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Stepping Out Of Babylon

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Stepping out of Babylon

Mosteiro de Sumtseling

A poucos quilómetros a Norte de Zhondgian, encontra-se o famoso Mosteiro de Sumtseling (Sumtseling Gompa), que com mais de 300 anos é considerado o mais importante do Sudoeste da China, contando com cerca de seiscentos monges.

O mosteiro, dominando um das encostas das montanhas que rodeiam a cidade de Zhondgian é formado por múltiplos edifícios, maioritariamente destinados ao alojamento dos monges, destacando-se no topo da elevação os principais templos coroados pelo brilho dourado dos telhados.

Apesar da presença de grandes grupos de visitantes encaminhados por guias que à custa de pequenos altifalantes conduzem os visitantes pelos vários templos, é possível encontrar neste mosteiro recantos solitários que convidam à introspecção, enquanto se observam estátuas de Buda cobertas de antiguidade e apreciar o vento que arrasta o ar seco e frio do cume das montanhas e que agita ferozmente os corpos expostos ao sol implacavelmente intenso que as poucas nuvens que se espalham pelo céu não são capazes de amortecer.

 

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Mosteiro de Sumtseling

Como visitar o Mosteiro de Sumtseling

  • Bilhete: 140 yuan (inclui transporte desde a bilheteira ao Mosteiro)
  • Para quem quiser evitar este custo tem como alternativa apanhar o Bus 3 (2 yuan), que passa perto da Old Town, em direcção a Norte; o motorista obriga todos os turistas a sair para se deslocarem às gigantescas instalações de venda de bilhetes.

Nas traseiras deste edifício encontram-se os autocarros que transportam os visitantes directamente ao mosteiro.

Contornando o edifício pela esquerda (do lado direito está um guarda) apanha-se a estrada que segue em direcção ao mosteiro.

O caminho é sempre a subir mas não demora mais do que 15 minutos, e permite fazer um desvio para a esquerda em direção a uma colina onde são executados os “sky burial” e de onde se tem um vista fenomenal, tanto em termos de paisagem como do mosteiro.

Continuando a subida, chega-se a um ponto alto de onde é possível seguir directamente pela estrada em direcção à entrada principal do mosteiro ou em alternativa descer em direção a um lago, contornando-o por um passadiço de madeira; este ultimo percurso é mais longo mas mais bonito.

Chegando junto ao mosteiro, é necessário caminhar para o lado esquerdo (a entrada principal fica do lado direito) até encontrar uma entrada secundária que não é vigiada.

A partir daqui é subir até aos templos situados no topo da colina.

Para sair, pode-se usar a porta principal pois não existe qualquer controlo.

O regresso pode ser feito pelo Bus 3, que parte do recinto em frente à entrada principal do Mosteiro; preço do bilhete de bus: 2 yuan.

How to visit the Sumtseling Monastery

  • Tickets: 140 yuan (ticket includes transportation from the Monastery )
  • For those who want to avoid this cost has alternatively take the Bus 3 (2 yuan), which passes close to the Old Town, towards North; the driver requires all tourists to leave to move to gigantic installations ticketing.

To the rear of this building are the buses that transport visitors directly to the monastery.

Skirting the building on the left (the right side is a guard) picks up the road that goes towards the monastery.

The path is always going up but doesn’t take more than 15 minutes, and allows you to make a detour to the left toward a hill where they run the “sky burial” and where it has a phenomenal view, both in terms of landscape as the Monastery.

Continuing the ascent, you reach a high point where you can go straight down the road towards the main entrance of the monastery or alternatively down toward a lake, bypassing it with a wooden walkway; the latter route is longer but more beautiful.

Arriving at the monastery, you must walk to the left side (the main entrance is on you right) to find a secondary entrance that is not guarded.

From here you climb up to the temples.

To exit, one can use the main door because there is no control.

The return can be done by Bus 3 that part of the enclosure opposite the main entrance of the Monastery; ticket price of bus: 2 yuan.

