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Stepping Out Of Babylon

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Resultados de pesquisa para: Tailândia

Kyaukme… a primeira etapa em território Shan

Kyaukme não é propriamente um dos lugares mais populares como ponto de partida para explorar o do estado de Shan, ao contrário de Hsipaw e Pyin Oo Lwin.

Esta região nordeste de Myanmar, que faz fronteira com a China, o Laos e a Tailândia destaca-se pela presença de diferentes grupos étnicos, genericamente denominados por “Shan people” que incluem diferentes tribos originárias da China e que partilham a mesma língua, semelhante com Thai e ao Lao.

Mas há muitas razões para ficar na vila de Kyaukme: é pequena o suficiente para ser percorrida a pé, de fácil de orientação e com alguns pontos de interessante para ocupar um ou dois dias: alguns pontos de interesse turístico, um mercado agradável, muita comida de rua… e uma atmosfera descontraída.

Apesar da proximidade com as aldeias vizinhas, onde predominam os Palaung, uma das tribos que compõem o mosaico étnico da estado de Shan, não se vislumbram os tradicionais coloridos trajes as mulheres Palaung em Kyaukme. Contudo nota-se nos rostos das pessoas desta região traços orientais, distintos dos Bamar, o grupo étnico dominante em Myanmar.

Como resultado das diferenças étnicas e culturais, o Estado de Shan tem tido o seu nome ligado a confrontos entre o exército a grupos armados pertencentes a diversas tribos. Estes conflitos são um misto da luta pelo reconhecimento das diferenças étnicas e culturais, mas foram também uma forma de combate à ditadura militar que governou o país por 54 anos. Presentemente, apesar da recente democracia, os conflitos continuam, com os chamados grupos “rebeldes” controlando a região do topo das colinas.

Mas a vida diária em Kyaukme começa cedo, quando os primeiros raios de sol a aquecerem as manhãs frias e iluminando com uma luz especial o mercado que surge informalmente numa das ruas de Kyaukme. Esta é uma boa oportunidade para observar os alimentos que aqui se consomem, onde se nota a influência chinesa com a gastronomia birmanesa, mas para isso é preciso acordar cedo, pois o mercado termina por volta das 7 horas. deixando a rua quase deserta, sem qualquer vestígio da agitação quer marcou o inicio do dia.

Ao longo das ruas, monges caminham pedindo esmolas e apesar dos rostos sérios de olhos postos no chão, os mais novos não conseguem evitar um sorriso quando olham curiosamente para os estrangeiros.

Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme
Kyaukme

Kyaukme_DSC_3153

Onde dormir em Kyaukme:

Como Kyaukme está a impor-se a como alternativa a Hsipaw são cada vez mais as opções de alojamentos disponíveis para estrangeiros.

A escolha foi para a Northen Guest House, provavelmente a guesthouse com o staff mais simpático e sorridente da cidade. O edifício tem caráter, e mantem um certo charme colonial. Existem diferentes tipos de quartos, alguns com casa de banho partilhada e alguns sem janela.

  • Quarto duplo com casa-de-banho: 21 USD
  • Quarto duplo com casa-de-banho partilhada: 12 USD

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Accommodation Kyaukme
Accommodation Kyaukme

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Accommodation Kyaukme
Accommodation Kyaukme. contacts

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Onde comer em Kyaukme:

Depois de terminar o matinal mercado de rua, começa um outro situado num edifício que ocupa um dos quarteirões de Kyaukme, focado mais em roupas e artesanato tradicional birmanês com alguns produtos importados da China.

Nas ruas em redor, outro mercado inicia-se pelo fim da tarde oferecendo uma grande diversidade de produtos, sendo uma boa oportunidade para experimentar a tradicional sopa de noodles confecionadas ao estilo Shan, cujos condimentos têm um toque oriental em comparação com as sopas birmanesas, como mohinga.

Shan noodles soup
Shan noodles soup

Wi-Fi em Kyaukme:

A Cherry Pan Tea Shop, que apesar do aspecto pouco sofisticado e da predominância de trabalho infantil, é o local que oferece melhor ligação wi-fi em Kyaukme, a não ser que se queira ir para a opção mais ocidentalizada da Bayan Tree Cafe.

Do outro lado da rua há outra Tea Shop com wi-fi… mas atenção pois o que é servido como chá neste tipo de estabelecimentos é uma bebida extremamente doce, adocicada com leite condensado, que pouco tem a ver com chá. Quanto ao café é servido o chamado “coffee mix” uma bebida industrial instantânea feita com açúcar, natas em pó (na milagrosamente são feitas sem leite) e um pouco de café… mas só um pouco!

wi-fi in Accommodation Kyaukme
wi-fi in Accommodation Kyaukme

Como ir de Mandalay para Kyaukme:

Do Pyi Gyi Myat Shin Bus Terminal, em Mandalay partem diariamente dois autocarros, de duas empresas diferentes, para Hsipaw que param em Pyin Oo Lwin e Kyaukme. Os melhores autocarros mais modernos e confortáveis são da empresa Ye Shinn Express, cuja bilheteira se localiza

Os autocarros partem às 2 da tarde, seja qual for a empresa escolhida. O bilhete custa 4000 kyats e a viagem demora cerca de 3,5 horas… mas pode ser muito mais longa, pois a estrada tem que passar por uma área de montanha, que devido ao intenso tráfego de camiões de mercadorias, fica frequentemente interrompida quando há avarias ou acidentes.

O terminal de Pyi Gyi Myat Shin é um terminal muito pequeno, com condições básicas que podem tornar penosa uma espera mais prolongada.

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Bus Schudule Mandalay to Kyaukme
Bus Schudule Mandalay to Kyaukme

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Pyi Gyi Myat Shin Bus Terminal at Mandalay
Pyi Gyi Myat Shin Bus Terminal at Mandalay

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Sobre mim

Olá! Sou a Catarina: viajante e aspirante a fotógrafa.

Sou de Lisboa, onde passei a maior parte da minha vida, mas tenho passado os últimos anos a viajar!

A minha primeira longa viagem começou em 2013 e durante 15 meses levou-me até ao Sudeste Asiático e ao Subcontinente Indiano: Índia, Nepal, Laos, Camboja, China, Myanmar (Burma), Vietname e Tailândia. Mais tarde o percurso estendeu-se pela Malásia, Singapura, Sri Lanka e Indonésia… e também pelo Norte de Africa e Médio Oriente como o Irão, Marrocos e Turquia 

O distante Japão e Taiwan são os meus mais recentes destinos, como Myanmar que eu tenho visitado repetidas vezes nos últimos anos.

Com este blog, partilho as minhas viagens e experiências, fornecendo informações e dicas sobre como viajar com um pequeno orçamento e em segurança, esperando assim ajudar outros viajantes e inspirar aqueles que ainda não começaram a viajar.

Não sei ao certo o que me faz continuar, mas a fotografia é com certeza uma das razões para continuar, tentando capturar o espírito e a atmosfera dos lugares, o estilo de vida local e retratar as pessoas.

E comida… a comida é com certeza uma das coisas que mais me entusiasma quando viajo. Mas ser vegetariana traz novos desafios e dificuldades, e espero que a minha experiência(s) possam ajudar a tornar as viagens mais fáceis e deliciosas!

Amor e respeito

“Sê dono apenas do que podes transportar contigo. Conhece línguas, conhece países, conhece pessoas. Deixa que a tua memória seja o teu saco de viagem.”Alexander Solzhenitsyn

Um chamamento para o que é novo, um frémito pelo desconhecido, um impulso que me leva ao movimento e uma vontade de conhecer outras culturas, arrastou-me para viagens de termo incerto, onde cada momento é um desafio à imaginação e um romance com a vida.

