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Bangkok

Bangkok: Templos Wat Pho e Wat Arun

Perto do Grande Palácio e dos margens do rio Chao Phraya situa-se o templo Wat Pho que é um dos mais antigos e de certo o mais importante templo budista da cidade, situado num complexo monástico que inclui muitos outros templo e pagodas, rodeados de pequenos jardins, que se sucedem de pátio em pátio, e cujo acesso é sempre feito por portas ladeadas por estátuas um par de guardiões esculpidas em pedra.

No interior do Wat Pho, encontra-se a estátua representando Buddha deitado, que com os seus quarenta e cinco metros de comprimento ocupa particamente todo o espaço do edifício. O interior de cores quentes reflete o brilho do ouro que cobre a estátua, onde o sorriso amigável de Buddha, representando a entrada no nirvana se deixa ver através dos grossos pilares que suportam o edifício. Os pés da estátua, estão decorados com madrepérola embutida em pedra negra, representando os 108 símbolos auspiciosos do budismo.

Buda deitado significa o estado de Nirvana, o vazio onde não existe sofrimento, a partir do qual deixa de existir reencarnações, e encontra-se em diversos templos espalahdos pelo país.

A visita ao Wat Pho, foi feita ao cair do dia, conferindo ao local uma atmosfera especial e permitindo desfrutar do espaço longe do burburinho dos visitantes e peregrinos.

Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Decoração das paredes do Wat Pho
Decoração das paredes do Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho

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Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Wat Pho
Interior de um dos templos que integram o Mosterio onde se situa a estátua do Buddha deitado.
Interior de um dos templos que integram o Mosterio onde se situa a estátua do Buddha deitado.
Durante a visita à estátua de Buddha, os visitantes depositam um moeda em cada uma nestas taças, metálicas, que criam uma espécie de melodia que enche o espaço
Durante a visita à estátua de Buddha, os visitantes depositam um moeda em cada uma nestas taças, metálicas, que criam uma espécie de melodia que enche o espaço

Do outro lado do Chao Phraya, encontra-se o Wat Arum, com o seu aspecto pesado e maciço acentuado pelo tom escuro que mesmo os mosaicos coloridos de porcelana chinesa não conseguem dar brilho.

Destaca-se totalmente da maior parte dos templos budistas que se encontram pela cidade de Bangkok, em particular o Wat Pho, tendo sido construído no inicio do século XIX com arquitectura de estilo khmer.

Subindo as suas perigosamente íngremes escadas, acede-se ao varandim superior que contorna a torre principal, conseguindo-se daí ter um vista ampla para o rio, para o Grande Palácio e para o Wat Pho.

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Wat Arum

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Bangkok
Bangkok

Bangkok e os Palácios

Destino quase obrigatório numa visita à cidade de Bangkok é o Grande Palácio, começou a ser construído no final do século XVIII pelo rei Rama I, quando este decidiu passar a capital de Sião, ainda antes deste território se chamar Tailândia, para Bangkok, para a zona denominada de Rattanakosin, que hoje em dia constitui o centro histórico da cidade.

O actual Rei Rama IX e a sua esposa a Rainha Sirikit, figuras adoradas pelo povo, cuja imagem se encontra espalhado por todo o país, desde expostos em avenidas, edifícios públicos e casa particulares, como dando nome a instituiçõ. escolas, universidades, museus

agemrato e nome se encontra espalahdo ções, escolas, universidades, museus, institutos, etc, já não habitam neste palácio, apesar de continuar a ser palco de cerimónias oficiais.

Mas o chamado Grande Palácio situado próximo do rio Chao Phraya, não se resume somente à antiga residências dos reis de Sião, englobando numa vasta área delimitada por altos muros com um perímetro próximos dos dois quilómetros, que isolam o espaço das amplas avenidas que o envolvem, integrando diversos edifícios, pavilhões, muitos transformados em museus e salas de exposições, e templos budistas que foram sendo construídos pelos vários reis desta dinastia que sucederam a Rama I.

