• Skip to main content
  • Saltar para o rodapé

Stepping Out Of Babylon

Travel & Photography

  • Sobre mim
    • Contacto
  • Destinos
    • África e Médio Oriente
      • Irão
      • Líbano
      • Marrocos
      • Turquia
    • Extremo Oriente
      • Japão
      • República Popular da China
      • Taiwan (Formosa)
    • Subcontinente Indiano
      • Bangladesh
      • India
      • Nepal
      • Sri Lanka
    • Sudoeste Asiático
      • Camboja
      • Indónesia
      • Malásia
      • Myanmar
      • República Popular do Laos
      • República Socialista do Vietname
      • Singapura
      • Tailândia
  • Itinerários
  • Dicas de viagem
    • Caminhadas & Parques Naturais
    • Comida em Viagem
    • Travessia de Fronteira
    • Vistos
  • Fotografia

Resultados de pesquisa para: Laos

Nam Oú River. Nong Khiaw

Após três horas de autocarro, por uma estrada poeirenta, que apesar de pavimentada se encontra em mau estado, obrigando a constantes abrandamentos dos veículos, mas que mesmo assim não são suficiente para evitar os saltos a que os ocupantes são sujeitos. O mini-autocarro preparado para nove passageiros transportou catorze, que se foram acomodando em cadeiras acrescentadas que pertenceram a um outro qualquer veículo, ou em sacos de arroz, bidões, bilhas de gás e demais mercadoria transportada tanto no interior como no topo, onde também se acomodam as mochilas dos poucos turistas que ousam efectuar viagens nos transportes públicos do Laos.

Para trás fica a bonita cidade de Luang Prabang, com o seu estilo colonial, ocidentalizada e sofisticada; pela frente encontra-se o norte do Laos, rural, pobre e pouco desenvolvido, dominado por montanhas de encostas arborizadas, que se estendem até às fronteiras com a China, Vietnam e Tailândia.

O destino é a povoação Nong Khiaw, situada na encosta do rio Nam Oú, um dos muitos afluente do Mekong. Até há poucos meses atrás era possível viajar de barco, rio acima, desde Luang Prabang, mas as obras de construção de uma barragem inviabilizam esta possibilidade, obrigando a percorrer o trajecto até Nong Khiaw por estrada, sendo possível a partir daí navegar livremente no rio, até quase ao extremo norte do país.

Ao ritmo monótono e barulhento do motor, a embarcação que nos transporta rio acima, deslizando suavemente pelas águas turvas e acastanhadas. Antes foi a habitual azáfama em Nong Kiaw, que antecede o início da viagem para acomodar carga e passageiros nos pequenos barcos que ainda utilizam este rio como principal meio de transporte, ligando povoações que se encontram dispersas pelas suas margens, algumas das quais sem acesso por estrada.

Os barcos, pequenos e de casco pouco profundo são ideias para percursos neste rios, cujas águas durante a estação seca estão de tal forma baixas que expõem os fundos rochosos, deixando a descoberto bancos de areia, que são evitados pelo olhar atento do condutor do barco que se mantem vigilante, lendo na superfície das águas, o percurso a seguir.

As encostas do vale onde se encaixa o rio são cobertas de vegetação tropical, de onde sobressaem os bambus e uma grande diversidade de árvores, cujos variados tons de verde e os diversos brilhos, formam um padrão que se mantem constante ao longo de praticamente todo o percurso, sendo interrompido nas zonas junto às povoações, onde esta floresta se encontra seriamente devastada pela presença humana, tanto em busca de espaço para a agricultura como em busca de madeira, usada como combustível, mas também vendida para a industria.

É uma vida simples e rural que se observa nas margens do rio, onde as crianças que não se encontram ocupadas com os trabalhos agrícolas ou com os búfalos, se entregam a brincadeiras junto à água, mergulhando de improvisadas jangadas, enchendo o ar de gargalhadas e transmitindo uma alegria capaz de provocar sorrisos a quem as observa.

Penhascos de pedra calcária, quase totalmente cobertos de vegetação, surgem abruptamente nas encostas do rio, criando zonas de sombra, tornando a suave brisa provocada pela deslocação do barco, numa aragem desconfortavelmente fresca, antecedendo as baixas temperaturas que se sentem no norte do país, depois do pôr do sol.

É durante estes percursos dominados pelo aparente silêncio da natureza emanado das encostas, e pelo murmúrio constante das águas, que se cria espaço para observar os nosso pensamentos, escutar as nossas emoções, refletir sobre o caminho percorrido e deixar fluir os sentimentos que nos indicam a direcção a seguir.