A comida na Malásia

Duas coisas sobressaem na gastronomia da Malásia…. a diversidade étnica, cultural e religiosa que nos remetem para a China, Índia, Tailândia… e o arroz, que é a base da alimentação e presença em quase todos os pratos.

Da passagem pelo Borneo Malaio e pela chamada Malásia Ocidental ficaram diversos pratos representativos da gastronomia malaia, como o lontong, laksa, nasi lemak, nasi goreng… “nasi” significa arroz e “goreng” refere-se a fritos, pelo que arroz frito, ou seja, salteado é um dos pratos mais fáceis de encontrar a qualquer hora do dia, sendo confecionado com frango, vaca ou marisco, ficando a carne de porco excluída da gastronomia de um país muçulmano.

Em termos de nasi goreng, surgem muitas variantes (kampung, pattaya, ayam…), diferindo os ingredientes, temperos e especiarias, sobressaindo o picante. O nasi goreng pattaya, é basicamente fried rice (arroz frito com carne, marisco ou vegetais), envolvido em ovo e regado com um condimento adocicado e picante. No Borneo este prato é muitas vezes é servido com uma taça de um caldo de carne que torna o arroz menos seco. Apesar de ser pouco popular e de não aparecer nos menus é também possível pedir nasi goreng vegetariano, mas que quase sempre é feito com ovo.

Nasi Goreng Pattaya. Malaysia
Nasi Goreng Pattaya. Malaysia

Mas é o nasi lemak que reina, podendo ser considerado o prato nacional da Malásia. Consumido geralmente ao pequeno-almoço, sendo básico e muito simples de preparar. É composto por arroz e pequenas porções de anchovas fritas e amendoins fritos, umas rodelas de pepino e ovo, que pode ser cozido ou frito. Esta refeição que pode ser servida no prato ou embrulhada em folha de bananeira para take–away. Mas o que torna este prato especial é o sambal, uma pasta avermelhada e espessa, feita à base de chilis, cebola, gengibre, alho, anchovas e mais uns quantos condimentos, resultando numa mistura picante, mas muito saborosa.

Nasi Lemak. Malaysia
Nasi Lemak. Malaysia

 

Nasi Lemak take away in banaan leaf. Malaysia
Nasi Lemak take away in banana leaf… a popular breakfast option. Malaysia

Laksa é outro dos populares pratos Malaios que se pode ser classificado entre uma sopa e um caril. Tem por base um caldo, doce e picante, onde se inclui o leite de côco, gengibre, folha de lima (kaffir) e lemongrass, que envolve finos noodles de arroz e rebentos de soja. A esta base geralmente adiciona-se carne, mas também é possível pedir com tofu. No Borneo, o laksa é mais cremoso, com mais leite de côco e geralmente servido com tofu e marisco, onde o marisco se resume a camarões ou lulas… mas seja onde for é sempre servido com lima que faz sobressair os restantes sabores.

Laksa. Melaka. Malaysia
Laksa. Melaka. Malaysia

 

Laksa. Kota Kinabalu. Malaysia
Laksa with heavy coconut gravy. Kota Kinabalu. Malaysia

 

Lontong, um prato tradicional da Indonésia que foi incorporado na cozinha malaia, e que na sua origem é vegetariano. Feito com arroz prensado formando um rolo compacto que depois é cortado em pedaços. Na altura de servir, adiciona-se a estes “nacos” de arroz um suave caril de vegetais à base de leite de côco, ao qual se junta tofu, tempeh e ovo cozido (ou por vezes frito). À semelhança do nasi lemak, é servido com um colherada de sambal, fazendo também parte dos pratos mais populares consumidos ao pequeno-almoço.

Lontong. Malaysia
Lontong. Malaysia

 

Um snack bastante popular no Borneo, e que provavelmente também se pode encontrar na restante Malásia é o chamado fried carrot cake, que apesar do nome nada tem a ver com cenoura, sendo arroz cozido e prensado em forma de blocos, que é cortado em pedaços e frito com ovo e alguns condimentos de onde sobressai o molho de soja e a presença de picante. Pouco saudável pela quantidade de óleo mas muito apetitoso.

Nas cidades, especialmente nos bairros onde predomina a cultura indiana, muitas vezes chamados de Little India, é fácil encontrar a gastronomia tradicional do sul da Índia, em resultado da forte presença da comunidade Tamil, aqui residente à várias gerações. Para além dos deliciosos caris que dão vida a uma prato de arroz, muitas vezes servido em folha de bananeira, é possível também encontrar murtabak, dosas e outros snacks típicos indianos, servidos com chutney de côco e sambar.

Mas o que se destaca são os roti canai, também chamados roti prata ou paratta. Trata-se de um pão achatado, não levedado, mas cuja massa é estendida até ficar muito fina, sendo para isso atirada com gestos mecânicos e precisos de encontro à bancada, repetidas vezes até quase ficar rasgada, processo que requere muito óleo. Depois estendida é trabalhada de forma a criar camadas toscas, sendo depois frita sob uma chapa metálica até ficar tostada e ligeiramente estaladiça.

O roti é acompanhado de um pequeno prato de caril, onde é demolhado. Podem-se encontrar várias versões deste prato, tanto com recheio de ovo, como banana, leite condensado…

Roti canai. Malaysia
Roti canai. Malaysia

Da presença da comunidade chinesa, ficam muitos restaurantes e todas as variações em volta das noodles soup e fried noodles, sendo juntamente com o nasi goreng, uma opção popular e fácil de encontrar em qualquer altura do dia, e que como é preparada na altura pode ter a variante vegetariana, onde muitas vezes é adicionado tofu, uma notória influência da gastronomia chinesa. Os fried noodles na Malásia respondem pelo nome de Kueh Teow Goreng e são sempre feitos com ovo, uns rebentos de soja e rama de cebolinho. O sumo de lima dá uma frescura a este prato que devido à presença de óleo pode ser ter um paladar um pouco pesado.

Kueh Teow Goreng. street food. Kuching. Malaysia
Kueh Teow Goreng. street food. Kuching. Malaysia

Os dim sum, tradicional refeição cantonesa cozinhada ao vapor em cestas de bambu, é uma presença em alguns restaurantes chineses, alguns dos quais ainda mantêm o sistema tradicional em que a comida é feita circular em carrinhos por entre as mesas, com os clientes a escolherem a refeição de entre as dezenas de variedades… onde dificilmente se consegue encontrar comida vegetariana.

Muito popular nas zonas de maior concentração da comunidade chinesa, como são as chamadas Chinatown existentes em várias das cidades da Malásia, é a venda de carne seca, em placas ou tiras, que é preparada de diferentes formas, indo do doce ao picante.

Mas o que sobressai da comida chinesa, tanto pelo preço como pela variedade de opções são os chamados rice plate, ou pratos de arroz. São refeições que têm por base uma dose de arroz, e onde cada um pode compor o prato servindo-se dos vários acompanhamentos, que podem ser carne, peixe, ovos, muitos vegetais e o popular tofu que é confecionado de variadas formas. Este sistema é muito popular, não se limitando à gastronomia chinesa, estendendo-se os restaurantes de comida malaia que apesar de mais vocacionados para a carne é o que apresenta mais variedade em termos de comida vegetariana. Basta chegar e dizer “rice” e é-nos dado um prato com uma porção de arroz para cada um acrescentar os acompanhamentos.

