Siem Reap que atravessa a cidade

 

Siem Reap

 

Siem Reap

 

Junto a um dos templos de Siem Reap, vários casais esperam, envergando roupa tradicional Khmer, para efectuarem a tradicional cerimónia que marca o inicio do noivado

 

Alojamento:

Garden Village Guest House

Quartos com e sem casa de banho: vários preços até 18$

Dormitórios: 1$ (ao ar livre+rede mosquiteira), 2.5$ (colchão no chão+rede mosquiteira+ventoinha), 3$

Free wi-fi, bar, restaurant

Aluguer de bicicletas: 1$ ou 2$ (mountain bike)

https://www.facebook.com/GardenVillageGuesthouse

Garden Village Guest House
Garden Village Guest House
Garden Village Guest House
Garden Village Guest House

 

 

 

Sobre o Laos

Moeda

Nos primeiros dias, a moeda do Laos, o kip, pode ser uma verdadeira dor de cabeça, pelo elevado numero de zeros que se inscreve nas notas resultante da desvalorização da moeda, fazendo com que nada custe menos do que 1000 kips e onde a nota mais pequena é de 500 kips; não existe circulação de moeda em metal…. só papel, donde resultam verdadeiros molhos de notas, que efectivamente pouco valor: por exemplo, uma sopa de noodles, consumida num restaurante de rua custa cerca de 10.000 kips.

Contudo, para compensar esta confusão há a honestidade demonstrada em geral pela população, tanto no que se refere ao preço dos artigos, que nunca está assinalado, como em relação aos trocos, não tendo durante esta estadia tido qualquer suspeita ou desconfiança, para alguém de uma ou outra situação em que a barreira linguística pode ter levado a mal-entendidos…

Mais uma vez, as situações que suscitaram mais desconfiança foram sempre com os condutores de tuk-tuk ou de songthaews, cujo preço tem que ser negociado, mas que mesmo assim é sempre exageradamente elevado, se comparar-mos com o que a população local paga.

Língua

Baseada na língua tailandesa mas sujeita á influência dos países vizinho, o Lao apresenta uma sonoridade e uma grafia distinta. Grafia esta que se estende também à numeração.

Apesar da pouca riqueza e do fraco desenvolvimento que o país apresenta, é bastante fácil encontrar pessoas, em especial nas gerações mais novas, a falarem inglês, pelo menos o essencial para obter informações e ter uma simples troca de palavras, se bem que apesar da simpatia demonstrada é raro alguém da população estabelecer contacto verbal com os estrangeiros, talvez por timidez, talvez por razões culturais que os levam a ser discretos e comedidos nas manifestações sociais, ou talvez porque simplesmente não estão minimamente interessados em saberem de nós, ocidentais.

A preguiça reinou, e a língua tonal não ajudou, a que nesta estadia de trinta dias houvesse disponibilidade para aprender algumas palavras básicas em Lao. Ficou a saudação “sabaydee” e o obrigada “kop chai”.

Economia

Apesar dos quase 237 quilómetros quadrados (cerca de 2.5 vezes maior do que a área de Portugal), o Laos é um país relativamente pequeno, em comparação com a área dos países com que faz fronteira, com excepção do Camboja.

Em termos de população é o que apresenta o menor numero de habitantes, não chegando aos 7 milhões, com 700 mil concentrados na capital, Vientiane, sendo a segunda maior cidade, Pakse somente com 88 mil habitantes, o que representa que grande parte da população se encontra espalhada pelas zonas rurais, e dá relevo à importância que a agricultura mantem no país, que sem acesso ao mar, se encontra sujeito à pressão económica dos países vizinhos, em especial da China e da Tailândia.

Verificam-se muitos investimentos dos países vizinhos e mesmo de outros países europeus e asiáticos, em especial na construção de estradas e pontes.

Os efeitos deixados pelas guerras, tanto contra a colonização francesa, como a intervenção americana durante a guerra do Vietnam, seguido de um regime ditatorial de inspiração comunista, fazem deste país um dos mais pobres do sudoeste asiático, onde a esperança média de vida ronda os 60 anos.