Nong Khiaw
Nong Khiaw: a povoação em si nada tem para oferecer do que um conjunto de alojamentos e de restaurantes que servem de apoio a quem aqui passa a noite antes de iniciar a viagem em direção a montante do Nam Oú
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Alga recolhida no leito do rio, que depois de seca é usada para fazer vassouras
Alga recolhida no leito do rio, que depois de seca é usada para fazer vassouras
Nong Khiaw dominada pela bruma matinal, presença constante das manhãs no norte do Laos, nesta altura do ano
Nong Khiaw dominada pela bruma matinal, presença constante das manhãs no norte do Laos, nesta altura do ano
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Chegada a Muang Khua, depois de mais de cinco horas de viagem pelo Nam Oú, desde Nong Khiaw
Chegada a Muang Khua, depois de mais de cinco horas de viagem pelo Nam Oú, desde Nong Khiaw

Sunrise Bungalow (Nong Khiaw)

Quarto duplo: 80.000 KIP

com WC

vista para o rio

free wi-fi

Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow

Luang Prabang

Mais uma cidade bilhete postal deixada pela colonização francesa, com as suas ruas dispostas ortogonalmente, os seus edifícios de arquitectura europeia rodeados de vegetação tropical, os seus cafés e esplanadas…

A parte antiga da cidade desenvolve-se entre o Rio Mekong, e o Rio Nam Kon, onde ambos se juntam com as suas águas turvas e castanhas, que deslizam velozes mas silenciosamente, muito abaixo no nível a que as águas atingem durante e época das chuvas.

Luang Prabang
Luang Prabang
uma das muitas banca de rua, que todas as manhã inicia a sua actividade bem cedo, oferecendo a primeira refeição do dia, frequentemente sopa de noodles, café ou algum outra refeição mais substância à base de peixe ou carne grelhados.
uma das muitas banca de rua, que todas as manhã inicia a sua actividade bem cedo, oferecendo a primeira refeição do dia, frequentemente sopa de noodles, café ou algum outra refeição mais substância à base de peixe ou carne grelhados.
Luang Prabang, recriando o glamour da colonização francesa com carros antigos, brilhando em frente aos mais luxuosos hoteis da cidade
Luang Prabang, recriando o glamour da colonização francesa com carros antigos, brilhando em frente aos mais luxuosos hoteis da cidade
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang
night-market, que diariamente ocupa a rua principal da parte antiga de Luang Prabang, destinado essencialmente aos turistas com a vende de artigos inspirados no artesanato local
night-market, que diariamente ocupa a rua principal da parte antiga de Luang Prabang, destinado essencialmente aos turistas com a vende de artigos inspirados no artesanato local
Luang Prabang
Luang Prabang
Luang Prabang: Nam Kon
Luang Prabang: Nam Kon
Luang Prabang: Mekong River
Luang Prabang: Mekong River
o chamado morning-market, destinado à vende de produtos alimentares, estende-se ao longo de uma das ruas secundarias da parte antiga da cidade
o chamado morning-market, destinado à vende de produtos alimentares, estende-se ao longo de uma das ruas secundarias da parte antiga da cidade
mercado Phusy, um pouco afastado centro da cidade mas vibrante de vida onde se vende um pouco de tudo, desde comida a roupa, passando por todo o género de artigos necessários ao quotidiano da população locai, ainda muito ligada ao meio rural e à pesca do rio, e onde sobressai a grande quantidade de produtos oriundos da China.
mercado Phusy, um pouco afastado centro da cidade mas vibrante de vida onde se vende um pouco de tudo, desde comida a roupa, passando por todo o género de artigos necessários ao quotidiano da população locai, ainda muito ligada ao meio rural e à pesca do rio, e onde sobressai a grande quantidade de produtos oriundos da China.
Luang Prabang
Luang Prabang: marginal junto ao Rio Mekong
Wat Xieng Thong: um dos mais importante templos budistas do Laos construido no século XVI
Wat Xieng Thong: um dos mais importante templos budistas do Laos construido no século XVI
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong:
Wat Xieng Thong

Sokdee Guest House

Quarto duplo com WC: 80.000 kip

Sokdee Guest House
Sokdee Guest House
Sokdee Guest House
Sokdee Guest House

Mekong. Pakben

Já passa das dez horas da manhã e a neblina ainda cobre persistentemente o cimo das colinas que envolvem a povoação de Pakben, que não é mais do que uma rua que se desenvolve desde o cais de embarque, encosta acima, repleta de restaurantes, cafés e alojamento, e cuja actividade depende quase exclusivamente dos passageiros dos barcos que percorrem este troço do Mekong e que aqui fazem paragem obrigatória nos dois dias que dura a viagem, para quem opta pelo barco mais lento. A alternativa é o chamado speed-boat, que efectua o mesmo percurso em cerca de seis horas, mas cuja velocidade praticada pela pequena embarcação obriga ao uso de capacete e colete salva-vidas.

