• Skip to main content
  • Saltar para o rodapé

Stepping Out Of Babylon

Travel & Photography

  • Sobre mim
    • Contacto
  • Destinos
    • África e Médio Oriente
      • Irão
      • Líbano
      • Marrocos
      • Turquia
    • Extremo Oriente
      • Japão
      • República Popular da China
      • Taiwan (Formosa)
    • Subcontinente Indiano
      • Bangladesh
      • India
      • Nepal
      • Sri Lanka
    • Sudoeste Asiático
      • Camboja
      • Indónesia
      • Malásia
      • Myanmar
      • República Popular do Laos
      • República Socialista do Vietname
      • Singapura
      • Tailândia
  • Itinerários
  • Dicas de viagem
    • Caminhadas & Parques Naturais
    • Comida em Viagem
    • Travessia de Fronteira
    • Vistos
  • Fotografia

Stepping out of Babylon

… por Kathmandu

Afastando-nos das ruas principais, entra-se num mundo de ruas estreitas onde desembocam noutras ainda mais estreitas que nos levam para pátios, sempre com um pequeno templo, um nicho ou uma estátua, e daí para outras ruas fazendo-nos perder neste emaranhado mas dando-nos a descobrir verdadeira preciosidades, como a stupa Kathesimbhu datada do século XVII, a maior existente no centro da cidade, muito semelhante ao Swayambhu que domina a colina mais alta da cidade.

Muito perto do centro de Kathmandu, a sul da Durbar Square, encontra-se a Jhochhen, conhecida por Freak Street cujo nome vem dos anos 60 e 70 em que aqui se concentravam os viajantes ocidentais ligados ao movimento hippie.

Apesar de muitos edifícios em betão e de algumas lojas dedicadas aos turistas, o bairro é dominado ainda pelo quotidiano nepalês, com os seus pequenos templos e nichos que um pouco por todas as ruas são objecto de devoção diária, com as suas oficinas, os alfaiates, barbeiros e com as suas lojas que vendem um pouco de tudo, mas por vezes tão pequenas que pouco mais espaço há do que o necessário para caber lá o vendedor e escurecidas pelos constantes cortes de energia elétrica.

Do movimento hippie sobrevive somente a loja de bolos, Snow Man, a funcionar desde 1968 onde esteve o Jimi Hendrix e o Cat Stevens, que se agora cá viessem não encontrariam nenhuma diferença pois o espaço parece que parou no tempo, estando coberto com uma patine de pó e muito fumo, que confere um tom castanho e baço a todo o espaço, contribuindo para o ambiente nostálgico que nos absorve, onde as cassetes de áudio estão ainda orgulhosamente expostas junto ao balcão. Os bolos são bons, oferecendo uma grande variedade entre tarte de maça, bolo de chocolate, browine, cheesecake, crumble… mas todos demasiado doces.

Mais a norte da Durbar Squere encontra-se o bairro de Thamel, um verdadeiro ghetto de turistas em Kathmandu, repleto de hotéis e guest houses para todos os gostos e preços, onde todas as lojas estão dirigidas ao turismo: desde artesanato de Kashmir, com as suas pashminas e bordados, artigos de trekking, agências de viagem, lojas de câmbios, postos de internet, roupa que varia entre o estilo freak e um misto de artigos tradicionais adaptados ao gosto e à moda ocidental, instrumentos musicais, cds, artesanato tibetano com os seus quadros de estilo thanka, supermercados…

Thamel apresenta a maior concentração de livrarias da cidade com uma grande seleção de livros em inglês e mesmo em alemão e francês, algumas com o sistema de compra e vende de livros em segunda mão.

Por aqui encontra-se também uma vasta e diversificada oferta de restaurantes e cafés, que à noite alguns se transformam em bares, onde se podem encontrar a chamada comida “ocidental” (pizzas, crepes, hamburguers, saladas, etc..) ou deliciar com a gastronomia japonesa, coreana. Nas pastelarias, muitas vezes identificadas como “german bakery” há sempre várias variedades de pão, croissants, bolos e o normal serviço de cafetaria com expresso, americanos, capuccinos… Mesmo assim existem verdadeiros achados, com comida tradicional nepalesa e tibetana, e muitos outros com especialidade Newari e Nepalesas.

De uma forma geral, todos estes restaurante em Thamel apresentam preços significativamente mais elevados do que o resto da cidade, mesmo comparando com Jhochhe, onde fiquei nos primeiros dias da estadia em Kathmandu; praticamente todos estes espaços têm wi-fi gratuito (quando não há cortes de corrente eléctrica, que acontecem pelo menos três vezes por dia), oferecendo qualidade e conforto para quem precisa de fazer uma pausa no intervalo das compras, abrigar-se num dia de chuva ou simplesmente relaxar e conviver. Toda esta oferta não é somente destinada aos turistas, atraindo muitos nepaleses que também se deliciam de toda esta abundância de escolhas, sendo presença constante em cafés.