Rice plate restaurant. George Town. Malaysia
Rice plate restaurant. George Town. Malaysia

 

Rice plate. George Town. Malaysia
Rice plate. George Town. Malaysia

 

Rice plate street food. George Town. Malaysia
Rice plate street food. George Town. Malaysia

E em termos de comida de rua, a Malásia vai buscar muita inspiração à vizinha Tailândia, sendo mais fácil de encontrar nas cidades do norte do país do que por exemplo no Borneo. Em pequenas bancas que surgem a diversas horas do dia em locais específicos da cidade pode-se encontrar apom, steam rice cake, fried banana, e as populares e deliciosas apam balik, pancakes recheadas de amendoim… e muitas mais deliciosas opções que também incluem os salgados, quase sempre fritos.

Apom. George Town. Malaysia
Apom. George Town. Malaysia

 

street stall of chendul (chendol). George Town. Malaysia
street stall of chendul (chendol). George Town. Malaysia

Os mercados são também óptimos locais para saborear e experimentar a grande variedade de comida, muita que é difícil de identificar, se é doce ou salgada, se é de carne ou vegetariana… mas que desperta sempre a curiosidade.

Street food. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia
Street food. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia

 

Shellfish. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia
Shellfish. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia

 

Como país de clima tropical abundam as bananas, mangas e papayas… mas nos mercados como também em vendedores de rua encontram-se também ananás, jackfruit, melancias e meloas… mas é o durian, o rei dos frutos, muito apreciado e ao mesmo tempo detestado, pelo cheiro intenso, que leva a que seja proibido transportar ou comer durian nos transportes públicos e outros locais.

Durian. Kota Kinabalu. Malaysia
Durian. Kota Kinabalu. Malaysia

 

Fruits. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia
Fruits. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia

Doces

O chendul (ou chendol) é um tradicional doce-gelado muito popular na Malásia, à base de leite de côco e gelo moído, regado com uma calda de açúcar de palma e servido com uns noodles verdes (cuja côr vem de uma planta usada frequentemente em doces, o pandan) e uns quantos feijões adocicados. Pode parecer estranho mas é delicioso e refrescante e em alguns locais, como George Town as pessoas fazem fila para comprar este doce que se vende em pequenas bancas de rua.

Chendul (chendol). Melaka. Malaysia
Chendul (chendol). Melaka. Malaysia

 

Fry Banana. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia
Fry Banana. Central Market. Kota kinabalu. Borneo. Malaysia

 

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Sweet and deep fry snacks at Central Market. Kota Kinabalu. Malaysia

 

Muito popular é kaya (kay ajam), um doce de côco, ovo e açúcar que por vezes pode ser ter a cor verde que vem da presença de pandan, um vegetal que também é usado na confecção de alguns pratos malaios. Kaya é usada para barrar tostas, que são também uma das alternativas em termos de pequeno-almoço na Malásia. O Kaya Jam é também usado como recheio de  bolos e pasteis geralmente de masa folhada.

Kaya Jam. Malaysia
Kaya Jam. Malaysia

 

Coconut puff tart. Chinatown. Kuala Lumpur. Malaysia
Coconut puff tart. Chinatown. Kuala Lumpur. Malaysia

A juntar aos doces não pode faltar o beancurd (também chamado soybean pudding) uma espécie de pudim feito de soja que é regado com calda de açúcar de palma, é também popular nas zonas de maior presença Chinesa.

Beancurd. Kuala Lumpur. Malaysia
Beancurd. Kuala Lumpur. Malaysia

Bebidas

Sendo um país maioritariamente muçulmano o álcool é pouco usual nos restaurantes locais, sendo fácil de encontrar em bares e locais mais turísticos, especialmente a cerveja.

Mas o mais popular em termos de bebidas é o Teh tarik, que é chá ao qual é adicionado leite-condensado e que pode ser servido quente ou com gelo (Teh Ais). É consumido pela manhã, geralmente quente, acompanhando as refeições, roti canai por exemplo, ou durante o dia, numa pausa no dia de trabalho.

O café é também fácil de encontrar, sendo na Malásia usual o café de “filtro” mas servido numa versão bastante forte em termos de cafeína e de aspecto denso e escuro, mas de sabor suave.

Teh Ais (Ice tea with condensed meilk). Malaysia
Teh Ais (Ice tea with condensed meilk). Malaysia

 

Coffee. Malaysia
Coffee. Malaysia

Para comida vegetariana a melhor opção são os restaurantes indianos, pela influência da religião Hindu e alguns restaurantes chineses que pela ligação à religião Budista podem por vezes excluir produtos animais. Nos restaurantes mais direcionados para a gastronomia Malaia é notória a forte presença de pratos de carne, sendo contudo respeitadas as regras halal, que excluem a carne de porco. Contudo a carne de porco é bastante popular na comida chinesa.

De uma forma geral poucos são os pratos exclusivamente vegetarianos na gastronomia da Malásia, e mesmo os que aparentam não ter produtos animais, podem muitas vezes ser servidos com um condimento chamado “sambal” inclui anchovas ou outro qualquer pequeno peixe.

Para quem está habituado a comer de faca e garfo, tem aqui que se adaptar ao uso da colher e do garfo, pois a faca é instrumento que não chega à mesa, sendo desnecessário visto que a comida vem cortada em pedaços sendo levada à boca com a colher, servindo o garfo para empurrar os alimentos para a colher. Na Malásia usa-se a mão direita para levar comia à boca. Nos restaurantes indianos é frequente usarem-se os dedos para levar a comida à boca, mas está sempre disponíveis colheres. Colher e chopsticks são usados nos restaurantes chineses. De uma forma geral, os restaurantes não têm guardanapos.

E como em outros países asiáticos o primeira refeição do dia é feita à base de arroz e noodles, com sopas ou caris. Os rotis são também populares ao pequeno-almoço. Muitos dos restaurantes que servem pequenos-almoços abrem pelas 6 horas da manhã, mas nem sempre estão abertos até à hora de jantar, fechando pelas 3 ou 4 horas da tarde. Mas outros há que não abrindo tão cedo, servem refeições até à hora de jantar.

Rice and curry for for take away. Malaysia
Rice and curry for for take away. Malaysia

De uma forma geral, mesmo resumindo as escolhas a pratos vegetarianos a Malásia oferece uma grande diversidade gastronómica, variando bastante em termos de sabores, caracterizando-se por pratos simples, rápidos de confecionar e bastante saborosos…. com o laksa, lontong e nasi lemak a deixarem saudades.

Custos

Nos food courts uma refeição custa entre 3.5 e 5 RM, ou seja consegue-se facilmente fazer uma refeição por 1€.

O mesmo se aplica ao chamado rice plat, que com duas ou três variedades vegetarianos fica por cerca de 4 RM. Os custos de comida em Kuala Lumpur são um pouco mais elevados, mas um rice plate consumido num restaurante a custar cerca de 5 RM, se bem que num banca de rua pode ficar mais barato

Pratos com carne, peixe ou marisco têm sempre preço mais elevado.

Street food. prices. Malaysia
Street food. prices. Malaysia

A comida em Singapura

Singapura orgulha-se de ser a capital gastronómica da Ásia, recebendo influência da culinária Chinesa, Malaia, Indiana e Indonésia, estendendo-se ao Sri Lanka e à Tailândia. Surgem ainda vestígios da presença Portuguesa e Inglesa na região, encontrando-se à venda a “portuguese egg tart” que não é mais do que o famoso pastel de nata.

Singapura como qualquer grande cidade apresenta uma grande variedade de escolha em termos de restaurantes, não só em termos de cozinha, onde domina a comida asiática, mas onde são muitas as opções de comida ocidental, como também em termos de custo de uma refeição.