O palácio de espelha a arquitectura típica tailandesa, com os seus telhados em estilo pagoda, sobrepondo-se uns ao outros, terminado em cúpulas cilíndricas apontando ao céu, e onde as telhas de colorido envidraçado, reforçam o brilho que cobre de dourado quase todas as estruturas em madeira, que são elaboradamente trabalhadas e decoradas com dragões e outros animais míticos. As paredes exteriores são forradas muitas da vezes mosaicos de intricados padrões geométricos, com pequenos espelhos coloridos ou simplesmente forrados com folha de ouro que cobrem entalhes de madeira.

Os interiores são muitas das vezes decorados com pinturas representado as várias etapas da vida de Buddha, que se estendem das paredes aos tectos

Todo o espaço envolvente está impecavelmente limpo e cuidado, tanto na forma de extensos relvados, pontuados por bonsai como pequenos jardins formados conjuntos de árvores, arbusto e pequenas plantas que juntamente com pequenas estátuas e pedras cobertas de musgo por onde escorre um fio de água, enchendo o local de uma atmosfera relaxante, apesar da grande quantidade de visitantes.

Um dos templos que mais atenções atrai é o Wat Phta Kaero onde se encontra a Emerald Buddha, uma estátua esculpida numa pedra única de jade, com cerca de 66 centímetros de altura e que se encontra no topo de um gigantesco altar, apresentando um intrincado e complexo trabalho de escultura em madeira e metal, tudo coberto de ouro. No interior do templo vive-se um misto de deslumbramento turístico com devoção budista, tendo os monges que visitam este local em grande número, acesso a um local específico para efectuarem as suas orações.

Tudo brilha neste local, onde a grande massa de visitante é eficientemente orientada pelo vasto espaço que por vezes parece pequeno dado a concentração de edifícios e o número de pessoas.

Para visitar o Grande Palácio é necessário pagar o bilhete de 500 bahts, cerca de 12 euros e obriga a seguir à risca rígidas regras quanto à indumentária, obrigando a usar ombros e pernas cobertas, podendo à entrada “alugar-se” uma saia comprida, umas calças ou um lenço.

Contudo este bilhete permite também o acesso a outros palácios, um pouco mais afastados e a alguns museus, mas mais uma vez as regras tailandesas, obriga a gastar mais alguns bahts para alugar um cacifo onde se tem que deixar bolsas e mochilas, máquina fotográficas e telemóveis, a passar por detector de metais, ser revistado, mostrar carteiras e bolsas, e no caso da visita ao Palácio Anantasamakhom, implica a compra de um sarong, saia tradicional das mulheres tailandesas, que não pode ser devolvido à saída. Tudo este processo funciona de forma eficaz e rápida dada a eficiência marcial dos muitos funcionários que zelam por estes locais e pelas centenas de setas e placas que servem de orientação aos visitantes. Eficiente mas cansativo.

Royal Monastery of the Emerald Buddha
Royal Monastery of the Emerald Buddha
Phra Siratana Chedi
Phra Siratana Chedi
Royal Monastery of the Emerald Buddha
Royal Monastery of the Emerald Buddha
Pavilhão Dusit Maha Prasat
Pavilhão Dusit Maha Prasat
Grande Palácio
Grande Palácio
Grande Palácio
Grande Palácio
Phra Mondop
Phra Mondop
Grande Palácio
Grande Palácio
Hor Phra Naga
Hor Phra Naga
Grande Palácio
Grande Palácio
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Chakri Maha Prasat, edificio ainda hoje utilizado para recepções oficiais
Wat Phta Kaero
Wat Phta Kaero
Grande Palácio
Grande Palácio
Arcadas que circundam parte dos edificios que compem o nucleo principal do Grande Palácio
Arcadas que circundam parte dos edificios que compem o nucleo principal do Grande Palácio
Pormenor de uma das pinturas que revestem as paredes da galeria que circunda o nucleo principal do Grande Palácio
Pormenor de uma das pinturas que revestem as paredes da galeria que circunda o nucleo principal do Grande Palácio
Grande Palácio
Grande Palácio

Dada a vastidão do Grande Palácio, que absorve umas boas horas do dia, a visita ao Mansão Vimanmek, casa construída em madeira de teca e que serviu de residência ao rei Rama V, transformada em museu com os seus objectos, o Palácio Parusakawan construído em madeira no estilo arte-nova, e ao Palácio Ananda Samakhom, onde é actualmente utilizada como sala de audiências do rei, foi deixada para outro dia, em que o céu se cobriu de nuvens negras trazendo chuva torrencial, que apesar de já ter terminado a monção ainda surge esporadicamente, carregando o ar de uma humidade pesada.