Mas Thamel cansa. É demais. Na minha segunda estadia em Kathmandu, depois de um intervalo em Bhaktapur e Nagarkot, optei por ficar aqui, mas ao fim de três dias, mudei-me novamente para Jhochhen, onde a vida decorre docemente, longe da confusão.

Uma das avenidas principais, afastadas da zon central da cidade
Uma das avenidas principais, afastadas da zon central da cidade
um dos muitos patios que se encontra escondido de quem passa apressadamente pelas ruas principais de Kathmandu
um dos muitos patios que se encontra escondido de quem passa apressadamente pelas ruas principais de Kathmandu
Kathmandu
Kathmandu
stupa Kathesimbhu
stupa de Kathesimbhu
stupa Kathesimbhu
stupa de Kathesimbhu, que surge inesperadamente num patio ao qual se acede por uma da ruas que liga Basantapur ao bairro de Thamel
Um dos muitos templos que se encontram pelas ruas de Kathmandu
Um dos muitos templos que se encontram pelas ruas de Kathmandu
Himalaya Guest House. Jhochhen. Esta foi o primeiro alojamento em Kathmandu, numa guest house com ambiente familiar, bem localizada perto da Durbar Square, mas onde o ambiente não foi dos mais calorosos apesar de sempre prestáveis em ajudar e a dar indicações
Himalaya Guest House. Jhochhen. Esta foi o primeiro alojamento em Kathmandu, numa guest house com ambiente familiar, bem localizada perto da Durbar Square, mas onde o ambiente não foi dos mais calorosos apesar de sempre prestáveis em ajudar e a dar indicações
Himalaya Guest House onde fiquei em Jhochhen
Himalaya Guest House onde fiquei em Jhochhen
Kathmandu
Kathmandu
Templo junto aos ghats do Rio Bagsmani
Templo junto aos ghats do Rio Bagsmani
A sul da Durbar Square, já bastante fora da zona frequentadas pelos visitantes, encontra-se o Rio Bagmati onde se situam uns ghats, que dá acesso a um rio fétido e poluído, por onde desliza grande quantidade de lixo que cobre as margens, onde já não é possível ser usado para os tradicionais banhos purificadores
A sul da Durbar Square, já bastante fora da zona frequentadas pelos visitantes, encontra-se o Rio Bagmati onde se situam uns ghats, que dá acesso a um rio fétido e poluído, por onde desliza grande quantidade de lixo que cobre as margens, onde já não é possível ser usado para os tradicionais banhos purificadores
Pastelaria Snow Man em Jhochhen
Pastelaria Snow Man em Jhochhen
Pastelaria Snow Man em Jhochhen
Pastelaria Snow Man em Jhochhen
Kathmandu na zona a sul da Durbar Saqure
Kathmandu na zona a sul da Durbar Saqure
Um dos modos de transporte publico disponiveis na cidade.
Um dos modos de transporte publico disponiveis na cidade.
Thamel
Thamel
Thamel
Thamel
Posto de correios destinado ao envio de encomendas, que são embaladas por funcionários, que as depois embrulham em panos cozidos à mão; tudo isto depois de passar por um longo processo de hora e meia, que inclui passar por vários departamentos, receber várias assinaturas e carimbos. Exasperante. MAs tudo isto permite empregar dez funcionários que no dia em que lá fui eram mais do que o numero de clientes
Posto de correios destinado ao envio de encomendas, que são embaladas por funcionários, que as depois embrulham em panos cozidos à mão; tudo isto depois de passar por um longo processo de hora e meia, que inclui passar por vários departamentos, receber várias assinaturas e carimbos. Exasperante. MAs tudo isto permite empregar dez funcionários que no dia em que lá fui eram mais do que o numero de clientes
Estação de correios da Durbar Square
Estação de correios da Durbar Square
Dentista
Dentista
Kathmandu
Kathmandu
Kathmandu
Kathmandu no bairro de Thamel, uma das zonas onde se começou a construir após os anos 70’s altura em que começou o interesse turistico pelo Nepal
Thamel
Thamel
Durbar Square
Durbar Square
Indrachow
Indrachow

Himalaya Guest House

Jhochhen 23

00977-1-4246555; 00977-1-4258444

himalgst@hotmail.com

Kathmandu. Boudhanath

Situada a cerca de cinco quilómetros do perímetro de Kathmandu, por um percurso feito por avenidas de intenso tráfego e onde não se chega nunca a sair do meio urbano com os seus edifícios desprovidos de harmonia arquitectónica, envoltos numa camada de pó, que é uma constante das ruas da cidade, Boudhanath, também conhecida somente por Boudha, surge como um local atópico neste cenário.

É aqui, neste ponto situado na antiga rota comercial entre o Tibete e o Nepal, que se encontra uma das maiores stupas do mundo, e o maior templo budista existente fora do Tibete, que desde à séculos é local de devoção para quem efectuava a perigosa travessia dos Himalaias em direção ao Vale de Kathmandu.

