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República Popular da China

Dalí… a cidade bilhete-postal

Dalí é uma pequena cidade da região de Yunnan, que se destacou por estar localizada na rota comercial entre a China e a Birmânia e que apesar de ter perdido importância com o encerramento deste acesso soube tirar partido das suas características arquitectónicas para se tornar num local turístico, atraindo milhares de visitantes, maioritariamente chineses, que aqui vêm em excursão de um dia ou optam por ficar mais tempo atraídos pela pitoresca calma da vila.

A parte antiga de Dali concentra-se no interior de grossas mas baixas muralhas, formando um quadrado, com uma porta em cada uma das faces, orientadas segundo os pontos cardinais. Destas portas ornamentadas com elaboradas construções em madeira pintada de corres garridas e que contrasta fortemente com o cinzento das pedras que forma as muralhas, fica-se com uma ideia clara da localização privilegiada da cidade, que de um lado tem a presença maciça de uma aparentemente intransponível cadeia montanhosa, de onde escorrem pequenos riachos que atravessam a cidade, desaguando no Lago Dian (Diãn Chí) que se encontra do lado oposto.

O cinzento da pedra que serve de base à maioria das construções e a argila usada no fabrico das características telhas que uniformemente cobrem as casas de Dalí, fazem da cidade uma mancha cinzenta e baça que destoa no azul do céu que pontuado de espessas nuvens brancas emoldura quase sempre a paisagem.

As ruas principais são exclusivamente dedicadas à venda de artigos tradicionais da região, entre tecelagem e ourivesaria, produtos alimentares onde domina a carne seca e os doces à base de flores, amuletos e roupas inspirados nos trajes tradicionais dos diversos grupos étnicos e muitas lojas de chá, pelo qual a região de Yunnan é famosa.

À noite os inúmeros restaurantes enchem-se, animando as ruas com música ao vivo, ao longo das quais artesãos expõem os seus trabalhos, numa abordagem mais criativa e alternativa do artesanato da região.

Em Dalí predomina a etnia Bai, cujos trajes tradicionais são somente envergados pelas guias que conduzem grandes grupos de turistas chineses pelas ruas da cidade, em silenciosos veículos elétricos, visitando museus e templos e passeando pelas muralhas que rodeiam a parte antiga da cidade.

De Dalí fica uma turística e pitoresca cidade, calma e organizada, mas onde falta uma certa espontaneidade, respirando-se uma atmosfera de “bilhete-postal”. O pequeno mercado situado num dos cantos da muralha destoa deste ambiente oferecendo um pouco de colorido e de exotismo pela diversidade dos produtos expostos, alguns difíceis de identificar aos olhos de um ocidental pouco habituado à gastronomia chinesa.

Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Ao fim do dia, numa das maiores praças da cidade reúnem-se mulheres que ao som de musica chinesa praticam exercício que mais se assemelha a uma dança
Ao fim do dia, numa das maiores praças da cidade reúnem-se mulheres que ao som de musica chinesa praticam exercício que mais se assemelha a uma dança
ao longo de algumas das ruas, correm pequenos riachos
ao longo de algumas das ruas, correm pequenos riachos
Dalí
Dalí
Um das portas de acesso à cidade antiga de Dalí que se encontra cercada por espessas muralhas
Um das portas de acesso à cidade antiga de Dalí que se encontra cercada por espessas muralhas
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Uma das ruas principais de Dalí, totalmente dedicadas ao comércio de produtos locais pelos quais esta região da província de Yunnan é famosa, como doces feitos à base de flores, carne seca, e especialmente o chá
Uma das ruas principais de Dalí, totalmente dedicadas ao comércio de produtos locais pelos quais esta região da província de Yunnan é famosa, como doces feitos à base de flores, carne seca, e especialmente o chá
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
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Vendedor de doces numa das ruas principais de Dalí
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Muralha que circunda a cidade e de onde é possível ver o lago

População: 110.000 habitantes

Altitude: 1900 m

Kunming… e a vida em torno do Green Lake

Kunming, capital da província de Yunnan, respira uma atmosfera moderna e cosmopolita, de amplas avenidas, organizado tráfego, alguns espaços verdes, e que apesar dos seus pouco mais de 1 milhão de habitantes oferece-se calma e descontraída.