E percorrendo a cidade, encontramos os restaurantes mais simples e modestos, cujo espaço é aberto para a rua, até aos restaurantes mais modernos e sofisticados, passando pelos muitos restaurantes “à la carte” que apresentam uma grande gama de preços. Pelo meio fica uma infinidade de escolhas, mostrando que a comida tem um papel importante na vida social dos Singapurenses, que dado o elevado poder de compra enchem restaurantes, especialmente às sextas-feiras e sábados

E aqui deparamo-nos com a questão qual é verdadeiramente a comida típica de Singapura… pois a resposta é que é um pouco de tudo, não uma mistura de influências de onde tenha resultado uma gastronomia própria que seja o reflexo da posição geográfica, do clima, da fauna e da flora da região, mas sim uma diversidade de oferta em termos gastronómicos que reflecte a diversidade étnica e religiosa que é o que melhor define este país-estado-cidade.

10 local dishes to try in Singapore
10 local dishes to try in Singapore

 

Rochor Beancurd House: soy-milk, beancurd e “portuguese egg tart”!
Rochor Beancurd House: soy-milk, beancurd e “portuguese egg tart”!

 

As zonas de Little India, Kampong Glam e Chinatown são as mais atractivas em termos de comida, com qualquer uma delas com opções para todas as “bolsas”. Os centros comerciais também têm muitas opções em termos de restaurantes, para além do fast-food e das grande cadeias internacionais.

Em Singapura a comida apesar de mais cara do que nos países vizinhos é acessível, desde que se opte pelos food-courts e mercados, não existindo em Singapura “comida de rua”. Estes locais fornecem refeições a partir de 4 S$, o que corresponde a 2.5€.

Nos mercados, nas zonas comerciais e um pouco por toda a cidade, com excepção das zonas mais sofisticadas e ricas (Wafles Place, Marina Bay, etc…) existem os chamados food-courts que são áreas compostas de vários quiosques ou pequenos restaurantes agrupados no mesmo espaço, cada um servindo diferentes tipo de comida ou bebidas, geralmente em sistema de take-away, e com uma zona comum composta de mesas e cadeiras. Estes food-courts podem gigantescos ao ponto de uma pessoa quase se perder lá dentro ou de dimensões mais modestas, mas são sempre a opção mais rápida e económica e a que atrai a maioria da população local.

Geralmente apresentam diversas opções em termos de comida, comida chinesa, malaia, indiana… mas alguns são mais direcionados para comida chinesa, onde por vezes não é fácil encontrar comida vegetariana. Os fried-rice e fried-noodles são fáceis de encontrar um pouco por todo o lado e também muito popular é o sistema a que aqui se chama de fast-food, onde a comida está exposta em tabuleiros, e cada pessoa prepara os eu prato, tendo por base o arroz, pagando pelo numero de variedades de que se serviu.

Chinatown Complex
Chinatown Complex

 

Chinatown Peoples Park Complex.
Chinatown Peoples Park Complex.

 

Chinatown. food court
Chinatown. food court com pouco mais de cinco restaurantes

Com tanta diversidade não faltam restaurantes vegetarianos ou mesmo vegan, mas estes geralmente em zonas mais sofisticadas da cidade. Mas Singapura reúne diversos tipos de gastronomias e quase todos os locais apresentam pelo menos uma opção vegetariana, sendo a comida Chinesa a mais difícil neste campo, e a Indiana a mais fácil, pois em Singapura existe uma grande comunidade hindu. A comida malaia também tem alguns pratos tradicionais, que dependendo do restaurante podem ter ou não produtos de origem animal, contudo é geralmente possível pedir para confecionar determinado prato substituído carne, peixe ou marisco por tofu, que devido à influência chinesa é bastante popular.

Mas atenção pois os molhos que acompanham a comida, são muitas das vezes feitos com fish-souce ou outros condimentos de origem animal. Para vegans é mais difícil, pois os ovos são uma presença constante em muitos dos pratos, sejam ou não vegetarianos.

Tooth Relic Temple
Vegetarian Pork Ribs @ Tooth Relic Temple Canteen

Em Kampong Glam, o chamado Arab Quarter dispondo-se em volta da mesquita Masjid Sultan, podem-se encontrar restaurantes de comida Marroquina, Tunisina, Turca e Iraniana, mas pelo meio existem muitas mais opções sendo um local ideal para saborear os tradicionais pratos Malaios: laksa, lontong, nasi lemak, nasi goreng… em que “nasi” significa arroz, sendo apresentado salteado (ou frito) nas mais diversas formas, e sabores, com vegetais, frango, vaca ou marisco… ficando a carne de porco excluída da gastronomia de um país muçulmano.

O nasi lemak pode ser considerado um dos pratos mais populares da Malásia e é consumido geralmente ao pequeno almoço, sendo básico e muito simples de preparar, constituído à base de arroz, anchovas fritas, amendoins fritos, umas rodelas de pepino e ovo, que pode ser cozido ou frito, e que pode ser servido no prato ou embrulhado em folha de bananeira. Mas o que torna este prato especial é o sambal, uma pasta avermelhada feita à base de chilis, cebola, gengibre alho e mais uns quantos condimentos, resultando numa mistura picante, mas muito saborosa.

Laksa é outro dos populares pratos Malaios que se encontra facilmente em Singapura, constituído por um caril à base de leite de côco, doce e picante, com gengibre e lemongrass, que envolve noodles de arroz e alguns vegetais. Pode ser também de marisco.

Lontong, um prato tradicional da Indonésia que foi incorporado na cozinha malaia encontrando-se também em Singapura. Feito com arroz prensado, formando um rolo que depois é cortado em pedaço e regado com um caril de vegetais à base de leite de côco, ao qual se junta tofu, tempeh e ovo cozido. À semelhança do nasi lemak, é adicionado um sambal à base de peixe.

Laksa
Laksa

 

Nasi Lemak
Nasi Lemak

 

lontong
Lontong

Kampong Glam é um dos locais indicados para experimentar os biryani, um prato indiano à base de arroz, tradicional das zonas muçulmanas, mas com um “twist” malaio onde predomina a carne. Mas também aqui se podem saborear os roti prata, ou simplesmente roti, ou paratta, que é tradicional do Sul da Índia mas que foi incorporado na gastronomia da Malásia, sendo popular também em Singapura. Trata-se de um pão achatado, não levedado, mas cuja massa é estendida até ficar muito fina, com a ajuda de muito óleo, e depois trabalhada e espalmada, de forma a criar camadas de forma tosca, que depois de frita sob chama metálica fica ligeiramente estaladiça. É servida com um pequeno prato de caril, onde o roti é demolhado, podendo-se encontrar várias versões deste prato, com o roti recheado de ovo.

roti @ Singapore Zam Zam Restaurant
roti @ Singapore Zam Zam Restaurant

 

Para quem aprecia comida indiana, Little India é o local que oferece melhor variedade, em especial comida tradicional do sul da Índia, pois a maior parte da comunidade indiana aqui residente é do estado de Tamil Nadu. Para além de todo o tipo de snacks o mais popular são os thalis que em muitos restaurantes são servido em folha de bananeira, podendo ser vegetarianos ou não-vegetarianos. Aqui também são populares os rotis, as dosa, uttapam, vada, puri, etc… Little India é também o local de eleiçãoo para adquirir produtos de origem indiana, como especiarias e condimentos, encontrando-se nas mercearias uma grande variedade de vegetais.

 

veg thali @ Famous Indian Curry Food Restaurant. Little India
veg thali @ Famous Indian Curry Food Restaurant. Little India

Em Chinatown, ainda mais do que noutras zonas da cidade, fervilha a actividade em volta da comida, dominando os food-courts, onde se podem reunir centenas de bancas de comida, onde se pode encontrar um pouco de tudo em termos de culinária asiática, atraindo milhares de pessoas que aqui fazem refeições desde a manhã até ao fim do dia, com comida a ser servida durante todo o dia. Um dos mais populares é o Chinatown Complex, onde o ambiente é barulhento e agitado mas que proporciona um visão interessante sobre o modo de vida, a cultura e a forma de estar da população. Um refeição nestes food-courts pode custar entre 4 e 5 S$, com os pratos de carne e marisco de preço mais elevado.