Das panelas saem vapores dos caldos cozinhados sobre o carvão que se juntam ao cheiro das fogueiras usadas para afugentar ar o frio e húmido da manhã, enchem a rua da povoação de Pakben de uma atmosfera rural e acolhedora, onde os sorrisos dos habitantes tornam o clima

Inicio do dia em Pakben, com a bruma ainda a cobrir as encostas que formam o vale por onde desce o Mekong
Inicio do dia em Pakben, com a bruma ainda a cobrir as encostas que formam o vale por onde desce o Mekong
Pakben
Pakben
Pakben
O Rio Mekong, assim como outros rios, continuam a ser um importante meio de comunicação no Laos, tanto para o transporte de passageiros como de mercadoria, num país onde o transporte individual é escasso
Pakben
Pakben. Barco de mercadorias
Barcos agurdando a chegada dos turistas para iniciarem a segunda etapae da descida do MEkong
Barcos aguardando a chegada dos turistas para iniciarem a segunda etapa da descida do Mekong
Dokkham Guest House, onde os quarto se situam numa antiga construção de madeira, que se tornou bastante arejada com o cair da noite mas onde os espessos e pesados cobertores ajudaram a resistir ao frio
Dokkham Guest House, onde os quarto se situam numa antiga construção de madeira, que se tornou bastante arejada com o cair da noite mas onde os espessos e pesados cobertores ajudaram a resistir ao frio
Pakben
Pakben
Dokkham Guest House, uma das muitas que se pode encontrar nesta povoação, com uma noite, num quarto duplo, a custar 50.000 kips, cerca de 4.6€
Dokkham Guest House, uma das muitas que se pode encontrar nesta povoação, com uma noite, num quarto duplo, a custar 50.000 kips, cerca de 4.6€
mais um pequeno almoço constituído por sopa de noodles, desta vez com caldo de carne, pois nem sempre é possível encontrar estas sopas feitas com vegetais num país onde o consumo de carne é uma constante a todas as refeições, se bem que sempre em pequenas quantidades.
mais um pequeno almoço constituído por sopa de noodles, desta vez com caldo de carne, pois nem sempre é possível encontrar estas sopas feitas com vegetais num país onde o consumo de carne é uma constante a todas as refeições, muitas vezes incluíndo as vísceras, se bem que sempre em pequenas quantidades
paraparação do caldo para as sopas de noodles consumidas geralemtne pela manhã
preparação do caldo para as sopas de noodles consumidas geralmente pela manhã

mais quente.

Pelo Mekong até Luang Prabang

A viagem entre Houay Xai e Luang Prabang, pode ser feita de autocarro, mas o mau estado das estradas torna muito mais atractivo o percurso de barco, apesar da viagem demorar dois dias.

Inicialmente feita em barco de mercadorias, este percurso passou a ser feito em embarcações destinadas ao transporte de passageiros, devido à popularidade e ao aumento da procura por parte dos turistas, que ocupam a totalidade dos lugares sentados, ficando aos habitantes locais reservado o espaço próximo do motor, sentados em cadeiras de plástico ou muitas vezes sobre as bagagens e as sacas de mercadorias que transportam.

As tradicionais embarcações fluviais foram adaptadas à procura e às necessidades do turismo, sendo actualmente dotadas de assentos razoavelmente confortáveis, claramente aproveitados de autocarros e de outros veículos que são dispostos muito próximos uns dos outros, sem espaço suficiente para fazer o longo trajecto que começa no primeiro dia pelas 11 horas da manhã e termina pelas 5 horas da tarde altura em que as sombras começas a ocupar o vale por onde desliza o rio. O segundo dia é mais longo, iniciando-se pelas 9 horas da manhã e terminado pelas 4 horas da tarde.

Contudo o barco é dotado de algumas comodidades, tais como casa de banho e um pequeno bar que vende cerveja, café e sopa de noodles instantânea, pelo que é recomendável levar comida suficiente para o dia.

A parte de trás do navio, onde são empilhadas as bagagens dos passageiros, constitui sem duvida a habitação da família a quem pertence a tripulação, sendo possível encontrar os utensílios de cozinha, alimentos, roupas e demais objectos pessoais.

A viagem é calma, com o entusiasmo inicial mostrado pelos passageiros a tirar fotografias e a entabular conversação com os vizinhos a ser gradualmente esmorece sendo substituído por um ambiente sonolento criado pelo trabalhar monótono do motor do barco e pelo deslizar pachorrento pelas águas do Mekong, que apesar de aparentarem ser de fácil navegação, mostram por vezes a sua forte corrente, nas zonas em que as rochas submersas forma uma barreira, criando remoinhos e zonas mais agitadas, qua agilmente são evitadas pelo condutor, sempre atento ao percurso do rio.