O chamando Green Lake domina o centro de Kunming, se é que se pode chamar centro a esta zona, pois nas modernas cidades chinesas praticamente nada resta de verdadeiramente antigo, tendo as tradicionais construções já sido substituídas por edifícios de betão que aparentam não terem mais de trinta anos, alguns já a serem demolidos para darem lugar a modernos edifícios, e com ruas de malha ortogonal, largas, de amplos passeios onde o trânsito circula ordeiramente ao ritmos de sinais luminosos.

O estado de Yunnan, que faz fronteira com o Tibete, Birmânia, Laos e Vietname e a sua população espelha bem estas influências, com a maior concentração de grupos étnicos e onde com praticamente metade da população é não-Han, sendo a etnia Han a dominante no território chinês.

Um pouco desta diversidade transparece na actividade que se observa em redor do parque formado pelo Green Lake, onde à sombra de inúmeras árvores diversos grupos se reúnem para executarem danças, formando rodas em volta de modestas colunas de som, enchendo o espaço com a côr e diversidade dos trajes tradicionais que muitos teimam em usar.

Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Park, onde pela manhã muitos dos habitantes de Kunming praticam tai-chi
Green Park, onde pela manhã muitos dos habitantes de Kunming praticam tai-chi
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Kunming
Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Guang Hua, a chamada “old street” onde os edifícios que ainda restam, com a tradicional construção em madeira, estão a ser recuperados, mas onde outros estão a ser construídos
Kunming
uma das avenidas do centro da cidade onde se concentra grande parte da actividade comercial e onde se podem encontrar as grandes marcas internacionais, em especial as que se dedicam à comercialização de vestuário
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
alunos junto a uma escola no centro de Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
mesquita construída no estilo de arquitectura que também é comum aos templos budistas chineses, e onde os símbolos do islão se limitam ao crescente que enfeita o cimo dos telhados e a inscrições em árabe à entrada, numa cidade onde é bem visível o significativo numero de muçulmanos
Kunming
Kunming
Kunming
Os jogos de cartas são muito populares entre a população, sendo frequente encontrar grupos de jogadores nos mercados e ao longo das ruas mais pacatas da cidade

 

 

População: 1.044.000 habitantes

Altitude: 1890 m

Fronteira Lao/China… de Vientiane até Kunming

…“keep on moving” acabei de ler esta mensagem inscrita a negro sobre o fundo branco de uma t-shirt: é este o espírito dos últimos meses de viagem. Longos percursos de autocarro, comboio e barcos, muitas horas de espera em terminais de bus e estações de comboios… muitas noites passadas em autocarros. Laos, Camboja, Myanmar… e agora China. Um mês em cada país. Duas estadias em Bangkok para preparação do próximo passo: menos de uma semana em Vientiane para tratar do visto para a China… “keep on moving”!

 

Mais uma vez sou a única não-asiática; a única que fala inglês; a única tem a mochila numa bagageira cheia de sacas, pacotes, caixas e embalagens; a única incapaz de falar a língua dos restantes passageiros limitando a comunicação aos gestos e à boa vontade de quem está por perto.

Desta vez o percurso é entre Vientiane e Menglá, a primeira cidade chinesa que surge no mapa após a passagem da fronteira com o Laos.

 

O inicio da viagem não se revelou auspicioso, com o céu coberto de nuvens cinzentas que têm oferecido episódios de chuva diários que antecedem o inicio da monção, e com um mal-entendido junto do antipático funcionário da bilheteira do terminal de autocarros de Vientiane, relativamente ao preço do bilhete, superior ao que está afixado e que me obrigou a gastar os últimos kips e alguns dos yuan que já tinha adquirido para a China.

Este imprevisto fez com que ficasse sem dinheiro para as refeições durante o resto do dia, limitando-me a uma ração composta de bananas, amendoins, uns pães de massa frita que sobraram do dia anterior e umas bolachas de arroz tufado; os trocos que sobraram nem para a água chegaram, tendo recorrido à desagradável água da torneira devidamente desinfetada com pastilhas purificadoras.

 

As pesadas nuvens cinzentas e o ar quente e húmido de Vientiane deram gradualmente lugar a um céu cada vez mais luminoso, decorado com espessas nuvens de uma brancura imaculada que lhe confere um ar de irrealidade, e com as montanhas que a pouco e pouco se foram erguendo à frente da estrada, tornando-se íngreme e sinuosa, mas cada vez mais verde, de densa floresta de onde sobressaem os tufos dos bambus, com o ar cada vez mais fresco e leve.