Uma das especialidades chinesas é o popiah, um rolo de massa muito fina que envolve uma mistura de alface, rebentos de soja, amendoim, cenoura cozinhada e um molho picante. São deliciosas e um óptima opção vegetariana para um snack.

Chinatown Complex. Popiah
Chinatown Complex. Popiah

 

Chinatown Complex. Popiah
Chinatown Complex. Popiah

Também em Chinatown, no Buddha Tooth Relic Temple, existe na cave uma cantina onde somente é servida comida vegetariana, mas seguindo a gastronomia chinesa, onde a carne é substituída por derivados de origem vegetal que em aspecto e consistência se assemelham a carne. Uma optimo forma de explorar a rica gastronomia chinesa para vegetarianos. Cada refeição, que é constituída por um prato de arroz com dois acompanhamentos custa 3 S$. Somente está aberto até às 3 pm. A comida é boa, o ambiente é calmo e o lucro tem fins de caridade.

Tooth Relic Temple
Tooth Relic Temple

Em termos de bebidas o chá é muito popular entre a comunidade chinesa, sendo visto com fins medicinais; mas é o ice-tea, que é chá ao qual é adicionado leite-condensado e que pode ser servido quente ou com gelo que ganha em termos de popularidade. Uma bebida doce e fresca que sabe bem com o clima quente e húmido de Singapura.

O café é também muito popular e pode ser encontrado nas sofisticadas coffee-shops, nas vertentes de expresso, cappuccino, latte, etc… ou em alternativa pode-se saborear o singaporean coffee, kopi, um café de “filtro” mas extremamente denso e bastante forte em termos de cafeína, e que é servido de diversas formas:

  • kopi entende-se café com leite condensado, servido quente
  • Kopi C: café quente servido com leite e açucar
  • Kopi O:com açucar
  • Kopi O Kosong:sem açucar e sem leite

Kopi, Singaporean coffee
Kopi, Singaporean coffee

Onde comer em China Town:

  • Tooth Relic Temple: cantina com comida vegetariana chinesa: 3 S$

Address: 288 S Bridge Rd, Singapore 058840

Tooth Relic Temple. Schedule
Tooth Relic Temple. Schedule

  • Chinatown Complex: o mercado de frescos na cave, roupa no piso térreo e comida no primeiro andar onde as opções são tantas que é difícil a escolha com diversos tipos de gastronomias e bancas especializadas em pratos específicos; refeições a partir de 3 S$

Chinatown Complex
Chinatown Complex

Onde comer em Little India:

  • Komala Villas: comida típica do sul da Índia a preços acessíveis; thali servido em folha de bananeira.

Address: 76 Serangoon Rd, Singapore 217981

Komala Vila Restaurante. Little India
Komala Vila Restaurante. Little India

 

  • Famous Indian Curry Food Restaurant: serve em ambiente informal deliciosos thali em folha de bananeira, com opção vegetariana. 6 S$

Address: 30/32 Upper Dickson Road, Singapore 207489

Famous Indian Curry Food Restaurant. Little India
Famous Indian Curry Food Restaurant. Little India

 

Onde comer em Kampong Glam (Arab Quarter):

  • Kampong Glam Cafe: boa comida com uma grande variedade de pratos malaios (lontong, laksa, nasi lemak, nasi goreng e muitos mais), rotis e também com a opção de self-service onde tendo por base arroz se pode compor o prato com vários acompanhamentos à escolha que variam diariamente, e onde também é possível encontrar opções vegetarianas. Optimo local para tomar uma bebida (sem álcool) e observar o modo de vida local. Refeições a partir de 3.5 S$

Address: 17 Bussorah St, Singapore 199438

 

Kampong Glam Café
Kampong Glam Café

 

  • Singapore Zam Zam Restaurant: muito popular pelos byriani (só de carne) e pelos rotis

Address: 697-699 N Bridge Rd, Singapore 198675

Singapore Zam Zam Restaurant
Singapore Zam Zam Restaurant

Onde comer em Geyland:

  • Rice House  (Zhou Da Wang): este informal restaurante confeciona as receitas típicas da gastronomia chinesa mas usando derivados de produtos vegetais, essencialmente soja, que se assemelham em textura à carne, podendo-se assim saborear “hainanese chicken rice” sem sacrificar animais J

Address: Blk 129 #01-102 Geylang East Avenue 2, Singapore380129, Singapore

 

  • Rochor Beancurd House: aqui produzem-se e servem-se produtos à base de soja, por exemplo soy-milk e o beancurd (também chamado soybean pudding) um pudim feito de tofu muito macio e suave que é servido como sobremesa ou snack, regado com xarope de cana-de-açúcar, um produto típico da culinária chinesa. Aqui também se encontra a “portuguese egg tart”!

Address: 745 Geyland Road (Lor 39), Singapore 389653

Rochor Beancurd House:soy-milk, beancurd e “portuguese egg tart”!
Rochor Beancurd House:soy-milk, beancurd e “portuguese egg tart”!

Como obter visto Indiano em Kathmandu

Recentemente a Índia introduziu o sistema de ‘visa on arrival’ para os seguintes países:

  • Alemanha, Austrália, Brasil, Camboja, Ilhas Cook, Djibouti, Fiji, Finlândia, Indonésia, Israel, Japão, Jordânia, Quénia, Kiribati, Laos, Luxemburgo, Ilhas Marshall, Maurícias, México, Micronésia, Myanmar, Nauru, Nova Zelândia, Ilhas Niue, Noruega, Omã, Palau, Palestina, Papua Nova Guiné, Filipinas, República da Coreia, Rússia, Samoa, Singapura, Ilhas Solomon, Tailândia, Tonga, Tuvalu, UAE, Ucrânia, USA, Vanuatu e Vietnam;
  • válido somente por for 30 dias; com uma única entrada;
  • ‘visa on arrival’ somente está disponível nos seguinte aeroportos: Bangalore, Chennai, Cochin, Delhi, Goa, Hyderabad, Kolkata, Mumbai e Trivendrum;
  • nas fronteiras terrestres é necessário requerer visa antes de entrar no país;
  • este visto não pode ser prolongado.

Como Portugal é um dois países excluídos desta lista é necessário recorrer aos serviços de emigração em Portugal ou em muitos dos países onde a Índia dispõem de serviços diplomáticos, para requerer o visto de turismo.

Pela proximidade e posição geográfica que permite o acesso por terra ou numa curta viagem de uma hora de avião, o Nepal é um dos países frequentemente escolhido quem se encontra na Índia e pretende prolongar a estadia, necessitando de novo, o que vulgarmente se chama de “prolongar o visto”

Para isso é necessário recorrer aos serviços da Embaixada da Índia existentes em Kathmandu; o processo não é difícil mas requer algumas diligências, documentação e cerca de cinco dias úteis.

Documentos necessários:

  • Formulário (extenso e minucioso), disponibilizado no site dos serviços de emigração, que deve ser preenchido on-line (https://indianvisaonline.gov.in/visa/index.html), submetido aos serviços de imigração e depois impresso;
  • Fotografia tipo passaporte com a dimensão de 2 x 2 cm, a cores com fundo branco; outros formatos não serão aceites;
  • Cópia do passaporte (da página de identificação);
  • Cópia do visto nepalês;
  • Cópia do ultimo visto indiano (se aplicável) incluindo as páginas com o carimbos de entrada e de saída.