Observando as margens do rio percebe-se nitidamente quão baixo se encontra o nível das águas durante a época seca, deixando a descoberto encostas sem vegetação que contrastam com a floresta que cobre as montanhas que envolvem o percurso do Mekong nesta região do norte do Laos, bem longe das extensas planícies que conheci aquando da visita ao Vietnam.

Ao longo do percurso o barco efectua algumas paragens junto a pequenas povoações cujas casas feitas de bambu dificilmente se descortinam no meio do arvoredo, para deixar alguns passageiros e a respectiva mercadoria, pois o rio constitui ainda o principal meio de transporte desta região, onde as estradas são insuficiente e se encontram em mau estado, tornado as viagens mais desconfortáveis.

Cada uma desta paragens é motivo para atrair as crianças que descem velozmente as margens arenosas em direção ao barco, olhando curiosamente os turistas e tornando-se rapidamente cobiçadas pelas objectivas dos turistas que na procura de um melhor ângulo fazem desequilibrar o barco.

 

Nas encostas postas a descoberto pela descida das águas do Mekong são criados pequenos campos, onde durante a estação seca se plantam vegetais no arenoso e inclinado terreno, que servem de sustento às populações que à medida que se vais descendo o rio se tornam mais frequentes.

Na hora mais quente do dia, pequenas manadas de búfalos que habitualmente pastam nas margens do rio, refrescam-se nas esverdeadas e opacas águas, nas pequenas baías formadas pelas rochas, protegendo-se da corrente.

DSC_8848

barcos de mercadorias fazem também a descida do Mekong, mas a um ritmo mais lento, transportando consigo construções que constituem verdadeiras casas, algumas com dois pisos que servem de habitação às famílias da tripulação.
barcos de mercadorias fazem também a descida do Mekong, mas a um ritmo mais lento, transportando consigo construções que constituem verdadeiras casas, algumas com dois pisos que servem de habitação às famílias da tripulação.
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
No segundo dia do percurso, o atraso com que cheguei ao barco fez com que todos os lugares estivessem já ocupados, obrigando-me a instalar-me na parte de traz da embarcação, destinada à cozinha, juntamente com mais oito outros passageiros que dado o exíguo espaço pouca liberdade tínhamos para esticar as pernas ou para mudar de posição sem interferir com os outros; acabou por se revelar a melhor opção, longe do bulício do resto dos passageiros e protegidos do vento que se faz sentir com a deslocação do barco.
No segundo dia do percurso, o atraso com que cheguei ao barco fez com que todos os lugares estivessem já ocupados, obrigando-me a instalar-me na parte de traz da embarcação, destinada à cozinha, juntamente com mais oito outros passageiros que dado o exíguo espaço pouca liberdade tínhamos para esticar as pernas ou para mudar de posição sem interferir com os outros; acabou por se revelar a melhor opção, longe do bulício do resto dos passageiros e protegidos do vento que se faz sentir com a deslocação do barco.
no interior do barco
no interior do barco
local na parte de tras do barco onde são empilhadas as mochilas dos passageiros
local na parte de tras do barco onde são empilhadas as mochilas dos passageiros
no primeiro dia, entre os passageiros encontravam-se alguns monges
no primeiro dia, entre os passageiros encontravam-se alguns monges
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
habitantes locais que fazem este percurso na parte de tras do baco, demasiado proximo do motor
habitantes locais que fazem este percurso na parte de tras do baco, demasiado proximo do motor

Tailândia: epílogo

O que fica de três meses passados na Tailândia… ficam sem duvida o colorido das vestes dos monges que marcam de açafrão a memória visual da paisagem urbana, ficam os templos ricamente decorados e impecavelmente limpos, onde a imagem de Buda é respeitosamente venerada.

Sempre presente é também o Rei Bhumibol, cuja figura, muitas vezes acompanhado da rainha se encontra em todos os edifícios oficiais, habitações, lojas, assim como pelas ruas das cidades e estradas do país, com o seu retrato em várias fases da sua vida, emoldurado por dourados e rodeados de flores e bandeiras amarelas.

O respeito é algo que marca a sociedade e a cultura tailandesas, e que é evidente na forma como os habitantes e comportam e se relacionam entre si, sem discussões ou tons de voz elevados, sem encontrões, não deitando lixo para o chão, mesmo escasseando o número de caixotes de lixo nas cidades, não enganando com os trocos, respeitando filas e a ordem nas entradas e saídas dos transportes públicos. De todo o grupo há que excluir obviamente os taxistas que aqui, como em todo o lado, tentam sempre aproveitar-se dos estrangeiros.