 

A viagem em autocarro-cama, cujo facto de ter feito a viagem quase vazio, com pouco mais do que oito passageiros, ofereceu a possibilidade de ter ocupar o compartimento que é destinado a duas pessoas, proporcionado uma viagem confortável e uma agradável noite de sono que terminou com uma espera de uma hora junto ao posto fronteiriço do Laos.

Seguisse a já habitual sequência de entrada de funcionários alfandegários no autocarro, de revista de bagagens pelo exército, verificação de passaportes, carimbos e o preenchimento de documentos, que do lado chinês foi facilitado com a informatização dos serviços que permitem a leitura digital da informação constante do passaporte e a emissão electrónica do cartão de embarque. Tudo simples, rápido e eficiente.

 

À chegada a Menglá, cidade ampla e moderna mas pouco atraente, a ideia inicial de permanecer por uma noite foi substituída pela possibilidade de seguir viagem directamente para Kunming, capital da província de Yunnan.

Esta mudança de planos obrigou a uma espera de seis horas no moderno e luminoso terminal de autocarros de Menglá, onde o odor a urina vido da casa-de-banho se mistura com o cheiro dos cigarros fumados sem restrições na sala de espera, enquanto que nos ecrãs de televisão passam, em modo repetitivo, informação governamental sobre os malefícios do consumo de drogas.

 

Da paisagem do norte do Laos, dominada por montanhas de vegetação selvagem, onde nas regiões mais brandas surgem pequenas aldeias junto a tímidos compôs de arroz, passa-se para a China, onde o cenário igualmente montanhoso está coberto de árvores de borracha, geometricamente disposta ao longo das encostas, formado um monótono padrão e onde a estrada, em vez da habitual sinuosidade, desliza suavemente com viadutos a cruzar vales e túneis a trespassar montanhas.

Olá China!

 

a paisagem do norte do Laos, com um céu de azul intenso raro de encontrar por estas paragens asiáticas, que não encontrei na primeira estadia no norte do Laos, ainda sob o efeito do invernos mês de Fevereiro
a paisagem do norte do Laos, com um céu de azul intenso raro de encontrar por estas paragens asiáticas, que não encontrei na primeira estadia no norte do Laos, ainda sob o efeito do invernos mês de Fevereiro
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
bus ente Vientiane e Menglá... "refeição a bordo"
bus ente Vientiane e Menglá… “refeição a bordo”
a viagem entre Vientiane e a China foi já feita num veículo de uma companhia chinesa; dado os poucos passageiros assim como o motorista serem chineses, as paragens para descanso e para comida foram sempre feitas em restaurantes de proprietários chineses que discretamente se encontram nas estradas secundarias do norte do Laos
a viagem entre Vientiane e a China foi já feita num veículo de uma companhia chinesa; dado os poucos passageiros assim como o motorista serem chineses, as paragens para descanso e para comida foram sempre feitas em restaurantes de proprietários chineses que discretamente se encontram nas estradas secundarias do norte do Laos
Bus entre Vientiane e Menglá
Bus entre Vientiane e Menglá
um dos vários restaurantes que serviu de paragem no percurso no norte do Laos
um dos vários restaurantes que serviu de paragem no percurso no norte do Laos
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
posto fronteiriço do Laos
posto fronteiriço do Laos
posto fronteiriço da China; mais um país comunista a adicionar ao meu curriculum; depois do Vietname e do Laos, só falta visitar Cuba e a Coreia do Norte para completar o naipe dos cinco países que ainda se apelidam de comunistas
posto fronteiriço da China; mais um país comunista a adicionar ao meu curriculum; depois do Vietname e do Laos, só falta visitar Cuba e a Coreia do Norte para completar o naipe dos cinco países que ainda se apelidam de comunistas
primeira refeição chinesa que compensou a fraca ração de bananas, amendoins, pães e arroz tufado, que serviu de alimento durante as 24 horas de viagem entre Vientiane e Menglá
primeira refeição chinesa que compensou a fraca ração de bananas, amendoins, pães e arroz tufado, que serviu de alimento durante as 24 horas de viagem entre Vientiane e Menglá
Viagem em autocarro-cama entre Menglá e Kunming
Viagem em autocarro-cama entre Menglá e Kunming

 

Info (PT) Vientiane até Kunming via Meng La

O autocarro parte do Terminal Norte, localizado na Sithong Road, cerca de7 km do centro da cidade de Vientiane. No terminal situado junto ao mercado central é possível apanhar um autocarro directo, de meia em meia hora, que custa 5000 kip.