A agricultura é fundamentalmente focada no cultivo de arroz, que se ocupa a maior parte do solo do centro e do Sul do país, sendo a orografia do norte demasiado montanhosa para a produção em larga escala deste cereal. A avaliar pelo devastação que se observa na floresta, em especial no centro e no sul do país, a madeira é também uma importante fonte de rendimento da população, continuando a ser a principal matéria prima usada na construção das casas, e indispensável para a confecção da comida e para aquecimento, nas zonas onde o clima das montanhas faz baixar as temperaturas.

O aumento do turismo, tanto de originário dos países ocidentais como da China e da Tailândia, que tem vindo sempre a crescer nos últimos anos, representa um papel importante na economia deste país com poucos recursos naturais, para além da floresta e dos rios.

Presença Francesa

Dos cerca de sessenta anos que durou a presença francesa no Laos, e que se estendeu ao Camboja e ao Vietname, constituindo a Indochina, ficaram alguns vestígios em termos de arquitectura, não só em termos de edifícios, com as suas típicas portadas de madeira usadas em portas e janelas, mas também no ortogonal desenho das ruas de algumas das cidades.

Mas a língua, que ainda é falada por um elevado numero de pessoas, é sem duvida o maior legado da presença francesa, encontrando-se com frequência inscrita junto a instituições oficiais e culturais, se bem que a nova geração está gradualmente a adaptar o inglês, em especial nas zonas com mais contacto com o turismo.

Em termos de gastronomia, é fácil de encontrar, nas cidades mais cosmopolitas, como Vientiane e Luang Prang uma grande oferta de restaurantes de cozinha francesa, pastelarias e cafés com esplanadas, mas que claramente estão vocacionados para os turistas. O que realmente se democratizou em termos gastronómicos foi sem dúvida o consumo de pão (coisa que na vizinha Tailândia tem pouca expressão) em especial a baguette, e que se pode encontrar à venda em todas as povoações, tanto para ser consumida em casa como vendida em sandes, cujo recheio segue o paladar da comida do Laos, com muitos pedaços de carne, gordura e vísceras, molhos e pastas de porco e peixe.

Escola em Si Phan Don

 

Vientiane

 

Savannaket

 

Champasak

Si Phan Don. Don Det

A zona de Si Phan Don, conhecida por “quatro mil ilhas” situa-se no extremo Sul do Laos, muito perto da fronteira com o Camboja, onde a orografia plana permite que o Mekong alargue o seu leito, estendendo-se por uma largura de catorze quilómetros. É nesta espécie de delta, muito longe ainda da sua chegada ao mar, que só ocorre no Sul do Vietnam, que surgem pequenas ilhas, as maiores das quais permanentemente habitadas, outras mais pequenas sem presença humana e muitas ilhotas e bancos de areia, que na época seca surgem efemeramente nas águas esverdeadas.

A maior destas ilhas, a mais desenvolvida e a mais popular, é Don Kong; um pouca mais a Sul ficam Don Khon e Don Det, as únicas ligadas artificialmente por uma ponte, construída pelos franceses durante a colonização, numa zona onde o meio de transporte são os barcos, mais ou menos pequenos que efectuam carreiras mais-ou-menos regulares com os cais de Ban Nakasang e Ban Hat Xai Khoun, as principais povoações situadas na margem esquerda do Mekong, que nesta zona constitui fronteira com o Camboja.

A escolha foi para Don Det, recentemente tornada muito popular entre os backpackers, onde ainda a presença turística, se encontra equilibrada com o tradicional quotidiano da população, em que o dia começa cedo com a preparação do lume que enche o ar de uma fina película de fumo, para a preparação da primeira refeição do dia que reúne toda a família cujas três gerações habitam a mesma casa, com as crianças a encaminharem-se para a escola envergando os seus uniformes de camisa branca, as galinhas passeando com as suas crias enquanto esgravatam a terra seca e poeirenta, os galos entoando cânticos ao nascer do sol, alguns dos quais mantidos em gaiolas de bambu, preparados para os combates, vendedoras de legumes que transportam a sua mercadoria em cestas penduradas no bambu colocado sobre o ombro…

E a somar a tudo isto existe um outro mundo também cheio de actividade que está associada ao rio, com pequenos barcos movidos a remos que inspecionam as redes de pesca, e outros um pouco maiores destinados ao transporte de passageiros e carga, cujos estridentes motores quebram a calma da ilha.