Outra ideia que ficou foi a de um país rico e de abundância, que apesar de ter pobreza, mais evidente nos meios rurais, se encontra bastante desenvolvido, bem organizado, limpo, um elevado nível de educação, capaz de produzir comida em quantidade suficiente para alimentar a sua população de 64 milhões e habitantes e de ser o maior exportador de arroz do mundo, proeza possível com o favorável clima e pela abundância de água que permite obter várias colheitas por ano e onde fruta como a banana, papaia e manga cresce um pouco por todo o lado.

Fica a memória de um país verde, onde a selva ainda resiste à pressão demográfica humana em busca de espaço para viver e de terreno para cultivar; ficam as praias de calmas e tépidas águas que proporcionam claros tons de azul que contrastam com o verdes das palmeiras.

Ficam também os mercados com o seu vibrante movimento e os seus exóticos produtos de utilização indecifrável, e a grande variedade oferecida, onde domina a carne, mas onde se pode encontrar uma grande variedade de legumes, e onde a colorida e exótica fruta se torna uma tentação.

E de facto, o mais saudades deixa é a deliciosa comida tailandesa, com os seus aromáticos caris à base de leite de côco, as fumegantes sopas de noodles, as picantes saladas de papaia-verde, as massas e vegetais salteados, os rottes de banana, o sticky-rice… tudo preparado no local em pouco mais do que um minuto, e que pode sempre ser embalado para ser consumido enquanto se percorrem as ruas e se assiste ao desenrolar do movimentado quotidiano tailandês.

Norte da Tailândia, na ultima viagem de comboio entre Bangkok e Chiang Mai, antes de rumar definitivamente em direcção à fronteira com o Laos
Norte da Tailândia, na ultima viagem de comboio entre Bangkok e Chiang Mai, antes de rumar definitivamente em direcção à fronteira com o Laos
Goodbye Thailand.... "kóbum káa"
Goodbye Thailand…. “kóbum káa”

Itenerário

Viajar na Tailândia

Viajar na Tailândia constitui uma tarefa fácil e confortável. Para além da popular opção pelas viagens de avião, tanto o comboio como os autocarros constituem boas alternativas, mesmo para as grandes deslocações.

A rede ferroviária, não sendo extensa, liga as zonas mais povoadas, e os comboios, com várias categorias, permitem efectuar viagens nocturnas em carruagem-cama, com bastante conforto. Ao fim do dia, um dos funcionários do comboio prepara rápida e eficientemente a cama onde vamos dormir, com lençóis, almofada e colcha, pendurando inclusive os cortinados que oferecem alguma privacidade durante o sono; tudo impecavelmente limpo, engomado e embalado em inúmeros sacos de plástico.

Quanto aos autocarros existem inúmeros operadores que oferecem serviços, com bastante pontualidade e com uma grande frequência, ligando particamente todas as cidades do país entre si, em especial a Bangkok, e aos postos de fronteira com o Laos, Camboja e Birmânia.

Os autocarros de longo curso, em especial os que efectuam longas distância, têm geralmente uma hospedeira que para além de encaminhar os passageiros para o respectivo lugar e de anunciar as várias paragens, providencia assistência durante a viagem, fornecendo snacks como bolachas, batatas fritas, água, leite de soja para o pequeno-almoço, e terminado sempre com a entrega de toalhetes para limpar as mãos antes de terminar a viagem.

Dependendo do operador, pode-se geralmente escolher entre várias classes de autocarros: desde os que oferecem somente assentos inclináveis mas pouco espaçosos, até aos que se transformam em camas e que incluem refeições e outros confortos; tudo depende da duração da viagem e do que se quer gastar.

Paralelamente a este serviço existem muitos outros pequenos operadores também particulares, geralmente em carrinhas doze lugares que efectuam serviços mais personalizados, que têm a vantagem de recolher os passageiros junto dos vários hotéis e guest houses, e de os deixar no centro das cidades, o que poupa o esforço e alguns bahts nas deslocações para os terminais de camionagem que frequentemente se situam longe do centro. O custo é sempre mais elevado, pois incluem sempre a comissão da agência ou do hotel onde é necessário recorrer para obter este tipo de serviço.

De uma forma geral as estradas são boas, com pavimento em bom estado e bem sinalizadas; as principais cidades estão ligadas por estradas que por vezes podem ter três faixas de rodagem, sendo contudo raro haver cruzamentos desnivelados, fora dos acesso às grandes cidades.