 

Kunming: 784.000 kip (aproximadamente)

Partida de Vientiane: 11.00; 14:30
(terças e sextas é autocarro-cama; nos restantes dias são lugares sentados)

Duração da viagem: 30-31 horas

 

Meng La: 351.000 kip

Partida de Vientiane: 11h (terças e sextas é autocarro-cama; nos restantes dias são lugares sentados)

Duração da viagem: 23-24 horas

 

Atenção: os preços afixados no placar do terminal de autocarros estão desactualizados; os preços actuais estão afixados junto à bilheteira numa discreta folha A4 escrita em chinês.

 

Info (EN): Vientiane to Kunming via Meng La

The bus departs from North Terminal, located in Sithong Road, about de7 km from the city center of Vientiane. In terminal located next to the Central Market you can take a direct bus every half hour, which costs 5000 kip.

 

Kunming: 784,000 kip

Vientiane Departure: 11:00; 14:30 (Tuesdays and Fridays is bus-bed and in the remaining days are seats)

Travel time: 30-31 hours

 

Meng La: 351,000 kip

Departure from Vientiane: 11pm (Tuesdays and Fridays is sleeping bus and in the remaining days are normal seats)

Travel time: 23-24 hours

 

Note: the prices displayed on the scoreboard from the bus terminal are outdated; current prices are displayed next to the box office in a discrete A4 written in Chinese

Como obter visto Chinês no Laos

Definitivamente, obter o visto para entrar na China, mesmo para turismo, não é tarefa simples, exigindo mais documentos do que é normal para a maioria dos países do sudoeste asiático e não existe a possibilidade de solicitar visto à chegada.

O visto turístico, tipo “L”, é de 30 dias; é valido por três meses a contar da data de emissão. Ficar mais do que os trinta dias dá direito a pesada multa e a um pedido formal de desculpa baseado numa boa justificação (segundo informações recolhidas na net a multa, é de 500 yuan), correndo-se o risco de ver para sempre vedada a entrada na China.

A primeira tentativa de obter o visto foi na embaixada Chinesa em Bangkok, que é tarefa que demora e exige uma boa dose de paciência; convém chegar bem cedo, pois os serviços de visto só funcionam da parte da manhã, e mesmo assim não se poupa uma espera de mais de quatro horas, numa sala apinhada de gente, e que se pode prolongar pela tarde, pois mesmo quando os serviços encerram as pessoas que se encontram no seu interior são ainda atendidas.

Mesmo tendo chegado pouco mais de meia hora depois da abertura das portas, deparei-me com uma verdadeira multidão que enchia por completo a vasta sala, tendo pela frente mais de duzentas pessoas.

Segundo informações recolhidas junto de outros turistas mais habituados a este processo, é praticamente impossível solicitar o visto de entrada na China caso não se tenha cópia do bilhete de avião, coisa que não dispunha pois o meu objectivo era entrar na China pela fronteira com o Laos. É também necessário apresentar comprovativos das reservas do alojamento durante a estadia na China.

Desisti! Seguindo alguns conselhos optei por solicitar o visto noutro local, que na Tailândia pode ser em Chiang Mai, ou em Vientiane, capital do Laos, que no meu caso se apresentava mais favorável.

O processo em Vientiane revelou-se simples e fácil, não tendo demorado mais de 10 minutos, incluindo o tempo de preenchimento do impresso de pedido de visto, no total de quatro páginas.