Uma única estrada circunda a ilha, e outra que a travessa pelo meio dos campos de arroz que ocupam praticamente toda a superfície de Don Det: ambas sem pavimento e somente com largura suficiente para circularem motos com atrelado lateral, que são o meio de transporte de mercadorias mais utilizado, onde em geral a maioria das pessoas desloca-se a pé ou de bicicleta, numa ilha que não tem muito mais do que três quilómetros de comprimento.

Foi uma forma de terminar calmamente a estadia no Laos, onde da varanda do bungalow onde me instalei pude apreciar intensos nasceres-do-sol, sempre envolvidos por uma suave bruma, que só deixava ver o tom laranja do sol quando este já se afastava um pouco da linha do horizonte. Do outro lado da ilha, numa zona menos densamente ocupada por bungalow pôr-do-sol constitui outra atracção, numa zona onde a paisagem do rio é mais ampla e com menos ilhotas.

Mágicos foram também os dias em que a lua-cheia, despontando quando ainda do outro lado da ilha o sol ainda persiste, iluminou a escuridão que se abate sobre a ilha durante a noite, pouco depois das sete da tarde, altura em que a vida local se recolhe em casa para descansar, ficando a noite reservada aos cafés, restaurantes de chill-outs que se concentram ao longo do lado nascente da ilha, dispostos ente a estrada e o rio, em periclitantes estruturas de betão e madeira.

Don Det
Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Após o banho nas águas turvas do Mekong, evitando algum lixo que é descuidadamente atirado para o rio pela população, e que se concentra nas zonas onde o rio oferece menos corrente
Após o banho nas águas turvas do Mekong, evitando algum lixo que é descuidadamente atirado para o rio pela população, e que se concentra nas zonas onde o rio oferece menos corrente

 

Don Det
Don Det

 

Um dos muito restaurantes que ser vem de ponto de encontro aos turistas que por aqui se demoram em Don Det
Um dos muito restaurantes que ser vem de ponto de encontro aos turistas que por aqui se demoram em Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Don Det
Don Det

 

Vida difícil....
Vida difícil….

 

Um dos locais de eleição para algumas das refeições consumidas aqui na ilha, quebrando um pouco a rotina da quotidiana sopa de noodles, que foi o “prato forte” da estadia no Laos. Aqui deliciei-me com kebab de abóbora e panquecas de chocolate

 

Paradise Bungalows onde fiquei instávelmente instalada mesmo por cima das águas do rio, nos dias passados em Don Det

 

Nascer do sol visto do bungalow onde fiquei instalada

 

Don Det

Champasak até Si Phan Don

Objectivo delineado à entrada do Laos: não utilizar meios de transporte turísticos e usar sempre que possível os transportes colectivos nas deslocações no interior do país.

Passados 24 dias desde a minha chegada, objetivo alcançado somente com uma excepção: um percurso efectuado barco, entre Paksé e Champasak, onde já não funcionam as carreiras regulares; os outros percursos de barco, apesar de turísticos continuam a funcionar como meio de transporte da população local.

Esta premissa revelou-se não trazer aqui no Laos qualquer benefício económico, ao contrário da Tailândia, em que era relevante a diferença entre o preço oferecido pelas agências de viagens e o que se conseguia obter na companhia estatal ou mesmo de companhias privadas, se se comprasse o bilhete directamente no terminal de autocarros.