No formulário on-line o campo ‘current address’ deve ser preenchido com a morada do hotel ou guest house em Kathamndu

O pedido de visto processa-se em 3 passos:

  1. Entregar os documentos na embaixada no horário previsto para o efeito (9 am – 12 pm), assim como proceder ao pagamento da franquia; com a entrega do recibo de pagamento é também definida a data e hora da próxima visita;
  2. Na segunda visita (geralmente 5 dias úteis depois da entrega dos documentos), o passaporte deve ser entregue no serviços, acompanhado do recibo do pagamento;
  3. Na terceira visita (geralmente 1 dia útil depois) o passaporte é devolvido no horário da tarde (5 pm – 5.30 pm)

Duração:

  • a duração do visto depende do número de visitas anteriores;
  • caso se trate do primeiro pedido de visto (ou pelo menos o primeiro no presente passaporte) o visto é de 6 meses, com múltiplas entradas
  • caso se trate de uma renovação, o período concedido no novo visto é geralmente de três meses, válido para uma única entrada.

Custos:

  • Qualquer que seja o visto concedido, três ou seis meses, a franquia é sempre a mesma: 4990 NPR (rupias nepalesas);
  • Caso seja o primeiro pedido geralmente é concedido um visto de 6 meses, com dupla entrada;
  • Caso haja anteriores visto no passaporte o período concedido é geralmente de 3 meses; contudo existem situações em que, sem razão aparente, somente é atribuído um ou dois meses de visto.

Convém chegar à embaixada de manhã bem cedo, mesmo antes da abertura das portas, pois pelas nove da manhã já existe uma fila considerável de pessoas. Depois da abertura das portas, é necessário retirar uma senha numerada de uma máquina automática; dependendo do numero de pessoas a espera pode demorar umas 2 horas.

Depois da entrega dos documentos no primeiro balcão é necessário proceder ao pagamento no balção situado imediatamente ao lado direito, onde nos é entregue um recibo do pagamento e o talão onde é carimbada a data em que se deve proceder à segunda visita para entrega do passaporte.

Caso por algum motivo o visto não seja concedido, o valor pago não será devolvido.

Na falta de algum dos documentos necessário o pedido de visto não será aceite. Caso seja mais alguma cópia existe uma loja de fotografias e de fotocópias mesmo ao lado da embaixada que pratica preços razoáveis.

É aconselhável não comprar bilhetes de bus ou de avião antes de ter o visto pois o processo burocrático é imprevisível e pode demorar mais do que o esperado.

Anteriormente existiu uma regra em que era necessário esperar dois meses para pedir novo visto indiano, mas actualmente esta questão foi ultrapassada sendo possível pedir novo visto logo à chegada ao Nepal.

Address: P.O. Box. 292
336, Kapurdhara Marg, Lainchaur
Kathmandu, Nepal
(near British Embassy – British Council)

Telephone: 977-1-4410900 / 4414990 / 4411699

(24×7, Emergency Contact Number) – 977-1-4423702

Mob. no. 9851107021 (24×7)

Fax No: 977-1-4428279

Site: www.indianembassy.org.np

email: visa.india@nsbi.com.np

 

Working hours (for visa):

Monday – Friday – 9.30 – 12.00

Close on Saturday, Sunday and Public Holidays

Working hours (for info):

Monday – Friday – 9.00 – 17.30

On-line visa application form:

https://indianvisaonline.gov.in/visa/index.html

Horário da Embaixada da Índia em Kathmandu
Horário afixado à entrada da embaixada Indiana em Kathmandu

Lista dos feriados em que a Embaixada da Índia em Kathamandu se encontra encerrada
lista de feriados em 2015 em que a Embaixada Indiana em Kathmandu se encontra encerrada

A comida na China… para vegetarianos!

Este é um tema difícil de abordar dada a diversidade gastronómica que a China apresenta, e que a curta visita às províncias de Sishuan e Yunnam oferecem bons exemplos, sendo assim difícil eleger um prato tradicional ou uma refeição típica que homogeneamente se encontre em todos os locais.

Contudo, nas zonas visitadas encontra-se com facilidade restaurantes cujo denominador comum é a existência de uma arca frigorifica onde os alimentos disponíveis estão expostos, desde legumes, carne, cogulemos, tofu, ovos… e de onde se escolhe as combinações desejadas, para um ou mais pratos, que são confeccionadas em poucos minutos. Os pratos são sempre partilhados entre o grupo de amigos ou familiares reunidos em volta da mesa, sendo de boa educação retirar um pedaço de comida de cada vez e coloca-la na tigela, de onde, depois de misturado com um pedaço de arroz é ingerido. No final das refeições é de “bom tom” deixar sempre alguma comida nos pratos, sinal de abundância de comida.

Ao contrário do que é comum nos países asiáticos, na China é raro encontrar a chamada “street-food”, sendo a opção mais popular e económica o recursos a pequenos restaurantes familiares, todos eles abertos para a rua, onde a cozinha fica quase fora do restaurante, e onde se servem geralmente sopa de noodles com as suas diferentes variações de carne de porco, vaca, galinha, vísceras…

Em Sishuan, famosa pela sua aromática pimenta, a gastronomia destaca-se pelo picante presente em quase todos os pratos, desde sopas, salteados e grelhados, com os ingredientes, geralmente legumes e carne, a serem muitas vezes cozinhados numa mistura espessa de especiarias picantes envoltas em óleo.

Nas áreas mais perto da Região Autónoma do Tibete é possível encontrar alguns dos pratos típicos tibetanos, apesar do números de restaurantes que os servem ser mínimo em comparação com a esmagadora presença de restaurantes de comida chinesa. Sobressai a tradicional tupka, uma sopa de legumes ou de carne, de caldo espesso e com massa cortada toscamente em grande pedaços. Tradicionais são também os dumplings que na versão Tibetana se chamam de momos.

Tradicional do Tibete é chá de manteiga (butter tea) que acompanha refeições e onde sobressai o paladar salgado da manteiga que à medida que vai arrefecendo cria uma camada de fina gordura à superfície que deve ser soprada antes do chá ser bebido.

Refeição típica chinesa, em que dois ou mais pratos acompanham uma tijela de arroz. Sempre presente está o chá que muitas vezes é disponibilizado gratuitamente
Refeição típica chinesa, em que dois ou mais pratos acompanham uma tijela de arroz. Sempre presente está o chá que muitas vezes é disponibilizado gratuitamente

Sopa à base de noodles sobre os quais é despejado um caldo e são acrescentados legumes ou carne, assim como condimentos salgados ou picantes, de acordo com o gosto de cada pessoa
Sopa à base de noodles sobre os quais é despejado um caldo e são acrescentados legumes ou carne, assim como condimentos salgados ou picantes, de acordo com o gosto de cada pessoa

Legumes no mercado de Dali
Legumes no mercado de Dali

Raiz de lótus, à venda no mercado de Dalí, muito popular na gastronomia chinesa
Raiz de lótus, à venda no mercado de Dalí, muito popular na gastronomia chinesa

ovos sujeitos a um prolongado processo de fermentação tornando a clara transparente e que lhes confere um gosto muito particular cuja intensidade os torna repulsivos para certos paladares
ovos sujeitos a um prolongado processo de fermentação tornando a clara transparente e que lhes confere um gosto muito particular cuja intensidade os torna repulsivos para certos paladares

Legumes no mercado de Dali
Legumes no mercado de Dali

sopa fria de noodles: encontra-se por vezes ao fim da tarde nas ruas das cidades de Yunnam, onde pequenas banca oferecem um diversidade de noodles, tanto em forma, cor e sabor, que são condimentados com um molho picante, algumas ervas frescas, cebolinho e amendoim ralado
sopa fria de noodles: encontra-se por vezes ao fim da tarde nas ruas das cidades de Yunnam, onde pequenas banca oferecem um diversidade de noodles, tanto em forma, cor e sabor, que são condimentados com um molho picante, algumas ervas frescas, cebolinho e amendoim ralado