Após a invasão chinesa, tornou-se um local de abrigo para os refugiados tibetanos, que hoje em dia ocupam praticamente todo o bairro existente à volta da stupa, contribuindo fortemente para criar uma verdadeira comunidade onde se encontram outros templos, mosteiros, restaurante e lojas com todo o tipo de artigos tradicionais do Tibete, tanto roupas como alimentos, para além dos inúmeros alfaiates e de oficinas dedicados ao fabrico de artigos e peças de carácter religioso.

Por todo o lado se vêm homens e mulheres, maioritariamente idosos, envergando as tradicionais vestimentas Tibetanas, usando pesada joalharia, assim como monges com as suas vestimentas grená, e onde a língua falada não é o nepalês mas sim o Tibetano. Sente-se aqui mais intensamente a presença da cultura tibetana do que na cidade de McLeod Ganj, no norte da Índia onde actualmente reside o Dalai Lama.

A stupa situa-se no centro de uma praça, rodeada de pequenos prédios, praticamente ocupados por hotéis, lojas e restaurantes; aqui podem-se encontrar de todo o tipo de artesanato tradicional tibetano, destacando-se as pinturas thanka com as suas representações das várias etapas da vida de Buddha em minuciosos e delicados desenhos.

Vive-se uma atmosfera confusa e agitada, pela azáfama comercial que tenta cativar os grupos de turistas que enchem o espaço, que mesmo assim não desencorajam os peregrinos de praticarem os seus ritos, fazendo girar as dezenas de rodas de oração e de circundar a stupa, três vezes, sempre no sentido dos ponteiros do relógio.

A construção apresenta a tradicional forma esférica assente sobre uma base em forma de mandala, acessível aos visitantes, tudo pintado de imaculada cal branca, destacando o dourado da torre, debroada pelos panos brilhantes de cores vermelho, verde e amarelo. Do cimo os familiares “olhos” de Buddha observam-nos dos quatro pontos cardeais.

Acredita-se que o interior da stupa alberga relíquias de Buddha assim como textos sagrados, que se encontram selados à séculos no seu interior, contribuindo para a importância e pelos poderes que são atribuídos a este local, tornando-o quase obrigatório nas peregrinações Budistas. Ao contrário da stupa que se encontra em Swayambhu, venerada essencialmente por budistas Niwari, Boudhanath é local de culto para os budistas Tibetanos, representando a tolerância religiosa que se vive no Nepal.

Boudhanath
Boudhanath
Boudhanath
Boudhanath
Stupa
Stupa
Sopa tradicional tibetana, feita à base de um caldo de legumes onde flutuam uma especie de massa cozida feita à fase de farinha e batata
Sopa tradicional tibetana, feita à base de um caldo de legumes onde flutuam uma especie de massa cozida feita à fase de farinha e batata
Stupa
Stupa
Stupa
Stupa
Stupa
Stupa

Kathmandu. Patan (Lalitpur)

Patan, também conhecida por Lalitpur que significa a “cidade da beleza” foi em tempos capital do reino, e é considerada a mais antiga cidade do Vale de Kathmandu.

A principal atração é a Durbar Square, onde à volta do Palácio Real, datado do século XVII, se dispõem diversos templos, uns de arquitectura típica Newari, com os seus telhados em estilo pagoda e que servem de inspiração à bandeira Nepalesa, outros mais antigos construídos ao estilo Shikhara dos templos hindus, com as suas torres quadrangulares, que se vão estreitando em direção ao céu.

De manhã cedo, vêm-se ainda pessoas a tomar banho e a lavar a roupa nos vários tanques construídos abaixo do nível da rua, cuja água jorra de bicas decoradas com elaborados trabalhos em pedra. É tempo para apreciar o cento de Patan, e as rotinas da população que se abastece de alimentos nos vários vendedores ambulantes que se encontram nas ruas adjacentes à praça, enquanto aos poucos as lojas vão abrindo e com vagar vão sendo expostas as mercadorias que gradualmente vão dando côr ao tom acastanhado que domina a cidade.

Apesar de já ter sido uma cidade independente, encontra-se actualmente absorvida pelo perímetros urbano de  Kathmandu; contudo consegue manter o seu ambiente medieval, numa relativa calma e tranquilidade, apesar do movimento das ruas que a rodeiam onde a vida segue ao ritmo moderno dos automóveis e das buzinas, que com dificuldade percorrem as ruas que rapidamente se vão transformado em mercados.

O templo Krishna Mandir domina a Durbar Square com a sua pesada estrutura. Do seu interior vêm sons de cânticos hindus, e o frequente tocar dos sinos que é repetido pelos peregrinos enquanto entoam orações, e de onde emana o fumo dos muitos incenso, cujo cheiro é suficientemente intenso para chegar a quem está na praça.