Os táxis são bastante populares, limpos e em bom estado, todos dispondo de taxímetro o que evita o processo de negociação do preço. Em Bangkok, existe um serviço semelhante ao táxi, mas de mota, os “motorbike-taxi”. Neste caso o preço tem que ser negociado assim como para os tuk-tuks. Em Chiang Mai substituído os autocarros, circulam os chamados “red cab” que são um meio de transporte colectivo, que efectua um percurso numa determinada zona da cidade, e que vai distribuído e recolhendo pessoas pelo caminho mas que pode também funcionar como táxi, tornando-se neste caso mais caro.

Viajar de táxi ou de autocarros e mesmo em algumas classes dos comboios, obriga ao uso de roupa quente, devido à obsessão dos tailandeses pelo ar-condicionado, que talvez resulte de numa tentativa de agradar ao padrão de conforto ocidental, mas que tornam cada viagem numa aventura polar!!!

Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Estação de Hualamphong em Bangkok
Carruagem "sleeper class" do comboio que liga Bangkok a Chiang Mai
Carruagem “sleeper class” do comboio que liga Bangkok a Chiang Mai onde à noite estes assentos se trasnformam em camas
Carruagem restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai
Carruagem restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai, que com os seus bancos em madeira e pintura gasta contrastam com as carruagens cintilantes da “sleeper class” envolta no seu manto gélido do ar-condicionado
Carruagem-restaurante do comboio entre Bangkok
Carruagem-restaurante do comboio entre Bangkok e Chiang Mai
Estrada nacional que liga a cidade de Chiang Mai a Chiang Rai, a cerca de 150 km mais a norte, mas que demorou perto de três horas com várias paragens para descanso, almoço e paragem para ver templos... este é o resultado de optar por autocarros de turismo!
Estrada nacional que liga a cidade de Chiang Mai a Chiang Rai, a cerca de 150 km mais a norte, mas que demorou perto de três horas com várias paragens para descanso, almoço e paragem para ver templos… este é o resultado de optar por autocarros de turismo!
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Estação de autocarros em Chiang Rai
Red-Cab em Chiang Mai
Red-Cab em Chiang Mai
Decoração de um dos "red-cab" com a tradicionais oferendas de bananas e arroz, e os talismã budistas, muito populares na Tailândia
Decoração de um dos “red-cab” com a tradicionais oferendas de bananas e arroz, e os talismã budistas, muito populares na Tailândia
Estação de comboios de Ayutthaya
Estação de comboios de Ayutthaya
segunda classe, lugares sentados sem ar-condiciondo. Apesar do aspecto moderno e confortável, é bastante antiga, o interior desta carruagem é revestido a madeira, onde se nota as muitas camadas de tinta
segunda classe, lugares sentados sem ar-condiciondo. Apesar do aspecto moderno e confortável, é bastante antiga, o interior desta carruagem é revestido a madeira, onde se nota as muitas camadas de tinta
Carruagem de terceira classe
Carruagem de terceira classe
casa de banho do comboio
casa de banho do comboio
Carruagem de terceira classe dos comboios tailandeses, com os seus assentos duros mas onde é possivel dormir deitado, pois durante a noite o comboio fica com pouca gente. Não tem lugares marcados nem ar-condicionado, mas as ventoinhas do tecto e a possibilidade de viajar de janela aberta compensam o desconforto
Carruagem de terceira classe dos comboios tailandeses, com os seus assentos duros mas onde é possivel dormir deitado, pois durante a noite o comboio fica com pouca gente. Não tem lugares marcados nem ar-condicionado, mas as ventoinhas do tecto e a possibilidade de viajar de janela aberta compensam o desconforto

Chiang Rai. New Life Foundation

Fazendo-me sentir mais turista do que viajante, a Tailândia deixou-me muitas vezes num impasse com a indecisão em relação ao rumo a seguir e aos locais a visitar.

A vontade de participar em excursões para fazer passeios de elefante, visitar cabarets  com espetáculos de lady-boys, combates de thai-boxing, visitas a orfanatos, excursões a aldeias típicas tailandesas, visita às chamadas “mulheres-girafas” (que efectivamente são originárias da Birmânia) cujo pescoço continua a ser esticado para agradar às objectivas dos turistas… tudo isto num país onde a entrada num autocarro de turismo rapidamente se pode transformar numa excursão com visitas a templos e com paragem em restaurantes dispendiosos.

Para fugir a esta oferta procurei refúgio no trabalho de voluntariado, longe do circuito turístico, o que me levou a ter contacto com a New Life Foundation, situada a uns 18 quilómetros de Chiang Rai, muito perto das fronteiras com o Laos e a Birmânia, destinada a acolher pessoas com problemas relacionados com a dependência de álcool e drogas ou que necessitem de apoio psicológico.