Shangri-lá (Zhongdian)… realidade ou ficção?

Esta cidade onde claramente domina a influência Tibetana, sendo o seu nome original Gyeltang ou Gyalthang, passou a chamar-se Zhongdian sob influência chinesa a partir dos anos cinquenta. Mas foi quando foi reconhecido o seu potencial turístico, com a zona antiga formada por um intrincado e estreito conjunto de ruas, com as suas casas de arquitectura tradicional da região, em pedra e madeira ricamente entalhada que passou a chamar-se Shangri-lá, indo buscar o nome a um romance escrito pelo inglês James Hilton, que aparentemente localizou nesta cidade, conferindo-lhe um carácter místico sinónimo de paraíso.

À chegada, depois do curto percurso de autocarro que separa o terminal de autocarros da parte antiga da cidade, o cenário que se depara depois de caminhar uns poucos metros é completamente desolador, com uma vasta área destruída por um incêndio que em Janeiro deste ano destruiu parte do centro da cidade, sendo a paisagem ocupada pelos chamuscados escombros e pelas máquinas e camiões que procedem à limpeza e reconstrução, conferindo ao local uma atmosfera apocalíptica para a qual contribui o cinzento do céu.

Apesar desta visão inicial, a estadia em Shangri-lá (Zhongdian) revelou-se agradável, com os dias passados entre visitas ao templo que domina a parte antiga da cidade, junto ao qual existe uma gigantesca roda de orações, cuja dourado se destaca entre o arvoredo que cobre a modesta colina, percorrendo as ruas da cidade antiga e fazendo algumas incursões na parte moderna da cidade, de traçado e arquitectura chinesa, mas onde é possível encontrar uma forte presença de pessoas de diferentes grupos étnicos, envergando orgulhosamente os seu trajes tradicionais, muitas vezes combinados com roupa ocidental.

A impressão negativa que a cidade causou foi-se dissipando, e o facto de o fogo ter destruído parte do património da cidade fez também com que afastasse a atmosfera comercial e excessivamente turística que anteriormente existia, e que descaracteriza um pouco as cidades de Dalí e Lijiang, anteriormente visitadas.

Aqui já se começam a sentir os efeitos da altitude… insónias, dores de cabeça, respiração curta, e o bater do coração de cada vez que se sobe uma escadas ou uma rampa mais inclinada.

parte antiga da cidade destruída por um incêndio no inicio deste ano, oferendo uma imagem desolada de Shangri-lá
parte antiga da cidade destruída por um incêndio no inicio deste ano, oferendo uma imagem desolada de Shangri-lá
Parte antiga de Shangri-lá (Zhongdian)
Parte antiga de Shangri-lá (Zhongdian)
Shangri-lá (Zhongdian)
Shangri-lá (Zhongdian)
Gigantesca Roda de Orações situada na colina junto da praça central, onde se encontram mais dois templos budistas, um de arquitectura tibetana e outro, mais moderno de arquitectura chinesa
Gigantesca Roda de Orações situada na colina junto da praça central, onde se encontram mais dois templos budistas, um de arquitectura tibetana e outro, mais moderno de arquitectura chinesa
Shangri-lá (Zhongdian)
Shangri-lá (Zhongdian)
Shangri-lá (Zhongdian)
Shangri-lá (Zhongdian)
Roda de orações e templo budista que encimam a pequena colina à volta da qual se desenvolve cidade antiga de Shangri-lá (Zhongdian)
Roda de orações e templo budista que encimam a pequena colina à volta da qual se desenvolve cidade antiga de Shangri-lá (Zhongdian)
Mercado de Zhongdian
Mercado de Zhongdian
Mercado de Zhongdian
Panelas para cozinhar dumplins, um das mais populares escolhas para os pequenos-almoços chineses: uma espécie de pão, muito fofo, feitos com massa de arroz que pode apresentar vários recheios, sendo o mais frequente a carne; Mercado de Zhongdian
Stupa situada num dos cruzamentos da cidade poupados ao incêndio, mas cuja área envolvente foi praticamente destruida
Stupa situada num dos cruzamentos da cidade poupados ao incêndio, mas cuja área envolvente foi praticamente destruida
Templo budista localizado numa colina a sul de Shangri-lá, um pouco mais afastada do centro da cidade que é conhecido por “templo das galinhas” visto situar-se numa zona mais rural
Templo budista localizado numa colina a sul de Shangri-lá, um pouco mais afastada do centro da cidade que é conhecido por “templo das galinhas” visto situar-se numa zona mais rural
Rodas de orações no exterior do “templo das galinhas” em Shangri-lá
Rodas de orações no exterior do “templo das galinhas” em Shangri-lá
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templo das galinhas” em Shangri-lá
“templo das galinhas” em Shangri-lá
“templo das galinhas” em Shangri-lá
“templo das galinhas” em Shangri-lá
“templo das galinhas” em Shangri-lá
documentos contendo escritos sagrados que são geralmente envolvidos em panos e que se encontram frequentemente nos mosteiros e nos templos budistas
documentos contendo escritos sagrados que são geralmente envolvidos em panos e que se encontram frequentemente nos mosteiros e nos templos budistas
Pinturas em estilo “tankha” com informação relacionada com a medicina tradicional tibetana que recorre ao uso de plantas e minerais
Pinturas em estilo “tankha” com informação relacionada com a medicina tradicional tibetana que recorre ao uso de plantas e minerais
Templo no museu dedicado à cultura Tibetana existente no centro de Shangri-lá
Templo no museu dedicado à cultura Tibetana existente no centro de Shangri-lá