Aqui no Laos, apesar dos autocarros locais serem relativamente baratos, quase sempre deixam os passageiros em terminais, localizados suficientemente longe das cidades, obrigando a recorrer a um tuk-tuk ou a um songthaews para chegar ao centro da povoação ou mesmo para fazer a ligação de autocarro com outro destino; o que obriga a pagar um preço excessivamente alto (nunca menos de 20.000 kips), com pouca possibilidade de negociação, para uma viagem inferior a dez quilómetros. Uma viagem de cerca de 240 quilómetros custa 40.000 kip (cerca de 4€), mas à qual tem sempre que acrescentar mais o custo dos tuk-tuks ou dos songthaews, o que a transforma no dobro.

Posto isto, o dia iniciou-se com o nascer do sol, aproveitando o ar fresco que não dura muito para além das nove horas da manhã, com um percurso de uns três quilómetros, até ao extremo Norte de Champasak, onde atraca o “ferry” que faz a ligação entre as duas margens do Mekong. A designação “ferry” aplica-se a uma plataforma de madeira, toscamente construída, assente sobre o que resta do casco de três barcos, formando uma jangada movida a motor, mas de tamanho suficiente para transportar quatro automóveis. Existe uma outra estrutura mais ligeira, destinada a passageiros e a motos.

Enquanto esta embarcação desliza lentamente pelas esverdeadas águas do rio, observando as suas margens que aos poucos vão ganhando côr, saboreando a brisa fresca do rio e embalada pelo trepidar do barco, chega o odor a erva-príncipe, vinda das sopas que noodles que são vendidas a bordo, por mulheres que transportam ao ombro, penduradas nos extremos de um bambu, duas panelas: uma com o caldo de peixe, e a outra com os noodles e a mistura de menta, hortelã e rebentos de soja.

Foi impossível resistir a esta deliciosa sopa, que se tornou memorável pelo ambiente, tanto natural como humano, e pelo local onde foi consumida, em mais um dos trajectos efectuados pelo Mekong.

Seguisse uma espera de mais de meia hora, sentada na minha mochila à beira da estrada nacional Route13, por um dos muitos autocarros e songthaews, que efectuam a ligação entre Paksé e Si Phan Don, conhecida pelas “quatro mil ilhas” que surgem no meio do Mekong, numa zona onde o rio se alarga mesmo antes de chegar à fronteira com o Camboja.

A viagem até Ban Nakasang, povoação que não oferece mais do que uma rua ao longo da qual se dispõem diversas lojas, a a maioria dedicada a artigos de pesca, e que termina no cais de embarque para as ilhas de Si Phan Don, feita num pouco confortável songthaews, que obriga os passageiros a irem sentados, paralelamente à estrada, frente a frente, onde nunca é respeitado o limite máximo de passageiros nem tão pouco o peso da mercadoria transportada, que tanto pode ir no tejadilho, no estrado metálico que serve de degrau ao veículo, ou no seu interior, tornado a entrada ou a saída de algum passageiros num complexo movimentar de pessoas e carga.

Mas são este tipo de viagens, longe dos herméticos veículos de ar-condicionado, e dos autocarros cheios de ocidentais que invariavelmente iniciam estas viagens com a habitual conversa de viajante, referente ao próximo destino, países por onde passaram, duração da viagem, etc… mas que rapidamente sucumbem ao cansaço e ao desconforto provocado pelo maus estado das estradas, que trazem melhores memórias e mais histórias; onde é possível viajar com a população local, partilhando ao mesmo tempo sorrisos, comida, gestos, num país em que apesar do surpreendente bom nível de inglês que se fala, é ainda uma barreira intransponível para a maioria da população, em especial longe dos meios urbanos.

E surge novamente a sensação de liberdade proporcionada por viajar num veículo tão simples, sem janelas ou portas… sentir os cheiros da terra seca, das pessoas, do arroz acabado de cozer, as espetadas de carne grelhada acompanhadas de stick-rice, que são vendidas aos passageiros cada vez que o veículo para numa povoação de beira-de-estrada… apreciar a brisa, que desalinha o cabelo e que mesmo poeirenta, trás uma bênção de ar fresco.

Após a espera de numero suficiente de passageiros para efectuar a ligação até Don Det, o pequeno barco de madeira movido a motor lá fez a sua curta viagem de menos de dez minutos.