A fundação foi criada à cerca de três anos, por um belga que após ter passado pelo processo de desintoxicação de drogas no mosteiro Thamkrabok, situado no sul da Tailândia, com o objectivo de acolher e de apoiar outras pessoas em circunstâncias semelhantes. Aqui é disponibilizada o apoio de Life Coaching, assim como de outras terapias e de apoio psicológico.

O espaço, com alojamento para mais de cinquenta pessoas, dispõem para além dos blocos para alojamento, de sala de refeições e convívio, amplos jardins relvados, piscina, banho-turco, salas e pavilhões para meditação e pratica de yoga, thai-chi, palestras e outras actividades de grupo, como biodanza, workshops, etc…

Diariamente, depois da aula de yoga e do pequeno almoço, é realizada uma reunião com todos os residentes e voluntários onde se abordam vários temas do quotidiano da instituição, aberta a sugestões e à apresentação de problemas; no final são indicadas as tarefas a realizar por cada um dos membros da comunidade, divididas por duas horas e meia de manhã e mais hora e duas horas durante a tarde, chamados “working meditation”. Os residentes ficam dispensados da maioria do trabalho diário para poderem participar nas secções individuais e colectivas orientadas pelo psicólogos.

O trabalho pode por vezes ser duro, como é o caso da agricultura que implica andar a tratar das árvores e da horta, ou o fabrico de tijolos de adobe, devido ao calor provocado pelo sol intenso. Contudo, de uma forma geral o trabalho não é muito intenso sendo é feito de forma descontraída e sem pressões, intercalado por momentos de conversa e de descanso ao abrigo dos bambus.

Aqui reúnem-se pessoas de várias partes do mundo, dominado contudo os ingleses, americanos e canadianos, sendo a conversação sempre feita em inglês.

Para além dos residentes que permanecem por períodos mais ou menos longos, tendo diariamente seções de terapias, há também espaço para os voluntários que se juntam aos residentes nas tarefas diárias.

Não existem portões nem vedações, mas tudo obedece a regras e a horários rígidos, mas que são cumpridos sem grande pressão, proporcionado um ambiente descontraído o que permite facilmente o contacto entre os voluntários e os residentes.

Apesar do trabalho a que os voluntários e os residentes estão sujeitos é necessário pagar para permanecer na New Life Foundation e que dependendo do período da estadia, pode variar entre os 300 baht e os 600 baht (cerca de 15€).

O dia começa cedo, pelas seis horas, com a aula de yoga, que se inicia ainda antes do nascer do sol e que permite ver cambiar das cores do céu em tons de lilás e laranja, à medida que o dia vai nascendo, e a bruma da noite se vai evaporando.

Os dias são quentes e o ar seco, o que é proporciona as condições ideais para proceder à secagem do arroz após a colheita que é feita por meios mecânicos feito pelo pessoal tailandês. Coube aos voluntários espalhar os grãos num terreiro de cimento, na zona mais quente da quinta, o que apesar do desconforto do suor proporcionou um conjunto de sensações, para mim únicas, com o sentido do olfato a ser brindado com o aroma fresco do cereal recém colhido que se intensificava à medida que o íamos espalhando com a ajuda dos pés, tarefa que se prolongou por mais de uma hora e que proporcionou realmente momentos únicos de meditação.

Todas as refeições, têm a opção vegetariana e não-vegetariana, com deliciosa comida preparada pelo staff local, seguindo os pratos tradicionais da Tailândia onde sobressaem os caris frescos e picantes; excepção é o pequeno almoço, preparado pelos residentes com a ajuda de voluntários, onde para além do porridge e dos cereais, é servida fruta, leite das vacas da quinta do qual também se faz o iogurte, pão, compotas feitas com a fruta do pomar… papaia, bananas, dragon-fruit, ananás, dióspiros… e claro: ovos e mais ovos, presentes a todas as refeições, fritos ou cozidos, que todos os dias são depositados pela dezenas de patos existentes na quinta.

A partir das nove e meia da noite é altura de manter silêncio e é quando a maior parte das pessoas se refugia nos quarto; parecendo demasiado cedo para ir para a cama, o corpo pede descanso pela intensidade do dia.

Aos fins de semana, o trabalho é ligeiro e no domingo é folga total organizando-se por vezes visitas à cidade mais próxima, Chiang Rai, para compras ou um passeio pelo mercado.