A exposição no Palácio Ananda Samakhom foi a que mais impressionou. Num museu onde tudo é fausto, que ocupa parte de um palácio construído ao estilo renascentista europeu, mas construído já no século XX, onde impera o mármore, forrando paredes exteriores e decorando em elaborados entalhes o interior das salas onde se encontram expostas encomendas dos reis para as diversas comemorações oficiais, desde aniversários a datas significativas do calendário religioso.

Palácio Ananda Samakhom
Palácio Ananda Samakhom
Palácio Parusakawan
Palácio Parusakawan
Palácio Parusakawan
Palácio Parusakawan
Mansão Vimanmek
Mansão Vimanmek
Palácio Ananda Samakhom
Palácio Ananda Samakhom

Há medida que se avança pelas várias salas do interior do palácio, com o som abafado por fofas alcatifas, tudo brilha, desde as sedas, usadas para dar forma e cor a tapeçarias que cobrem as paredes evocando motivos religiosos, muitos associados à vida de, a esculturas em madeira coberta de folha dourada, passando pelas de peças de ourivesaria de trabalho minucioso, complexas cenas esculpidas em painéis de madeira com muitos metros de superfície com um detalhe inacreditável, tronos e palanquins dos vários reis forrados a ouro e decorados com pedras preciosas… tudo é brilho, tudo é ouro, tudo é luxo.

Bangkok

Depois de cerca de sete meses passados entre a Índia e o Nepal, que apesar das diferenças sociais e culturais, apresentam bastantes pontos em comum, a chegada à Thailândia, tendo como porta de entrada a cidade de Bangkok, revelou-se uma mudança abrupta de cenário. Da poeirenta e desregrada Kathmandu, o avião transportou-me em três horas e meia para a brilhante Bangkok com as suas grandes avenidas, de trânsito organizado respeitando as faixas de rodagem e circulando ao ritmo dos semáforos, a linha do horizonte a ser recortada por prédios com dezenas de andares, as lojas e restaurantes oferecendo uma variedade infindável de produtos, paragens de autocarro, linhas de metro, ar-condicionado… enfim: um salto para um país de abundância, organizado e desenvolvido.

Para trás ficou o acolhimento nepalês, com a simpatia expressa em largos sorrisos, em calorosos olhares e mesmo quando a língua se apresentava como barreira intransponível, havia sempre alguma disponibilidade e satisfação em ajudar; uma afabilidade que ainda não encontrei nos tailandeses, provavelmente por estar na capital, que como todas as grandes cidades sofre com o ritmo acelerado e onde pouco tempo há a perder.

Aqui a língua acrescentou mais uma dificuldade, não sendo fácil encontrar pelas ruas da cidade quem fale suficientemente inglês para dar explicações sobre uma direção, nem tão pouco que consiga compreender as minhas tentativas para pronunciar palavras em tailandês.

Os dias foram passando e aos poucos a estranheza foi-se esbatendo, à medida que fui explorando a cidade, inicialmente com o pretexto de visitar templos e palácios situados na zona mais central cidade, onde dominam as largas e extensas avenidas mas onde um olhar mais atento revela pequenas ruas que se prolongam labirinticamente por entre casas pequenas e modestas, levando-nos para um quotidiano domesticamente pacato onde os gatos são presença constante, e que inesperadamente desembocam em ruas movimentadas.

Bangkok é atravessado pelo Rio Chao Phraya, com as suas águas turvas e acastanhadas, e que é a melhor forma de percorrer grandes distâncias, utilizando o rápido e eficiente serviço dos ferrys que fazem o percurso ao longo do rio. Depois de muito andar pela cidade e de frequentemente estar no caminho errado, este tornou-se o meio de transporte de eleição, que para além de ser de fácil orientação, pois todos os cais de embarque estão identificados por um numero, permite saborear a brisa fresca proporcionada pela deslocação do barco que é um lenitivo à humidade morna que envolve o ar ao mesmo tempo que se pode apreciar a cidade vista de outra perspectiva.