Situado no interior de um acanhado pátio de um discreto edifício de uma das ruas que saem da praça principal de Patan, encontra-se o Golden Temple, construído no século XII é dedicada a Buddha.

Mais afastado da Durbar Square, situado uma zona residencial mas ainda integrada na zona histórica da cidade, encontra-se o Templo Kumbeshwor dedicado a Shiva, com os seus cinco andares que o tornam um dos mais altos do país.

Templo Kumbeshwor
Templo Kumbeshwor
Templo Kumbeshwor
Templo Kumbeshwor
Templo Kumbeshwor
Templo Kumbeshwor
Um dos vários pujari, sacerdotes, que se encontra junto ao Templo Kumbeshwor para efectuar o puja
Um dos vários pujari, sacerdotes, que se encontra junto ao Templo Kumbeshwor para efectuar o puja
Golden Temple
Golden Temple
Golden Temple
Golden Temple

DSC_5269

Patan
Patan
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square com a Krishna Mandir ao fundo
Durbar Square com a Krishna Mandir ao fundo
À semelhança de Kathmandu e Bhaktapur também em Patan é necessário comprar um bilhete para poder visitar o centro histórico. Em Kathmandu, junto à Durbar Square a confusão é tanta que consegui sempre evitat passar por lá sem comprar bilhete, mas em Patan não tive hipótese e lá se foram mais 500 rupias para a conservação do património mundial, que ainda por cima não dão direito a visitar nem o museu nem outros templos situados na zona histórica da cidade
À semelhança de Kathmandu e Bhaktapur também em Patan é necessário comprar um bilhete para poder visitar o centro histórico. Em Kathmandu, junto à Durbar Square a confusão é tanta que consegui sempre evitat passar por lá sem comprar bilhete, mas em Patan não tive hipótese e lá se foram mais 500 rupias para a conservação do património mundial, que ainda por cima não dão direito a visitar nem o museu nem outros templos situados na zona histórica da cidade
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square

Nagarkot

Nagarkot, é uma localidade situada a cerca de uma hora de autocarro de Bkahtapur, e quem si não tem nada para oferecer, não sendo mais do que uma estrada no cima de uma colina, ao longa da qual se vão arrumando dezenas de hotéis, guest houses, resorts e restaurantes destinados a receber quem aqui vem para ver as montanhas cobertas de neve que fazem parte da cadeia montanhosa onde se inclui o Evereste.

O local de eleição para observar as montanhas é a chamada “torre” um ponto alto a cerca de sete quilómetros de Nagarkot, situada um pouco acima dos 2000 metros de altitude, de onde se pode também avistar a cidade de Bhaktapur, com o seu tom castanho contrastando com o verde dos campos que a rodeiam.

Mas as nuvens não ajudaram a mantiveram os picos mais altos sempre cobertos de neve, o que desiludiu mas que foi compensado pela calma proporcionada pelo ambiente rural que envolve Nagarkot, com as encostas das montanhas esculpidas de socalcos para o cultivo de arroz.

Houve então mais tempo para apreciar o dia a dia da população dispersa pelas montanhas, com o seu ritual diário, envolvido ainda pelo humidade da manhã, em que produtores de leite se reúnem para vender o seu produto, numa das aldeias vizinhas, onde é medido e testado antes de ser encaminhado para Bhaktapur e Kathmandu.

Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Vista da "torre"
Vista da “torre”
Vista da"torre"
Vista da”torre”
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot
Nagarkot

Nota: as fotografias deste post são da autoria de Kasim Saha.

Bhaktapur

Situada a cerca de 25 quilómetros de Kathmandu, pouco mais do que uma hora de autocarro publico, Bhaktapur é uma das cidades mais importantes que ocupam o vale de Kathmandu, mantendo bem presente a cultura e a religião Newari, oriunda desta zona, e merecedora das atenções que recebe. Mantem o seu ambiente medieval proporcionado pelas ruas estreitas ladeadas de casas de tijolo e madeira, desenvolvendo-se a partir de uma artéria principal que serpenteado, liga os dois principais portões de entrada na cidade, e que é o fio condutor entre as várias praças.

Foi a capital do Nepal entre os séculos XII e XV, reunindo um vasto conjunto de templos, palácios e edifícios públicos, reunidos em praças ou espalhados discretamente pelas ruas da cidade, mantendo bem vivas as tradições locais.

Em termos religiosos , a maioria da população segue um misto de hinduísmo e de budismo, sendo a comemoração das diversas festividades religiosas celebrada por toda a comunidade.

De manhã bem cedo, com o som dos sinos a anunciar o puja matinal a soar pelas cinco da manhã, coincidindo com o aliviar da escuridão do céu noturno, começa a vida da cidade, com homens e mulheres trazendo os alimentos frescos vindos dos campos vizinhos e expondo-os para venda nas praças e ruas da cidade, enquanto das panelas aquecidas por querosene sai um fumo da preparação do chai com que habitualmente se começa o dia, aqui no Nepal.