População: 120.000 habitantes

Altitude: 3270 m

Lijiang… uma moderna cidade antiga

Enquanto em Dalí domina a pedra cinzenta, em Lijiang sobressai o castanho da madeira. Maior e mais turística, sobressaindo o elevado número de bares e restaurantes, as infinitas lojas de souvenires que se depõem ao longo das estreitas ruas, disposta numa intrincada malha, que se enchem ao longo do dia, tornando a tarefa de caminhar pela parte antiga da cidade num teste à paciência.

Com os pequenos riachos correndo suavemente pelos estreitos canais que ocupam parte das ruas principais, a sombra das árvores cujo verde intercala com o fúchsia das buganvílias, as praças onde grupos de mulheres se reúnem para dançar ao som de música folclórica, com o intricado trabalho em madeira que decora as fachadas dos edifícios, a cidade antiga de Lijiang é local de eleição para o turismo chinês que aqui encontra o cenário ideal para fotografias de elaboradas poses, envergando por vezes os coloridos trajes tradicionais das diversas minorias étnicas, e que se podem alugar em vários locais da cidade.

À semelhança de Dalí, Lijiang peca pela artificialidade e falta de espontaneidade que não se espera encontrar numa cidade antiga, onde os edifícios aparentam ser novos, com alguns ainda a serem construídos, onde o pavimento das ruas está impecavelmente arranjado, onde os templos estão pintados de fresco, onde tudo foi pensado para ser seguro, funcional e agradável à vista… pode-se dizer, com um pouco de ironia: uma moderna cidade antiga!!!