Cais do ferry boat em Champasak
Cais do ferry boat em Champasak pouco depois do nascer do sol

 

Cais de embarque em Champasak onde se pode apanhar o "ferry" que liga as duas margens
Cais de embarque em Champasak onde se pode apanhar o “ferry” que liga as duas margens

 

Champasak
Champasak

 

Champasak
taxi-boat… uma alternativa para atravessar o rio sem esperar pelo ferryboat

 

refeição no ferry durante a travessia do Mekong
refeição no ferry durante a travessia do Mekong

 

Route 13, que liga Vientiane, a capital do Laos, à fronteira com o Cambodja, a sul
Route 13, que liga Vientiane, a capital do Laos, à fronteira com o Cambodja, a sul

 

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songthaew entre Ban Muang, a povoação onde atraca o ferry e Ban Nakasang, onde se pode apanhar outro barco para uma das ilhas de Si Phan Don

 

Cais de embarque em Ban Nakasang
Cais de embarque em Ban Nakasang

Champasak. Wat Phou

Os cerca de oito quilómetros que separam Champasak das ruínas de Wat Phou foram percorridos de bicicleta, ainda de noite de forma a chegar ao Wat Phou a tempo de ver o nascer do sol.

Wat Phou, que em Lao significa Montanha Mosteiro, construído entre os séculos VI e XII, é actualmente um conjunto de ruínas de templos dedicados ao culto de deuses Hindus que juntamente com o Budismo eram venerados pelos Khmers, que dominaram um vasto império que se estendia desde o que actualmente é o Camboja, incluindo o Laos, e estendendo-se até às fronteiras com a Tailândia e com a Birmânia.

Celebra-se na lua-cheia de Fevereiro, o festival Makkha Busa, que apesar de pertencer ao calendário Budista comemorando o primeiro sermão proferido por Buda depois de ter alcançado a iluminação, incluí na sua celebração muitos elementos da religião Hindu, atraindo peregrinos tanto do Laos como da Tailândia, sendo o Wat Phou em Champasak, um dos locais de culto.

Mais do que as ruínas em si, o principal atractivo desta visita acabou por ser a presença dos peregrinos, tanto pelo sentido religioso dado ao local mas também pelo ambiente de festa que rodeia todo o Wat Phou constituído principalmente por restaurantes que desde manhã cedo preparam carne cujo cheiro enquanto é grelhada enche o ar, ao mesmo tempo que se ultimam os preparativos para a festa e se testam as colunas de som.

Wat Phou
Wat Phou

 

Wat Phou
Wat Phou ao nascer do sol

 

Wat Phou
Wat Phou

 

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Um dos linteis que ainda se encontram nas ruínas de Wat Phou atestando a qualidade do trabalho arquitéctónico e decorativo deixado pela presença Khmer

 

Pluméria, árvore com os seus estranhamente troncos despidos de folhas inibidas pela secura do ar, mas que continua a dar flores, pequenas de quatro branca pétalas, de odor muito doce e que foram adoptadas como símbolo do Laos em termos de promoção turística.
Pluméria, árvore com os seus estranhamente troncos despidos de folhas inibidas pela secura do ar, mas que continua a dar flores, pequenas de quatro branca pétalas, de odor muito doce e que foram adoptadas como símbolo do Laos em termos de promoção turística

 

Incensos colocados junto às figuras representando divindades hindus e junto a rochas e árvores
Incensos colocados junto às figuras representando divindades hindus e junto a rochas e árvores

 

Piscinas situadas na planicie que se estende em frente ao que resta do Wat Phou construido durante a presença Khmer na região; ainda envoltas na bruma matinal.
Piscinas situadas na planície que se estende em frente ao que resta do Wat Phou construído durante a presença Khmer na região; ainda envoltas na bruma matinal.