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Jantar preparado por duas das minhas companheiras de viagem para quem a comida é levada muito a sério, sendo cada refeição previamente pensada antes da diária ida ao mercado para comprar legumes, peixe ou carne.

dumplings feitos de massa de arroz, geralmente recheados de carne, e cozinhados ao vapor. São uma das mais populares opções par ao pequeno almoço, com os restaurantes fazendo-se anunciar pelas grandes panelas metálicas constituídas por diversos tabuleiros, de onde sai um intenso vapor que se espalha pelas ruas; são acompanhados por um molho picante e por vezes com um caldo feito à base de arroz cozido, simples e praticamente sem sal
dumplings feitos de massa de arroz, geralmente recheados de carne, e cozinhados ao vapor. São uma das mais populares opções par ao pequeno almoço, com os restaurantes fazendo-se anunciar pelas grandes panelas metálicas constituídas por diversos tabuleiros, de onde sai um intenso vapor que se espalha pelas ruas; são acompanhados por um molho picante e por vezes com um caldo feito à base de arroz cozido, simples e praticamente sem sal

outra opção de pequeno almoço, com uma sopa de noodles de sabor acre e ácido, acompanhada de ovo cozido e de pão frito, de massa semelhante às “farturas” mas de sabor salgado
outra opção de pequeno almoço, com uma sopa de noodles de sabor acre e ácido, acompanhada de ovo cozido e de pão frito, de massa semelhante às “farturas” mas de sabor salgado

panelas para cozinhas dumplings ao vapor e o pão frito em forma de longos palitos, que se pode também encontrar no Laos e na Tailândia como acompanhamento da primeira refeição da manhã
panelas para cozinhas dumplings ao vapor e o pão frito em forma de longos palitos, que se pode também encontrar no Laos e na Tailândia como acompanhamento da primeira refeição da manhã

Cozinha de um restaurante na China
Cozinha de um restaurante na China

Cozinha de um restaurante na China
Cozinha de um restaurante na China

Cozinha de um restaurante na China
Cozinha de um restaurante na China

noodles frescos à venda no mercado de Chengdu
noodles frescos à venda no mercado de Chengdu

dumplings de vegetais acompanhando um "sumo" feito de arroz muito cozido ligeiramente adocicado e que constitui uma das populares opções para acompanhamento do pequeno-almoço a par com o leite de soja
dumplings de vegetais acompanhando um “sumo” feito de arroz muito cozido ligeiramente adocicado e que constitui uma das populares opções para acompanhamento do pequeno-almoço a par com o leite de soja

cabeças de pato e pescoços de galinha, grelhados e condimentados: popular como snack entre refeições
cabeças de pato e pescoços de galinha, grelhados e condimentados: popular como snack entre refeições

Um dos pratos pelo qual a gastronomia de Sishuan é muito popular em que num caldo espesso e oleoso, condimentado com especiarias e pimenta, são cozinhados vegetais, cogumelos e algas, com ou sem carne, decorado com cebolinho e sementes de sésamo, e que é acompanhado de arroz
Um dos pratos pelo qual a gastronomia de Sishuan é muito popular em que num caldo espesso e oleoso, condimentado com especiarias e pimenta, são cozinhados vegetais, cogumelos e algas, com ou sem carne, decorado com cebolinho e sementes de sésamo, e que é acompanhado de arroz

O tofu encontra-se presente em muitos restaurantes, sendo contudo mais fácil de encontrar nas grandes cidades
O tofu encontra-se presente em muitos restaurantes, sendo contudo mais fácil de encontrar nas grandes cidades

restaurante junto à estação de comboios de Chengdu que dispõem de tofu confecionado localmente e onde os dumplins são cozinhados nos tradicionais recipientes de bambu
restaurante junto à estação de comboios de Chengdu que dispõem de tofu confecionado localmente e onde os dumplins são cozinhados nos tradicionais recipientes de bambu

pão feito de massa de arroz e cozido ao vapor, muito popular nas zonas regiões tibetanas, e que pode ser simples ou recheado de legumes, carne (quase sempre porco), cogumelos ou à base de feijão azuki que lhe confere um sabor ligeiramente doce
pão feito de massa de arroz e cozido ao vapor, muito popular nas zonas regiões tibetanas, e que pode ser simples ou recheado de legumes, carne (quase sempre porco), cogumelos ou à base de feijão azuki que lhe confere um sabor ligeiramente doce

queijo à base de leite de yak, e que no caso de ser fumado adquire um tom acastanhado; apesar do aspecto tosco a este queijo tem uma forte consistência apresentando-se compacto e “borachoso” ao mastigar
queijo à base de leite de yak, e que no caso de ser fumado adquire um tom acastanhado; apesar do aspecto tosco a este queijo tem uma forte consistência apresentando-se compacto e “borachoso” ao mastigar

Hot-pot, muito popular em vários países asiáticos, mas com diferentes cambiantes em relação aos ingredientes, mas reservada para dias festivos ou jantares de fim de semana, em que um caldo é mantido quente com ajuda de carvão ou de um dispositivo elétrico ou a gás, colocado na mesa, e onde os comensais vão mergulhado os diverso ingredientes. Na região do Tibete, este prato é constituído por legumes, cogumelos, algas e algumas tiras de carne que vêm já misturadas com o caldo.
Hot-pot, muito popular em vários países asiáticos, mas com diferentes cambiantes em relação aos ingredientes, mas reservada para dias festivos ou jantares de fim de semana, em que um caldo é mantido quente com ajuda de carvão ou de um dispositivo elétrico ou a gás, colocado na mesa, e onde os comensais vão mergulhado os diverso ingredientes. Na região do Tibete, este prato é constituído por legumes, cogumelos, algas e algumas tiras de carne que vêm já misturadas com o caldo

Tupka tibetana
Tupka tibetana

uma sopa à base de dumplins recheados de legumes na região de Sertar, mais ligada à gastronomia do Tibete... deliciosa para aquecer o corpo e o espírito nos frias noites do planalto tibetano
uma sopa à base de dumplins recheados de legumes na região de Sertar, mais ligada à gastronomia do Tibete… deliciosa para aquecer o corpo e o espírito nos frias noites do planalto tibetano

Como obter visto Chinês no Laos

Definitivamente, obter o visto para entrar na China, mesmo para turismo, não é tarefa simples, exigindo mais documentos do que é normal para a maioria dos países do sudoeste asiático e não existe a possibilidade de solicitar visto à chegada.

O visto turístico, tipo “L”, é de 30 dias; é valido por três meses a contar da data de emissão. Ficar mais do que os trinta dias dá direito a pesada multa e a um pedido formal de desculpa baseado numa boa justificação (segundo informações recolhidas na net a multa, é de 500 yuan), correndo-se o risco de ver para sempre vedada a entrada na China.

A primeira tentativa de obter o visto foi na embaixada Chinesa em Bangkok, que é tarefa que demora e exige uma boa dose de paciência; convém chegar bem cedo, pois os serviços de visto só funcionam da parte da manhã, e mesmo assim não se poupa uma espera de mais de quatro horas, numa sala apinhada de gente, e que se pode prolongar pela tarde, pois mesmo quando os serviços encerram as pessoas que se encontram no seu interior são ainda atendidas.

Mesmo tendo chegado pouco mais de meia hora depois da abertura das portas, deparei-me com uma verdadeira multidão que enchia por completo a vasta sala, tendo pela frente mais de duzentas pessoas.