Aos poucos a cidade vai-se enchendo de visitantes, a maior parte oriunda de Kathmandu, que chega em grupos, empunhando câmaras e telemóveis, vestindo as roupas de trekking, seguindo as indicações dos guias que de praça em praça os levam a visitar a cidade, sem tempo para se demorarem a apreciar o quotidiano da população que apesar de se ter adaptado ao turismo, com as muitas lojas e hotéis espalhados pela cidade, sabe manter a sua identidade e o seu modo de vida.

Ao fim do dia, que aqui começa pelas seis da tarde, homens, geralmente os mais velhos, usando os tradicionais chapéus nepaleses, os topi, reúnem-se em frente a alguns dos templos para em conjunto entoarem cânticos religiosos, os hinos Bhajan, acompanhado do som sincopado dos tambores, do toque dos sinos e do som cristalino das campainhas que parecem brilhar na escuridão da noite somente iluminada pelas velas que ardem em lamparinas de ghee.

Bhaktapur está classificada como património mundial o que faz com que a entrada na parte antiga da cidade obriga os visitantes ao pagamento de um bilhete diário, mas que pode ser estendido por uma semana, que custa 1100 rupias nepalesas, o que dá cerca 8€, um valor elevado tendo em conta o nível de vida local, e que corresponde aproximadamente à despesa diária, por pessoa, incluindo alojamento e refeições. Contudo são bem visíveis os esforços para a conservação e restauro dos edifícios e manter a cidade limpa e organizada.

Durbar Square, com o Palácio das 55 janelas, do lado esquerdo
Durbar Square, com o Palácio das 55 janelas, do lado esquerdo
Durbar Square
Durbar Square
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Taumadi Square: vista do Templo Nyatapola
Taumadi Square: vista do Templo Nyatapola
Siddi Laxmi Temple
Siddi Laxmi Temple
Entrada do Templo Vatsala, por onde se tem acesso pelo chamado Golden Gate, da Durbar Square
Entrada do Templo Vatsala, por onde se tem acesso pelo chamado Golden Gate, da Durbar Square
Dattatraya Square
Dattatraya Square
Templo Dattatraya, o mais antigo da cidade
Templo Dattatraya, o mais antigo da cidade
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Durbar Square com o Templo Yakshwor apresentando a arquitectura tradicional do Nepal, em estilo pagoda
Durbar Square com o Templo Yakshwor apresentando a arquitectura tradicional do Nepal, em estilo pagoda
Siddi Laxmi Temple
Siddi Laxmi Temple
Durbar Square com a estátua do Rei Bhupatindra Malla
Durbar Square com a estátua do Rei Bhupatindra Malla
Durbar Square
Durbar Square
As estátuas que ladeiam as escadas do Templo Nyatapola estão organizadas de forma a que a figura acima seja dez vezes mais poderosa do que a debaixo
As estátuas que ladeiam as escadas do Templo Nyatapola estão organizadas de forma a que a figura acima seja dez vezes mais poderosa do que a debaixo
Templo Nyatapola na Taumadi Square
Templo Nyatapola na Taumadi Square
Bhaktapur
Bhaktapur
Estátuas do Templo Nyatapola, na Taumadi Square. Ao fundo vê-se o Templo Bhairabnath Mandir
Estátuas do Templo Nyatapola, na Taumadi Square. Ao fundo vê-se o Templo Bhairabnath Mandir
estas construções de tijolo e madeira que se espalhados por vários pontos da cidade, servem de local de encontro dos habitantes e são um optimo poiso para apreciar o desfilar do quotidiano de Bhaktapur
estas construções de tijolo e madeira que se espalhados por vários pontos da cidade, servem de local de encontro dos habitantes e são um optimo poiso para apreciar o desfilar do quotidiano de Bhaktapur. Muitas das mulheres Niwari vestem os tradicionais panos pretos debroados com uma barra vermelha, envolvendo a cintura como se fossem um shares.
Bhaktapur
Bhaktapur
Pottery Square
Pottery Square
Cânticos religiosos Newari
Cânticos religiosos Newari
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Bhaktapur
Um dos meus locais de eleição da Durbar Square abrigada pelas arcades de um dos edificios
Um dos meus locais de eleição da Durbar Square abrigada pelas arcades de um dos edificios
Durbar Square
Durbar Square
Bhaktapur
Bhaktapur
Bilhete de entrada na zona histórica de Bhaktapur
Bilhete de entrada na zona histórica de Bhaktapur

Namaste Bhaktapur Guest House

Taumadhi, 11

01-6614808; 9841303599; 9841774766

www.namastebhaktapurguesthouse.com

Namasté Guest House
Namasté Guest House
Bhaktapur vista da Namasté Guest House
Bhaktapur vista da Namasté Guest House

Kathmandu. Durbar Square

Kathmandu faz parte do imaginário do oriente, soando a paragens exóticas e remotas… mas hoje em dia muita coisa mudou, parecendo ao mesmo tempo que outras ficaram suspensas no tempo. É moderna e cosmopolita e mantendo-se medieval e cheia de tradições. Congestionada e poluída. Superlotada e caótica mas onde sempre se encontra um local calmo e intimista. Uma cidade de contrastes que tem sobrevivido ao crescimento sabendo manter vivas as tradições que fazem de Kathmandu um local único, de onde emana uma energia contagiante.