Vida fácil a agradável nesta comunidade, longe da realidade mas numa agradável e doce utopia!!! Faz pena ter que daqui sair…

http://www.newlifethaifoundation.com/

Nota de boas vindas
Nota de boas vindas
Através da janela do meu quarto, deitada na cama, consigo ver as estrelas que desenham formas geométricas no céu negro da lua nova, enquanto adormeço ao som do cantar das cigarras e do coaxar das rãs.
Através da janela do meu quarto, deitada na cama, consigo ver as estrelas que desenham formas geométricas no céu negro da lua nova, enquanto adormeço ao som do cantar das cigarras e do coaxar das rãs.
Lago para onde diáriamente são encaminhados os patos e que serve também como reservatório de água para irrigar os campos de arroz
Lago para onde diáriamente são encaminhados os patos e que serve também como reservatório de água para irrigar os campos de arroz
Campo de arroz
Campo de arroz
"quack shack" de onde vêm os ovos que se consomem diáriamente
“quack shack” de onde vêm os ovos que se consomem diáriamente
Sala para meditação e actividades de grupo
Sala para meditação e actividades de grupo
Vacaria
Vacaria, com uma vaca e duas vitelas, que dá cerca de oito a nove litros de leite por dia, quantidade insuficiente para se produzir queijo com regularidade
Produção de tijolos com que são construidos alguns dos edificios da quinta
Produção de tijolos com que são construidos alguns dos edificios da quinta; este é um dos trabalhos mais duros, não só pelo esforço físico que requer como também pelo local onde é realizado, na zona mais quente da quinta
Vista do pavilhão onde se realizam pela manhã as práticas de yoga
Vista do pavilhão onde se realizam pela manhã as práticas de yoga
árvore dos estranhos frutos chamados aqui de "dragon-fruit"
árvore dos estranhos frutos chamados aqui de “dragon-fruit”
Plantação de ananazes
Plantação de ananazes
nascer do sol
nascer do sol
Sala de refeições e de convívio
Sala de refeições e de convívio
O gato Chester... que juntamente com dois cães, Jack e Foxy fazem parte desta comunidade
O gato Chester… que juntamente com dois cães, Jack e Foxy fazem parte desta comunidade
DSC_6088
Lanternas
pôr do sol
pôr do sol
Lanternas
Lanternas
Uma das actividades do fim de semana, consistiu na largada de lanternas de papel, que se elevam no céu à medida que a vai ardendo a lamparina que têm na base. Demoram vários minutos a desparecerem no céu, só se distinguindo da estrelas pelo tom laranja.
Uma das actividades do fim de semana, consistiu na largada de lanternas de papel, que se elevam no céu à medida que a vai ardendo a lamparina que têm na base. Demoram vários minutos a desaarecerem no céu, só se distinguindo das estrelas pelo tom laranja.
Quadro que diariamente é actualizado com as tarefas destinadas a cada um dos elementos da comunidade
Quadro que diariamente é actualizado com as tarefas destinadas a cada um dos elementos da comunidade
New Life Foundation
New Life Foundation
Sala de refeições
Sala de refeições
cozinha... uma oportunidade de aprender um pouco de thailandez e conseguir comunicar com as cozinheiras que diariamente confecionam deliciosas refeições
cozinha… uma oportunidade de aprender um pouco de thailandez e conseguir comunicar com as cozinheiras que diariamente confecionam deliciosas refeições
Sala de refeições com tudo preparado para ser servido o jantar
Sala de refeições com tudo preparado para ser servido o jantar
New Life Foundation
New Life Foundation
Lago situado próximo da New Life Foundation, que proporcionou um boa caminhada durante a manhã
Lago situado próximo da New Life Foundation, que proporcionou um boa caminhada durante a manhã

 

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 3
  • Página 4
  • Página 5

Footer

search

Tags

alojamento Angkor Arambol Assam Bago Borneo Caminhadas Champasak China Beach Comida Gujarat Himachal Pradesh Hué Hà Nôi Ilhas Istanbul itinerário Kashan Kashmir Kathmandu Kutch Ladakh Leh Mcleod ganj Meghalaya Nagaland Ninh Binh Nordeste da Índia Parques Naturais Parvati Valley Phnom Penh Pondicherry Punjab Rajastão Sapa Srinagar Tabriz Tamil Nadu Teerão Transportes Travessia de Fronteira Vinh Long visto Yangon Yazd

Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

Se achou o meu blogue útil ou inspirador, considere apoiá-lo com uma pequena contribuição. Cada donativo ajuda-me a manter este projeto vivo e gratuito para todos os que adoram explorar o mundo.

Obrigada por me ajudares a continuar a viagem!

BUY ME A COFFEE

Categories

Recent Posts:

  • Líbano: itinerário para 15 dias de viagem
  • 25 dias de viagem pelo Bangladesh: itinerário
  • Japão em 6 semanas: itinerário & custos
  • Taiwan: itinerário para 16 dia viagem
  • 20 dias in Morocco: itinerário & custos
  • Kuta Lombok… o paraíso quase secreto
  • Leh & Kashmir: mapa e itinerário
  • English
  • Português

© Copyright 2026 Stepping out of Babylon · All Rights Reserved · Designed by OnVa Online · Login