pequenas embalagens de chá à venda nas muitas lojas especializadas que facilmente se encontram espalhadas na parte antiga da cidade, onde se pode fazer uma prova de chá servidos com o ritual e o requinte tradicionais chineses
pequenas embalagens de chá à venda nas muitas lojas especializadas que facilmente se encontram espalhadas na parte antiga da cidade, onde se pode fazer uma prova de chá servidos com o ritual e o requinte tradicionais chineses
Parte antiga de Lijiang onde as ruas estreitas protegem do intenso sol que rompe o permanente céu azul que cobre a cidade
Parte antiga de Lijiang onde as ruas estreitas protegem do intenso sol que rompe o permanente céu azul que cobre a cidade
Lijiang
Lijiang
Lijiang
Lijiang
Lijiang
Lijiang
lojas com a turística iconografia comunista, onde a fotografia de Mao, tendo já perdido o respeitoso significado, faz parte dos merchandising chinês
lojas com a turística iconografia comunista, onde a fotografia de Mao, tendo já perdido o respeitoso significado, faz parte dos merchandising chinês
loja onde sobressaem os artigos religiosos budistas, muitos de inspiração tibetana, muito populares entre os visitantes chineses que os compram mais por recordação do local do que por devoção religiosa
loja onde sobressaem os artigos religiosos budistas, muitos de inspiração tibetana, muito populares entre os visitantes chineses que os compram mais por recordação do local do que por devoção religiosa
Chá prensado e embalado em forma de discos, cujo preço varia conforme a qualidade e antiguidade do produto podendo ultrapassar as centenas de euros
Chá prensado e embalado em forma de discos, cujo preço varia conforme a qualidade e antiguidade do produto podendo ultrapassar as centenas de euros
"disco" de chá embalados em folhas de bambu
“disco” de chá embalados em folhas de bambu

População: 1200.000 habitantes (Old town e New town)

Altitude: 2400 m

Viajar de comboio pela China.. fácil, fácil

A estação de comboios de Kunming mais se parece com salas de embarque de um aeroporto, com controle de segurança das bagagens, verificação dos bilhetes, e com as suas várias portas, cada uma identificada com o numero do comboio e o destino, e onde eficientes funcionários validam os bilhetes, e a partir das quais os passageiros são directamente encaminhados para a o cais de embarque. À porta de cada uma das carruagens que compõem o comboio, encontra-se um formal funcionário, envergando uma autoritária e complexa farda de aparência militar, num gesto seco direccionam os passageiros para as respectivas carruagens.

À entrada do comboio somos recebidos pelo som de uma orquestra de música clássica, cujo tom épico evoca a chegada da cavalaria que vai crescendo de intensidade, enquanto os passageiros procuram pelo lugar e acomodam as bagagens, até atingir o auge no momento exacto em que o comboio inicia a sua marcha. Segue-se uma longa sequência de instruções ou informações, proferidas em chinês, que os passageiros parecem ignorar, absorvidos pelos vários dispositivos electrónicos, entretidos com jogos, mensagens, fotografias e conversas telefónicas, comida e bebidas.

Esta viagem, assim como a anteriormente realizada entre Kunming e Dali, ofereceu grande conforto, não só pela qualidade das carruagens como pela bom estado da via, que aparenta ser relativamente nova, oferecendo amplas estações com generosos  cais de passageiros, aparentemente sobredimensionados para a actual procura.

Entrada da estação de comboios de Kunming

Sala de embarque da estação de comboios de Kunming

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... de Kunming a Dalí

Estação de comboios de Dalí

comboio entre Kunming e Dali, numa viagem que demorou cerca de 7 horas e que por isso foi feita em carruagem-cama (hard-sleep)

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bilhete de comboio entre Kunming e Dalí, onde uma viagem de cerca de 360 km custa aproximadamente 12€ em carruagem-cama (hard sleep)

Info

For information about China trains timetable, prices and duration of the trip:

www.chinatrainguide.com

Dalí… a cidade bilhete-postal

Dalí é uma pequena cidade da região de Yunnan, que se destacou por estar localizada na rota comercial entre a China e a Birmânia e que apesar de ter perdido importância com o encerramento deste acesso soube tirar partido das suas características arquitectónicas para se tornar num local turístico, atraindo milhares de visitantes, maioritariamente chineses, que aqui vêm em excursão de um dia ou optam por ficar mais tempo atraídos pela pitoresca calma da vila.

A parte antiga de Dali concentra-se no interior de grossas mas baixas muralhas, formando um quadrado, com uma porta em cada uma das faces, orientadas segundo os pontos cardinais. Destas portas ornamentadas com elaboradas construções em madeira pintada de corres garridas e que contrasta fortemente com o cinzento das pedras que forma as muralhas, fica-se com uma ideia clara da localização privilegiada da cidade, que de um lado tem a presença maciça de uma aparentemente intransponível cadeia montanhosa, de onde escorrem pequenos riachos que atravessam a cidade, desaguando no Lago Dian (Diãn Chí) que se encontra do lado oposto.