À primeira vista, Kathmandu pode não apresentar muitos atractivos com o seu ambiente poluído, o trânsito intenso e as persistentes buzinas, fazendo com que pouca gente se demore, não ficando mais do que o tempo suficiente para esperar pelo próximo avião… mas a quem dedica um olhar mais atento e um percurso pelas zonas mais antigas da cidade, Kathmandu tem muito para oferecer.

A Durbar Square, ou Basantapur como é mais conhecida entre os locais, é sem duvida o “coração” da cidade, dominada pelo palácio real (durbar significa palácio) rodeado de estátuas e de dezenas de templos, que reúnem os diversos estilos de arquitectura religiosa construídos típicos do Nepal. Daqui emanam várias ruas que de praça em praça nos levam para outros bairros e para zonas mais modernas da cidade, ao longo das quais se estendem bazares cuja mercadoria extravasa o espaço da loja, fazendo com que o percurso se torne penoso e lento, com constantes encontrões, obstáculos, motas e richshaws, a tentarem avançar a custo pelo meio da multidão.

As praças, dominadas por templos repletos de religiosidade, transformam-se rapidamente, com o final do dia, em frenéticos mercadores apinhados de gente, onde se vendem todos os tipos de mercadorias, desde roupa, alimentos, comida… sem que isto perturbe as orações e a realização dos puja.

Pelas ruas mais antigas, agitadas e barulhentas, entre as várias lojas e oficinas, surgem passagens, pequenas e baixas que nos levam por corredores escuros para um mundo à parte, calmo e recatado transportando-nos para um ambiente doméstico e intimo, que são o prolongamento das acanhadas casas; no centro destes pátios quais encontra-se quase sempre uma estátua de Buddha ou de alguma divindade hindu, decoradas com flores, e panos vermelhos de grinaldas douradas, símbolo de prosperidade; diante destas imagens são diariamente colocadas oferendas, como arroz, flores, frutos e uma pequena lamparina.

Apesar de já ter terminado a monção, a chuva ainda marca presença em alguns dos dias passados na cidade, surgindo imprevisível e alterando totalmente o clima… fraca mas persistente, mas sempre com a mesma cansativa intensidade durante dias, criando um som constante e monótono que envolve os dias numa melancolia cinzenta. Mas também imprevisivelmente o dia pode nascer ameno e cheio de sol, mas que raramente é suficiente para afastar as nuvens que escondem as montanhas que rodeiam a cidade.

Durante o Dasain, a principal festa religiosa Nepalesa, que se comemora nesta altura do ano, os papagaios de papel dominaram o céu da cidade, manejados por miúdos que habilmente exibiam a sua perícia elevando-os a grande altitude até se aparecerem somente pequenos pontos no azul do céu, não se distinguindo uns dos outros; ocupam praças os terraços dos prédios mais altos. É das imagens mais bonitas que fica da cidade, onde no meio de um aparente caos crianças brincam calmamente de olhos postos no céu.

Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square

DSC_3515

Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square. Palácio Real
Durbar Square. Palácio Real
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square. Palácio Real
Durbar Square. Palácio Real
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Uma das ruas de acesso à Durbar Square, num fim de tarde
Uma das ruas de acesso à Durbar Square, num fim de tarde
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square
Durbar Square

A comida no Nepal

O que muitas das vezes estamos habituados a encontrar nos restaurantes nepaleses em Lisboa, não tem muito a ver com o que se come por aqui habitualmente; mas nota-se sem dúvida a forte influência da gastronomia indiana, com os seus caris de legumes acompanhados por arroz e servidos com um chutney, sendo ligeiramente menos picantes e com menos gordura.

O prato nacional do Nepal é sem dúvida do daal bhaat, que consiste num prato composto por uma grande porção de arroz que acompanha com o daal, caldo à base de lentilhas, cuja cor pode variar entre o laranja ou o acastanhadas, em função do tipo de lentilhas com que é feito, mantendo sempre a característica de ser bastante líquido; juntamente é servido uma pequena porção de carril de vegetais, muitas vezes abóbora e batata. Nos restaurantes esta refeição dá sempre direito a mais arroz e a mais daal, até o cliente ficar satisfeito, o que para um nepalês implica uma grande quantidade de arroz.

Nas zonas montanhosas do vale de Kahtmandu a refeição tradicional dos Newari, habitantes da zona, é composta por uma sopa de rebentos de bambu, caril de grão, feijão de soja salteado, salada de batata e pepino envolvida num molho de especiarias, e um chutney de espinafres secos, de sabor acre e salgado.