Segundo informações recolhidas junto de outros turistas mais habituados a este processo, é praticamente impossível solicitar o visto de entrada na China caso não se tenha cópia do bilhete de avião, coisa que não dispunha pois o meu objectivo era entrar na China pela fronteira com o Laos. É também necessário apresentar comprovativos das reservas do alojamento durante a estadia na China.

Desisti! Seguindo alguns conselhos optei por solicitar o visto noutro local, que na Tailândia pode ser em Chiang Mai, ou em Vientiane, capital do Laos, que no meu caso se apresentava mais favorável.

O processo em Vientiane revelou-se simples e fácil, não tendo demorado mais de 10 minutos, incluindo o tempo de preenchimento do impresso de pedido de visto, no total de quatro páginas.

 

Documentos necessários para pedido do visto para a China:

  1. Passaporte válido por 6 meses;
  2. Impresso de pedido do visto (application form): é disponibilizado nos serviços da embaixada, devidamente preenchido, que para além dos dados de identificação, nome da empresa e contactos da entidade empregadora (podem ser dados falsos pois esta informação não é verificada pelos serviços consulares), deve também constar o itinerário previsto e o numero de dias; pode ser um qualquer, e convém excluir alusões a uma visita ao Tibete;
  3. Uma fotografia com fundo claro;
  4. Cópia do passaporte;
  5. Cópia do extrato bancário provando meios financeiros para suportar as despesas da estadia;
  6. Cópia do bilhete de avião: é suficiente o bilhete de ida; caso se opte por entrar na China por meios terrestres o melhor é forjar um bilhete com base noutro qualquer, alterando datas e nomes com recurso ao Photoshop ou a outro software de edição de imagem;
  7. Comprovativo das reservas de alojamentos: basta enviar uns mails para vários hotéis ou hostels a reservar quarto para as datas descritas nos impresso de pedido de visto; depois é voltar a contactar estas entidades para cancelar a reserva; caso não aceitem fazer reservas sem pagamento de uma percentagem (caso dos muitos alojamentos associados à Hostelworld), basta aproveitar o mail de resposta e editar o texto confirmando a reserva;
  8. Custo

Single Entry                                           $30

Double Entry                                          $45

Multiple Entry valid for 6 months          $60

Multiple Entry valid for 12 months        $90

Multiple Entry validfor 24 months         $90

Este valor pode ser pago em dólares ou na moeda local. Em Bangkok o pagamento é feito nos serviços da embaixada, mas em Vientiane é necessário ir ao Banco da China para fazer o pagamento, ao qual acresce um pagamento de 1000 kip para despesas bancárias.

Para cidadãos com passaporte americano o custo do visto é de 130$…. vá-se lá saber porquê!!!

  1. O visto fica disponível ao fim de 4 dias úteis.

 

Embaixada Chinesa em Vientiane, Laos (Chinese embassy in Vientiane, Laos)

Website: http://la.china-embassy.org/eng/

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Ambassador: Mr. Bu Jianguo

Address: Wat Nak Road, Sisattanak, Vientiane, Lao P.D.R (P.O.Box 898)

Office Hours: 8:00-11:30, 14:00-17:00 Monday-Friday

Tel: +856-21-315100

Fax: +856-21-315104

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Consular Office

Office Hours: 9:00-11:30 Monday-Friday

Tel: +856-21-315105

 

Embaixada Chinesa em Bangkok, Tailândia (Chinese embassy in Bangkok Thailand)

Website: http://www.chinaembassy.or.th

Email: chinaemb_th@mfa.gov.cn

Ambassador: Mr. Guan Mu

Address: 57, Ratchadapisek Road, Bangkok, 10310, Thailand

Tel: +66-2-2450088, 2457043, 2457044 (direct)

Fax: +66-2-2468247

Consular Office

Office Hours: 09:00-11:30, Monday-Friday

Tel: +66-2-2457033, 2457036 (24 hour Auto Answer), 2478970 (14:00-17:00 Working Day)

Fax: +66-2-2472214

 

China Visa
China Visa

 

 

Documents required for visa application to China:

  1. Passport valid for 6 months;
  2. Visa application form: it’s available in the embassy, duly filled in, which in addition to identification data, company name and contact details of the employer (may be fake data because this information is not verified by consular services) , should also include the planned itinerary and the number of days and should be excluded allusions to a visit to Tibet ;
  3. Photograph with light background;
  4. Copy of passport
  5. Copy of flight ticket: it is enough to one-way ticket; if you choose to enter China by crossing land border, the best is to forge a ticket based on any another, changing dates and names using Photoshop or other image editing software;
  6. Copy of bank statement proving financial means to bear the expenses of the stay;
  7. Proof of booking of accommodation: just send a few emails to various hotels or hostels to book room for the dates outlined in the application form for a visa; is then re-contact these entities to cancel the reservation; if they not accept reservations without payment of a percentage (the case of many lodges associated with Hostelworld), just take the email reply and edit the text confirming the booking.
  8. Cost

Single Entry                                                  $ 30

Double Entry                                                $ 45

Multiple Entry valid for 6 months      $ 60

Multiple Entry valid for 12 months    $ 90

Multiple Entry valid for 24 months    $ 90

This amount can be paid in dollars or in local currency. In Bangkok payment is made in the embassy services, but in Vientiane is necessary to go to the Bank of China to make the payment, which adds a payment of 1,000 kip for bank charges.

For citizens with American passports the visa fee is $130.

  1. Visa becomes available after 4 days.

… de volta a Yangon

Depois de praticamente quatro semanas em viagem pela Birmânia, eis que é tempo de regressar a Yangon, cidade a partir da qual se fará o regresso à Tailândia.

Foi menos uma visita turística e mais um deambular pelas ruas da cidade, conhecendo-lhe os cambiantes luz, os ritmos, os sons que caracterizam cada fase do dia, com tempo para contemplar e tentar compreender o que torna este tão especial.

preparação de chamuças num dos muitos restaurantes que surgem diariamente nas ruas da cidade
preparação de chamuças num dos muitos restaurantes que surgem diariamente nas ruas da cidade

Yangon
Yangon

Templo hindu, de clara influência Tamil, numa das ruas do cento de Yangon
Templo hindu, de clara influência Tamil, numa das ruas do cento de Yangon

Aproveitando o sossego de uma tarde de sábado, é possível jogar futebol numa das avenidas do centro de Yangon
Aproveitando o sossego de uma tarde de sábado, é possível jogar futebol numa das avenidas do centro de Yangon

junto às docas de onde é possível apanhar o ferry que cruza o Rio Yangon
junto às docas de onde é possível apanhar o ferry que cruza o Rio Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Sule Pagoda que domina o centro da cidade
Sule Pagoda que domina o centro da cidade

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon, onde é bem forte a presença do colonialismo britânico nos muitos edificios de estilo neo-clássico que ocupam o centro da cidade em especial nas ruas mais próximas do porto, e que hoje são ocupados por instituições públicas
Yangon, onde é bem forte a presença do colonialismo britânico nos muitos edificios de estilo neo-clássico que ocupam o centro da cidade em especial nas ruas mais próximas do porto, e que hoje são ocupados por instituições públicas

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Yangon
Yangon

Molhos de arroz colocados junto a lojas, à entrada das casas e um pouco por todo o lado para servir de alimento aos pardais, que daqui também retiram material para os ninhos
Molhos de arroz colocados junto a lojas, à entrada das casas e um pouco por todo o lado para servir de alimento aos pardais, que daqui também retiram material para os ninhos

Yangon
Yangon

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

Se achou o meu blogue útil ou inspirador, considere apoiá-lo com uma pequena contribuição. Cada donativo ajuda-me a manter este projeto vivo e gratuito para todos os que adoram explorar o mundo.

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