 

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Uma das estátuas do edificio que foi outrora o palácio

 

Wat Phou
Wat Phou

 

Wat Phou
Wat Phou que incluí duas piscinas, associadas à mitologia Hindu

 

um elefante esculpido no granito coberto de fungos, mas datado do século IX, posterior à presença Khmer na região, mas que se mantem como local de culto, junto ao qual se colocam oferendas e se realizam orações
um elefante esculpido no granito coberto de fungos, mas datado do século IX, posterior à presença Khmer na região, mas que se mantém como local de culto, junto ao qual se colocam oferendas e se realizam orações

 

Wat Phou
Wat Phou

 

Gruta de onde constantemente escorre água, mas que nesta época seca não é mais do que umas insistentes gotas de água que é considerada sagrada, sendo recolhida e levada pelo peregrinos em garrafas de plástico
Gruta de onde constantemente escorre água, mas que nesta época seca não é mais do que umas insistentes gotas de água que é considerada sagrada, sendo recolhida e levada pelo peregrinos em garrafas de plástico

 

Wat Phou
Wat Phou

 

Apesar da maioria da população do Laos ser Budista, mantem-se a veneração dos deuses Hindus, em especial durante o festival Makkha Busa, que durante os três dias de duração atrai peregrinos, que visitam o Wat Phou, cronfrindo um ambiente religioso ao local ao mesmo tempo que ao longe os altifalantes com as suas musicas tailandesas espalham o clima de festa
Apesar da maioria da população do Laos ser Budista, mantem-se a veneração dos deuses Hindus, em especial durante o festival Makkha Busa, que durante os três dias de duração atrai peregrinos, que visitam o Wat Phou, cronfrindo um ambiente religioso ao local ao mesmo tempo que ao longe os altifalantes com as suas musicas tailandesas espalham o clima de festa

 

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Escadarias que levam aos templos principais de Wat Phou ladeadas por Plumélias que espalham pelo chão flores brancas

 

Vendedoras ambulantes de sopa de noodles num dos acessos às ruínas
Vendedoras ambulantes de sopa de noodles num dos acessos às ruínas

Paksé: Mercado Daoheuang

Tendo em conta a sua posição geográfica e mantendo a estrutura criada aquando da colonização, Paksé mantem ainda um importante papel no comércio do Laos com os países vizinhos, nomeadamente a Tailândia, a China, o Vietnam e o Camboja. A atestar essa importância situa-se aqui o maior mercado do país, onde se pode encontrar desde produtos alimentares, os frescos e os de mercearia, roupa, telemóveis, brinquedos, detergentes e produtos de higiene, utensílios de cozinha, artigos religiosos, ferramentas, ouro…

A toda a volta e nas ruas situadas entre os vários edifícios que constituem o mercado inúmeros feirantes instalam as suas pequenas bancas e oficinas improvisadas, onde se podem comprar bilhetes de lotaria, consertar um relógio avariado, ter uma consulta astrológica, comprar sapos ou simplesmente arranjar e pintar as unhas das mãos e dos pés.

Como habitual, um dos edificios é destinado à venda de comida confeccionado e a restaurantes, que apesar de superarem em número a vintena, oferecem basicamente sopas à base de noodles e carne grelhada servida com sticky-rice. Contudo, muitas destas sopas à base de massa de arroz, apesar de à primeira vista serem em tudo semelhantes, apresentam variações quanto ao tipo de massa utilizada, e em especial em relação à carne (que pode ser cozida ou grelhada, e incluir vísceras, sangue ou carne processada) e que por vezes se pode encontrar à base de peixe oriundo do sempre presente Mekong.

Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang. Este tipo de tapetes é muito caracteristico do Laos, sendo feitos com o aproveitamento de restos de tecidos, encontrando-se em praticamente todas as casas
Paksé: Mercado Daoheuang. Este tipo de tapetes é muito caracteristico do Laos, sendo feitos com o aproveitamento de restos de tecidos, encontrando-se em praticamente todas as casas
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang. Cestas de bambu, usadas para aquecer e servir o arroz (sticky-rice). No lado esquerdo vendem-se cestas em forma cónica destinadas a cozinhar o arroz, ao vapor, sendo encaixadas no topo de panelas com água a ferver. Cozinhar o arroz é um ritual diário em cada casa e, juntamente com o cheiro da lenha queimada, enche o ar da mnhã de um aroma adocicado
Paksé: Mercado Daoheuang. Cestas de bambu, usadas para aquecer e servir o arroz (sticky-rice). No lado esquerdo vendem-se cestas em forma cónica destinadas a cozinhar o arroz, ao vapor, sendo encaixadas no topo de panelas com água a ferver. Cozinhar o arroz é um ritual diário em cada casa e, juntamente com o cheiro da lenha queimada, enche o ar da mnhã de um aroma adocicado
Paksé: Mercado Daoheuang, benda de peixe que é mantido vivo apesar do calor que ao meio da manhã já se faz sentir, à custa de baldes de água despejados sobre ele.
Paksé: Mercado Daoheuang, benda de peixe que é mantido vivo apesar do calor que ao meio da manhã já se faz sentir, à custa de baldes de água despejados sobre ele.
Paksé: Mercado Daoheuang. Ervas, raízes, chás, unguentos, bálsamos, etc... que fazem parte do métodos caseiros para resolução de problemas de saúde. O exemplo mais popular é o "Tiger Balm", aparentemente de origem chineza, que é usado para quase todas as situações, de dores ou de mal estar, e que pode ser encontrado em praticamente todos os países asiáticos, por vezes numa versão local, ligeiramente diferente do original no cheiro e na embalagem
Paksé: Mercado Daoheuang. Ervas, raízes, chás, unguentos, bálsamos, etc… que fazem parte do métodos caseiros para resolução de problemas de saúde. O exemplo mais popular é o “Tiger Balm”, aparentemente de origem chineza, que é usado para quase todas as situações, de dores ou de mal estar, e que pode ser encontrado em praticamente todos os países asiáticos, por vezes numa versão local, ligeiramente diferente do original no cheiro e na embalagem
Paksé: Mercado Daoheuang. Zona dedicada à venda de joelharia em ouro
Paksé: Mercado Daoheuang. Zona dedicada à venda de joelharia em ouro

Viajar na Tailândia

Viajar na Tailândia constitui uma tarefa fácil e confortável. Para além da popular opção pelas viagens de avião, tanto o comboio como os autocarros constituem boas alternativas, mesmo para as grandes deslocações.

A rede ferroviária, não sendo extensa, liga as zonas mais povoadas, e os comboios, com várias categorias, permitem efectuar viagens nocturnas em carruagem-cama, com bastante conforto. Ao fim do dia, um dos funcionários do comboio prepara rápida e eficientemente a cama onde vamos dormir, com lençóis, almofada e colcha, pendurando inclusive os cortinados que oferecem alguma privacidade durante o sono; tudo impecavelmente limpo, engomado e embalado em inúmeros sacos de plástico.

Quanto aos autocarros existem inúmeros operadores que oferecem serviços, com bastante pontualidade e com uma grande frequência, ligando particamente todas as cidades do país entre si, em especial a Bangkok, e aos postos de fronteira com o Laos, Camboja e Birmânia.

Os autocarros de longo curso, em especial os que efectuam longas distância, têm geralmente uma hospedeira que para além de encaminhar os passageiros para o respectivo lugar e de anunciar as várias paragens, providencia assistência durante a viagem, fornecendo snacks como bolachas, batatas fritas, água, leite de soja para o pequeno-almoço, e terminado sempre com a entrega de toalhetes para limpar as mãos antes de terminar a viagem.

Dependendo do operador, pode-se geralmente escolher entre várias classes de autocarros: desde os que oferecem somente assentos inclináveis mas pouco espaçosos, até aos que se transformam em camas e que incluem refeições e outros confortos; tudo depende da duração da viagem e do que se quer gastar.

Paralelamente a este serviço existem muitos outros pequenos operadores também particulares, geralmente em carrinhas doze lugares que efectuam serviços mais personalizados, que têm a vantagem de recolher os passageiros junto dos vários hotéis e guest houses, e de os deixar no centro das cidades, o que poupa o esforço e alguns bahts nas deslocações para os terminais de camionagem que frequentemente se situam longe do centro. O custo é sempre mais elevado, pois incluem sempre a comissão da agência ou do hotel onde é necessário recorrer para obter este tipo de serviço.