O chamado thakali, tradicional da zona entre os Himalayas e a planície do sul do país, o Terai, consiste numa refeição composta por carril de legumes, espinafres, daal, trigo sarraceno cozinhado até formar uma pasta moldável, iogurte, feijão salteado com espinafres secos e pickles de vegetais. O papari, feito à base de farinha de grão, de forma circular, fino e estaladiço, que muitas vezes é condimentado de especiarias e de picante, acompanha todos os pratos servidos no Nepal. Curiosamente o consumo de pão é pouco frequente às refeições.

daal bhaat
daal bhaat
Thakali
Thakali
refeição tradicional Newari
refeição tradicional Newari

Outra presença constante na gastronomia nepalesa, tanto em restaurantes como em snacks de rua é a comida tibetana, destacando-se os momos, que se encontram à venda em muitas bancas montadas na rua e que são consumidos geralmente no fim da tarde. Também são fácil encontrar os tradicionais snacks indianos, como as chamuças, o dai puri, channa bathura… A comida chinesa também está implementada com os seus noodles, chow mein e fried rice.

Momos coozinhados e servidos na rua, junto à Durbar Square em Kathmandu
Momos coozinhados e servidos na rua, junto à Durbar Square em Kathmandu
momo a serem preparados numa das ruas de Bhaktapur
momo a serem preparados numa das ruas de Bhaktapur
Um pequeno restaurante na Durbar Square em Kathmandu, que somente se dedica à venda de chamussas, que são fritas várias vezes ao dia numa gigantesca frigideira que se encontra à porta... não há melhor forma de anuncar um produto!
Um pequeno restaurante na Durbar Square em Kathmandu, que somente se dedica à venda de chamussas, que são fritas várias vezes ao dia numa gigantesca frigideira que se encontra à porta… não há melhor forma de anuncar um produto!
Momos servido numa taça feita de folhas secas, num dos obscuros restaurantes existentes na Durbar Square em Kathmandu. Bem diferentes dos que até agora tinha provado em Dharamsala no norte da India; estes são picantes e servido com um caldo.
Momos servido numa taça feita de folhas secas, num dos obscuros restaurantes existentes na Durbar Square em Kathmandu. Bem diferentes dos que até agora tinha provado em Dharamsala no norte da India; estes são picantes e servido com um caldo.
loja de venda de momo, que geralmente não servem mais nenhum tipo de comida, para além das variantes vegetaria e com carne, ambas servidas numa tigela e regadas com molho. Estes locais são facilmente identificados pela panela de aluminio, sempre colocada à entrada, onde os momo são cozinhados ao vapor.
loja de venda de momo, que geralmente não servem mais nenhum tipo de comida, para além das variantes vegetaria e com carne, ambas servidas numa tigela e regadas com molho. Estes locais são facilmente identificados pela panela de aluminio, sempre colocada à entrada, onde os momo são cozinhados ao vapor.
Restaurante que serve snacks como chamussas, puris e outras refeições ligieras, quase sempre à base de fritos
Restaurante que serve snacks como chamussas, puris e outras refeições ligieras, quase sempre à base de fritos

Apesar de maioritariamente hindus, os nepaleses são consumidores habituais de carne, não só pelos vários talhos espalhados pelas ruas da cidade como pela ementas dos restaurantes, onde são raros os “pure-veg”, locais onde não é consumida carne, seguindo à risca os costumes hindus.

Quanto aos doces encontra-se muitos dos doces tradicionais da Índia, como o gulab e o ladoo. Novidade foram umas argolas de massa frita, ligeiramente doce, que por vezes são servidas de manhã, em improvisadas banca de rua, juntamente com o chai.

Argolas de massa frita
Argolas de massa frita
Massa frita numa mistura de oléo e açucar formando uma calda espessa. São talvez os doces que se encontram mais frequentemente no Nepal
Massa frita numa mistura de oléo e açucar formando uma calda espessa. São talvez os doces que se encontram mais frequentemente no Nepal
Doces tradicionais Neplaleses, feitos com uma massa semelhante à "massa areada", com pouco açucar mas bastante secos
Doces tradicionais Neplaleses, feitos com uma massa semelhante à “massa areada”, com pouco açucar mas bastante secos
Loja de doces em Bhaktapur
Loja de doces em Bhaktapur

Mas a revelação foi o curd, que é muito semelhante ao iogurte em aspecto e consistência, mas que não resulta por fermentação do leite sendo obtido por coagulação, adicionando sumo de limão ou vinagre, designando-se em português por coalho. Por vezes, tanto no Nepal como na Índia, é chamado curd ao simples iogurte. À superfície forma-se uma camada espessa e ligeiramente amarelada que é a parte mais deliciosa. Quando descobri esta iguaria comecei por consumir copinho pequenos… actualmente só me contento com meio litro!!!