Ao longo das ruas, nas esquinas, em pequenos becos, no acesso aos cais de embarque dos ferrys, em mercados improvisados que ocupam ruas inteiras… surgem locais onde comer; nem sempre se podem chamar restaurantes, pois muitas vezes são locais improvisados que durante a maior parte do dia não se vêm e que surgem rapidamente, mesas, bancos, cozinha, fogão, e prontamente confecionam apetitosos pratos, enchendo as ruas dos vapores da comida, sobressaindo o aroma fresco do gengibre.

Para além disso, é frequente encontrarem-se vendedores ambulantes de comida, oferecendo fruta, sumos, doces, fritos, carne grelhada e uma infindável variedade de comida que nem sempre é fácil de identificar, mas onde predomina a carne e o marisco, sendo a opção vegetariana mais difícil de satisfazer.

O bairro de Chinatown demarca-se do resto da cidade com as lojas apinhadas de artigos importados da china, dedicados essencialmente ao comércio por grosso, e onde se pode encontrar quase tudo. Vive-se uma fervilhante azáfama com o fluxo dos visitantes a ser constantemente interrompido pelo transporte de mercadorias, embaladas em grandes caixas de cartão, que se encontram por todo o lado, tornando a vista às ruas mais estreitas num percurso árduo e extenuante.

No norte da cidade, onde se pode chegar ao fim de cerca de meia hora de metropolitano, encontra-se o Mercado de Chatuchak que se realiza todos os fins de semana; não se trata dos tradicionais mercados de comida, mas onde se encontra de tudo um pouco, sobressaindo as pequenas galerias de arte e as lojas com roupa e acessórios de criadores independentes, sendo visitado sobretudo por tailandeses, mas atraindo também muitos turistas que aqui podem encontrar também artigos de artesanato local. O mercado estende-se num intricado e estreito conjunto de ruas ao longo das quais se dispõem os vários stand de venda, ocupando uma vasta área, que pode levar todo o dia a visitar.

A rua  Khao San e a zona envolvente, é o local de eleição para o turismo low-budget, em especial os backpackers, e onde toda a rua está orientada para as necessidade do visitante ocidental, com restaurantes, Mac Donald’s e Sub Way, supermercados, hotéis, agências de viagens, lojas de câmbio, muitos vendedores ambulantes de roupa, comida…. onde se pode tirar fotografias com uma iguana ao ombro, sonde e pode fazer um cartão falsificado de estudante ou de uma qualquer organização, ou mesmo forjar um diploma na hora, onde se pode comprar livremente viagra e valium e outras drogas menos legais, comer escorpiões fritos, fazer uma tattoo ou um piercing, nas dezenas de lojas e estúdios espalhados pela zona, enquanto no intervalo se pode descansar a beber um balde de um litro de cerveja servido por raparigas tailandesas em escassas roupagens.

Este é o ambiente de Khao San, popular entre turistas mas também atração para a população local, onde ao longo do dia a rua se vai enchendo para à noite exibir todo o seu esplendor, com corpos cobertos com pouca roupa, mostrando tatuagens e músculos, e intensos bronzeados trazidos das praias do sul do país… um choque para quem veio de meses de ambiente pudico e recatado do subcontinente indo-indiano.

Ao mesmo tempo Bangkok é uma cidade de templo e de monges, com inúmeras manifestações de devoção, onde a entrada em templos e palácios implica algum decoro na indumentária, com ombros e pernas cobertas.

Rio Chao Phraya
Rio Chao Phraya
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Rio Chao Phraya
Rio Chao Phraya
Mercado de Chatuchak
Mercado de Chatuchak
Bangkok
Restaurante de rua onde dominam os frangos e a carne de porco
Bangkok
Restaurante improvisado numa das ruas centrais de Bangkok
Rio Chao Phraya
Rio Chao Phraya
Khao San
Khao San
Khao San
Khao San
Khao San
I hate Khao San!
Chinatown
Chinatown
Venda de tiras de bacon frito em Chinatown
Venda de tiras de bacon frito em Chinatown
Chinatown
Chinatown
Chinatown
Chinatown
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Bangkok
Flores de lótus vendida à entrada dos templos para serem entregues como oferendas às quais se juntam incensos a arder
Flores de lótus vendidas à entrada dos templos para serem entregues como oferendas às quais se juntam incensos a arder

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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