 

Documentos necessários para pedido do visto para a China:

  1. Passaporte válido por 6 meses;
  2. Impresso de pedido do visto (application form): é disponibilizado nos serviços da embaixada, devidamente preenchido, que para além dos dados de identificação, nome da empresa e contactos da entidade empregadora (podem ser dados falsos pois esta informação não é verificada pelos serviços consulares), deve também constar o itinerário previsto e o numero de dias; pode ser um qualquer, e convém excluir alusões a uma visita ao Tibete;
  3. Uma fotografia com fundo claro;
  4. Cópia do passaporte;
  5. Cópia do extrato bancário provando meios financeiros para suportar as despesas da estadia;
  6. Cópia do bilhete de avião: é suficiente o bilhete de ida; caso se opte por entrar na China por meios terrestres o melhor é forjar um bilhete com base noutro qualquer, alterando datas e nomes com recurso ao Photoshop ou a outro software de edição de imagem;
  7. Comprovativo das reservas de alojamentos: basta enviar uns mails para vários hotéis ou hostels a reservar quarto para as datas descritas nos impresso de pedido de visto; depois é voltar a contactar estas entidades para cancelar a reserva; caso não aceitem fazer reservas sem pagamento de uma percentagem (caso dos muitos alojamentos associados à Hostelworld), basta aproveitar o mail de resposta e editar o texto confirmando a reserva;
  8. Custo

Single Entry                                           $30

Double Entry                                          $45

Multiple Entry valid for 6 months          $60

Multiple Entry valid for 12 months        $90

Multiple Entry validfor 24 months         $90

Este valor pode ser pago em dólares ou na moeda local. Em Bangkok o pagamento é feito nos serviços da embaixada, mas em Vientiane é necessário ir ao Banco da China para fazer o pagamento, ao qual acresce um pagamento de 1000 kip para despesas bancárias.

Para cidadãos com passaporte americano o custo do visto é de 130$…. vá-se lá saber porquê!!!

  1. O visto fica disponível ao fim de 4 dias úteis.

 

Embaixada Chinesa em Vientiane, Laos (Chinese embassy in Vientiane, Laos)

Website: http://la.china-embassy.org/eng/

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Ambassador: Mr. Bu Jianguo

Address: Wat Nak Road, Sisattanak, Vientiane, Lao P.D.R (P.O.Box 898)

Office Hours: 8:00-11:30, 14:00-17:00 Monday-Friday

Tel: +856-21-315100

Fax: +856-21-315104

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Consular Office

Office Hours: 9:00-11:30 Monday-Friday

Tel: +856-21-315105

 

Embaixada Chinesa em Bangkok, Tailândia (Chinese embassy in Bangkok Thailand)

Website: http://www.chinaembassy.or.th

Email: chinaemb_th@mfa.gov.cn

Ambassador: Mr. Guan Mu

Address: 57, Ratchadapisek Road, Bangkok, 10310, Thailand

Tel: +66-2-2450088, 2457043, 2457044 (direct)

Fax: +66-2-2468247

Consular Office

Office Hours: 09:00-11:30, Monday-Friday

Tel: +66-2-2457033, 2457036 (24 hour Auto Answer), 2478970 (14:00-17:00 Working Day)

Fax: +66-2-2472214

 

China Visa
China Visa

 

 

Documents required for visa application to China:

  1. Passport valid for 6 months;
  2. Visa application form: it’s available in the embassy, duly filled in, which in addition to identification data, company name and contact details of the employer (may be fake data because this information is not verified by consular services) , should also include the planned itinerary and the number of days and should be excluded allusions to a visit to Tibet ;
  3. Photograph with light background;
  4. Copy of passport
  5. Copy of flight ticket: it is enough to one-way ticket; if you choose to enter China by crossing land border, the best is to forge a ticket based on any another, changing dates and names using Photoshop or other image editing software;
  6. Copy of bank statement proving financial means to bear the expenses of the stay;
  7. Proof of booking of accommodation: just send a few emails to various hotels or hostels to book room for the dates outlined in the application form for a visa; is then re-contact these entities to cancel the reservation; if they not accept reservations without payment of a percentage (the case of many lodges associated with Hostelworld), just take the email reply and edit the text confirming the booking.
  8. Cost

Single Entry                                                  $ 30

Double Entry                                                $ 45

Multiple Entry valid for 6 months      $ 60

Multiple Entry valid for 12 months    $ 90

Multiple Entry valid for 24 months    $ 90

This amount can be paid in dollars or in local currency. In Bangkok payment is made in the embassy services, but in Vientiane is necessary to go to the Bank of China to make the payment, which adds a payment of 1,000 kip for bank charges.

For citizens with American passports the visa fee is $130.

  1. Visa becomes available after 4 days.
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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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