Curd
Curd
A "King Curd" a loja mais famoso de curd em Bharaktapur
A “King Curd” a loja mais famoso de curd em Bharaktapur
Comida de rua em Kathmandu.... omolete de vegetais
Comida de rua em Kathmandu…. omolete de vegetais

 

 

Kumari, a deusa viva

Num dos muitos edifícios que fazem da Drubar Square um dos locais de passagem obrigatória para quem visita Kathmandu, é o Kumari Chowk, onde habita a deusa Kumari, nome dado à deusa hindu Durga enquanto criança, que encarna numa menina escolhida criteriosamente entre dezenas de candidatas, entre os três e os cinco anos, de acordo com as suas características físicas e predisposição astrológica. Até atingir a puberdade a eleita é considerada a deusa-viva Kumari, cuja palavra em sânscrito significa virgem, permanecendo fechada neste edifício isolada da vida mundana, e de onde sai anualmente durante a celebração do Indra Jaartra, um festival religioso hindu e de mais algumas outras celebrações religiosas.

Mas diariamente pode ser vista da varanda do palácio onde habita, durante os cerca e trinta segundos em que as portadas da maior janela do primeiro andar se abrem expondo a deusa, vestindo de vermelho-vivo, que realça o brilho dos inúmeros adornos que a cobrem, com os olhos sublinhados a traço negro e os lábios pintados de vermelho; na testa sobressai a mancha triangular pintada de vermelho e dourado, no rosto uma expressão de aborrecimento de uma pré-adolescente entediada.

Acredita-se que com o olhar, a Kumari responde a perguntas não verbalizadas feitas pelos crentes que de baixo a observam, batendo palmas à sua chegada à janela e novamente quando volta a desaparecer nas entranhas do Kumari Chowk.

Mas esta Kumari em breve será mulher, sendo destronada por outra menina, cujo destino nos primeiros anos estará encerrado neste edifício, sendo exposta para devoção dos fiéis hindus e curiosidade dos turistas que enchem o pequeno pátio, diariamente pelas quatro horas da tarde… e que à saída compram o postal da imagem da deusa que não ponderam registar, dada a pressão dos segurança que interditam e ameaçam que ousar profanar imagem da divindade gravando-a em formato digital.

A esta menina, que é Kumari desde 2008, mesmo depois de chegar a mulher e se libertar do peso da divindade com que o destino e a vontade dos homens a aprisionaram, não está reservado futuro fácil, pois segundo a lenda, o homem que casar com uma destas raparigas terá vida curta.

Patio interior da Kumari Chowk
Patio interior da Kumari Chowk
No interior da Kumari Chowk enquanto se aguarda com espetactiva que a menina-deusa apareça na janela do primeiro andar
No interior da Kumari Chowk enquanto se aguarda com espetactiva que a menina-deusa apareça na janela do primeiro andar
Kumari Chowk
Kumari Chowk
Kumari Chowk na Durbar Square. Kathmandu
Kumari Chowk na Durbar Square. Kathmandu
Venda de postais com a imagem da Kumari, já que é proibido registar imagens
Venda de postais com a imagem da Kumari, já que é proibido registar imagens
Kumari Chowk na Durbar Square. Kathmandu
Uma das janelas exteriores da Kumari Chowk onde todos os elementos de madeira se encontram esculpidos
  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 30
  • Página 31
  • Página 32
  • Página 33
  • Página 34
  • Interim pages omitted …
  • Página 47
  • Go to Next Page »

Footer

search

Tags

alojamento Angkor Assam Bago Borneo Caminhadas Champasak China Beach Comida Daramkot Gujarat Himachal Pradesh Hué Hà Nôi Ilhas Istanbul itinerário Kashan Kashmir Kathmandu Kunming Kutch Ladakh Leh Mcleod ganj Meghalaya Nagaland Ninh Binh Nordeste da Índia Parques Naturais Parvati Valley Phnom Penh Pondicherry Punjab Rajastão Sapa Shiraz Srinagar Tabriz Tamil Nadu Transportes Travessia de Fronteira Vinh Long Yangon Yazd

Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

Se achou o meu blogue útil ou inspirador, considere apoiá-lo com uma pequena contribuição. Cada donativo ajuda-me a manter este projeto vivo e gratuito para todos os que adoram explorar o mundo.

Obrigada por me ajudares a continuar a viagem!

BUY ME A COFFEE

Categories

Recent Posts:

  • Líbano: itinerário para 15 dias de viagem
  • 25 dias de viagem pelo Bangladesh: itinerário
  • Japão em 6 semanas: itinerário & custos
  • Taiwan: itinerário para 16 dia viagem
  • 20 dias in Morocco: itinerário & custos
  • Kuta Lombok… o paraíso quase secreto
  • Leh & Kashmir: mapa e itinerário
  • English
  • Português

© Copyright 2026 Stepping out of Babylon · All Rights Reserved · Designed by OnVa Online · Login