O cinzento da pedra que serve de base à maioria das construções e a argila usada no fabrico das características telhas que uniformemente cobrem as casas de Dalí, fazem da cidade uma mancha cinzenta e baça que destoa no azul do céu que pontuado de espessas nuvens brancas emoldura quase sempre a paisagem.

As ruas principais são exclusivamente dedicadas à venda de artigos tradicionais da região, entre tecelagem e ourivesaria, produtos alimentares onde domina a carne seca e os doces à base de flores, amuletos e roupas inspirados nos trajes tradicionais dos diversos grupos étnicos e muitas lojas de chá, pelo qual a região de Yunnan é famosa.

À noite os inúmeros restaurantes enchem-se, animando as ruas com música ao vivo, ao longo das quais artesãos expõem os seus trabalhos, numa abordagem mais criativa e alternativa do artesanato da região.

Em Dalí predomina a etnia Bai, cujos trajes tradicionais são somente envergados pelas guias que conduzem grandes grupos de turistas chineses pelas ruas da cidade, em silenciosos veículos elétricos, visitando museus e templos e passeando pelas muralhas que rodeiam a parte antiga da cidade.

De Dalí fica uma turística e pitoresca cidade, calma e organizada, mas onde falta uma certa espontaneidade, respirando-se uma atmosfera de “bilhete-postal”. O pequeno mercado situado num dos cantos da muralha destoa deste ambiente oferecendo um pouco de colorido e de exotismo pela diversidade dos produtos expostos, alguns difíceis de identificar aos olhos de um ocidental pouco habituado à gastronomia chinesa.

Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Ao fim do dia, numa das maiores praças da cidade reúnem-se mulheres que ao som de musica chinesa praticam exercício que mais se assemelha a uma dança
Ao fim do dia, numa das maiores praças da cidade reúnem-se mulheres que ao som de musica chinesa praticam exercício que mais se assemelha a uma dança
ao longo de algumas das ruas, correm pequenos riachos
ao longo de algumas das ruas, correm pequenos riachos
Dalí
Dalí
Um das portas de acesso à cidade antiga de Dalí que se encontra cercada por espessas muralhas
Um das portas de acesso à cidade antiga de Dalí que se encontra cercada por espessas muralhas
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Uma das ruas principais de Dalí, totalmente dedicadas ao comércio de produtos locais pelos quais esta região da província de Yunnan é famosa, como doces feitos à base de flores, carne seca, e especialmente o chá
Uma das ruas principais de Dalí, totalmente dedicadas ao comércio de produtos locais pelos quais esta região da província de Yunnan é famosa, como doces feitos à base de flores, carne seca, e especialmente o chá
Dalí
Dalí
Dalí
Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
Mercado de Dalí
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Vendedor de doces numa das ruas principais de Dalí
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Muralha que circunda a cidade e de onde é possível ver o lago

População: 110.000 habitantes

Altitude: 1900 m

Kunming… e a vida em torno do Green Lake

Kunming, capital da província de Yunnan, respira uma atmosfera moderna e cosmopolita, de amplas avenidas, organizado tráfego, alguns espaços verdes, e que apesar dos seus pouco mais de 1 milhão de habitantes oferece-se calma e descontraída.

O chamando Green Lake domina o centro de Kunming, se é que se pode chamar centro a esta zona, pois nas modernas cidades chinesas praticamente nada resta de verdadeiramente antigo, tendo as tradicionais construções já sido substituídas por edifícios de betão que aparentam não terem mais de trinta anos, alguns já a serem demolidos para darem lugar a modernos edifícios, e com ruas de malha ortogonal, largas, de amplos passeios onde o trânsito circula ordeiramente ao ritmos de sinais luminosos.