De uma forma geral as estradas são boas, com pavimento em bom estado e bem sinalizadas; as principais cidades estão ligadas por estradas que por vezes podem ter três faixas de rodagem, sendo contudo raro haver cruzamentos desnivelados, fora dos acesso às grandes cidades.

Os táxis são bastante populares, limpos e em bom estado, todos dispondo de taxímetro o que evita o processo de negociação do preço. Em Bangkok, existe um serviço semelhante ao táxi, mas de mota, os “motorbike-taxi”. Neste caso o preço tem que ser negociado assim como para os tuk-tuks. Em Chiang Mai substituído os autocarros, circulam os chamados “red cab” que são um meio de transporte colectivo, que efectua um percurso numa determinada zona da cidade, e que vai distribuído e recolhendo pessoas pelo caminho mas que pode também funcionar como táxi, tornando-se neste caso mais caro.

Viajar de táxi ou de autocarros e mesmo em algumas classes dos comboios, obriga ao uso de roupa quente, devido à obsessão dos tailandeses pelo ar-condicionado, que talvez resulte de numa tentativa de agradar ao padrão de conforto ocidental, mas que tornam cada viagem numa aventura polar!!!

Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Carruagem "sleeper class" do comboio que liga Bangkok a Chiang Mai
Carruagem “sleeper class” do comboio que liga Bangkok a Chiang Mai onde à noite estes assentos se trasnformam em camas
Carruagem restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai
Carruagem restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai, que com os seus bancos em madeira e pintura gasta contrastam com as carruagens cintilantes da “sleeper class” envolta no seu manto gélido do ar-condicionado
Carruagem-restaurante do comboio entre Bangkok
Carruagem-restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai
Estrada nacional que liga a cidade de Chiang Mai a Chiang Rai, a cerca de 150 km mais a norte, mas que demorou perto de três horas com várias paragens para descanso, almoço e paragem para ver templos... este é o resultado de optar por autocarros de turismo!
Estrada nacional que liga a cidade de Chiang Mai a Chiang Rai, a cerca de 150 km mais a norte, mas que demorou perto de três horas com várias paragens para descanso, almoço e paragem para ver templos… este é o resultado de optar por autocarros de turismo!
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Red-Cab em Chiang Mai
Red-Cab em Chiang Mai
Decoração de um dos "red-cab" com a tradicionais oferendas de bananas e arroz, e os talismã budistas, muito populares na Tailândia
Decoração de um dos “red-cab” com a tradicionais oferendas de bananas e arroz, e os talismã budistas, muito populares na Tailândia
Estação de comboios de Ayutthaya
Estação de comboios de Ayutthaya
segunda classe, lugares sentados sem ar-condiciondo. Apesar do aspecto moderno e confortável, é bastante antiga, o interior desta carruagem é revestido a madeira, onde se nota as muitas camadas de tinta
segunda classe, lugares sentados sem ar-condiciondo. Apesar do aspecto moderno e confortável, é bastante antiga, o interior desta carruagem é revestido a madeira, onde se nota as muitas camadas de tinta
Carruagem de terceira classe
Carruagem de terceira classe
casa de banho do comboio
casa de banho do comboio
Carruagem de terceira classe dos comboios tailandeses, com os seus assentos duros mas onde é possivel dormir deitado, pois durante a noite o comboio fica com pouca gente. Não tem lugares marcados nem ar-condicionado, mas as ventoinhas do tecto e a possibilidade de viajar de janela aberta compensam o desconforto
Carruagem de terceira classe dos comboios tailandeses, com os seus assentos duros mas onde é possivel dormir deitado, pois durante a noite o comboio fica com pouca gente. Não tem lugares marcados nem ar-condicionado, mas as ventoinhas do tecto e a possibilidade de viajar de janela aberta compensam o desconforto
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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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