O estado de Yunnan, que faz fronteira com o Tibete, Birmânia, Laos e Vietname e a sua população espelha bem estas influências, com a maior concentração de grupos étnicos e onde com praticamente metade da população é não-Han, sendo a etnia Han a dominante no território chinês.

Um pouco desta diversidade transparece na actividade que se observa em redor do parque formado pelo Green Lake, onde à sombra de inúmeras árvores diversos grupos se reúnem para executarem danças, formando rodas em volta de modestas colunas de som, enchendo o espaço com a côr e diversidade dos trajes tradicionais que muitos teimam em usar.

Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Park, onde pela manhã muitos dos habitantes de Kunming praticam tai-chi
Green Park, onde pela manhã muitos dos habitantes de Kunming praticam tai-chi
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Kunming
Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Green Lake, Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Guang Hua, a chamada “old street” onde os edifícios que ainda restam, com a tradicional construção em madeira, estão a ser recuperados, mas onde outros estão a ser construídos
Kunming
uma das avenidas do centro da cidade onde se concentra grande parte da actividade comercial e onde se podem encontrar as grandes marcas internacionais, em especial as que se dedicam à comercialização de vestuário
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
alunos junto a uma escola no centro de Kunming
Kunming
Kunming
Kunming
mesquita construída no estilo de arquitectura que também é comum aos templos budistas chineses, e onde os símbolos do islão se limitam ao crescente que enfeita o cimo dos telhados e a inscrições em árabe à entrada, numa cidade onde é bem visível o significativo numero de muçulmanos
Kunming
Kunming
Kunming
Os jogos de cartas são muito populares entre a população, sendo frequente encontrar grupos de jogadores nos mercados e ao longo das ruas mais pacatas da cidade

 

 

População: 1.044.000 habitantes

Altitude: 1890 m

Fronteira Lao/China… de Vientiane até Kunming

…“keep on moving” acabei de ler esta mensagem inscrita a negro sobre o fundo branco de uma t-shirt: é este o espírito dos últimos meses de viagem. Longos percursos de autocarro, comboio e barcos, muitas horas de espera em terminais de bus e estações de comboios… muitas noites passadas em autocarros. Laos, Camboja, Myanmar… e agora China. Um mês em cada país. Duas estadias em Bangkok para preparação do próximo passo: menos de uma semana em Vientiane para tratar do visto para a China… “keep on moving”!

 

Mais uma vez sou a única não-asiática; a única que fala inglês; a única tem a mochila numa bagageira cheia de sacas, pacotes, caixas e embalagens; a única incapaz de falar a língua dos restantes passageiros limitando a comunicação aos gestos e à boa vontade de quem está por perto.

Desta vez o percurso é entre Vientiane e Menglá, a primeira cidade chinesa que surge no mapa após a passagem da fronteira com o Laos.

 

O inicio da viagem não se revelou auspicioso, com o céu coberto de nuvens cinzentas que têm oferecido episódios de chuva diários que antecedem o inicio da monção, e com um mal-entendido junto do antipático funcionário da bilheteira do terminal de autocarros de Vientiane, relativamente ao preço do bilhete, superior ao que está afixado e que me obrigou a gastar os últimos kips e alguns dos yuan que já tinha adquirido para a China.

Este imprevisto fez com que ficasse sem dinheiro para as refeições durante o resto do dia, limitando-me a uma ração composta de bananas, amendoins, uns pães de massa frita que sobraram do dia anterior e umas bolachas de arroz tufado; os trocos que sobraram nem para a água chegaram, tendo recorrido à desagradável água da torneira devidamente desinfetada com pastilhas purificadoras.

 

As pesadas nuvens cinzentas e o ar quente e húmido de Vientiane deram gradualmente lugar a um céu cada vez mais luminoso, decorado com espessas nuvens de uma brancura imaculada que lhe confere um ar de irrealidade, e com as montanhas que a pouco e pouco se foram erguendo à frente da estrada, tornando-se íngreme e sinuosa, mas cada vez mais verde, de densa floresta de onde sobressaem os tufos dos bambus, com o ar cada vez mais fresco e leve.

 

A viagem em autocarro-cama, cujo facto de ter feito a viagem quase vazio, com pouco mais do que oito passageiros, ofereceu a possibilidade de ter ocupar o compartimento que é destinado a duas pessoas, proporcionado uma viagem confortável e uma agradável noite de sono que terminou com uma espera de uma hora junto ao posto fronteiriço do Laos.

Seguisse a já habitual sequência de entrada de funcionários alfandegários no autocarro, de revista de bagagens pelo exército, verificação de passaportes, carimbos e o preenchimento de documentos, que do lado chinês foi facilitado com a informatização dos serviços que permitem a leitura digital da informação constante do passaporte e a emissão electrónica do cartão de embarque. Tudo simples, rápido e eficiente.

 

À chegada a Menglá, cidade ampla e moderna mas pouco atraente, a ideia inicial de permanecer por uma noite foi substituída pela possibilidade de seguir viagem directamente para Kunming, capital da província de Yunnan.

Esta mudança de planos obrigou a uma espera de seis horas no moderno e luminoso terminal de autocarros de Menglá, onde o odor a urina vido da casa-de-banho se mistura com o cheiro dos cigarros fumados sem restrições na sala de espera, enquanto que nos ecrãs de televisão passam, em modo repetitivo, informação governamental sobre os malefícios do consumo de drogas.

 

Da paisagem do norte do Laos, dominada por montanhas de vegetação selvagem, onde nas regiões mais brandas surgem pequenas aldeias junto a tímidos compôs de arroz, passa-se para a China, onde o cenário igualmente montanhoso está coberto de árvores de borracha, geometricamente disposta ao longo das encostas, formado um monótono padrão e onde a estrada, em vez da habitual sinuosidade, desliza suavemente com viadutos a cruzar vales e túneis a trespassar montanhas.

Olá China!

 

a paisagem do norte do Laos, com um céu de azul intenso raro de encontrar por estas paragens asiáticas, que não encontrei na primeira estadia no norte do Laos, ainda sob o efeito do invernos mês de Fevereiro
a paisagem do norte do Laos, com um céu de azul intenso raro de encontrar por estas paragens asiáticas, que não encontrei na primeira estadia no norte do Laos, ainda sob o efeito do invernos mês de Fevereiro
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
bus ente Vientiane e Menglá... "refeição a bordo"
bus ente Vientiane e Menglá… “refeição a bordo”
a viagem entre Vientiane e a China foi já feita num veículo de uma companhia chinesa; dado os poucos passageiros assim como o motorista serem chineses, as paragens para descanso e para comida foram sempre feitas em restaurantes de proprietários chineses que discretamente se encontram nas estradas secundarias do norte do Laos
a viagem entre Vientiane e a China foi já feita num veículo de uma companhia chinesa; dado os poucos passageiros assim como o motorista serem chineses, as paragens para descanso e para comida foram sempre feitas em restaurantes de proprietários chineses que discretamente se encontram nas estradas secundarias do norte do Laos
Bus entre Vientiane e Menglá
Bus entre Vientiane e Menglá
um dos vários restaurantes que serviu de paragem no percurso no norte do Laos
um dos vários restaurantes que serviu de paragem no percurso no norte do Laos
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
norte do Laos, região de Oudomxay
posto fronteiriço do Laos
posto fronteiriço do Laos
posto fronteiriço da China; mais um país comunista a adicionar ao meu curriculum; depois do Vietname e do Laos, só falta visitar Cuba e a Coreia do Norte para completar o naipe dos cinco países que ainda se apelidam de comunistas
posto fronteiriço da China; mais um país comunista a adicionar ao meu curriculum; depois do Vietname e do Laos, só falta visitar Cuba e a Coreia do Norte para completar o naipe dos cinco países que ainda se apelidam de comunistas
primeira refeição chinesa que compensou a fraca ração de bananas, amendoins, pães e arroz tufado, que serviu de alimento durante as 24 horas de viagem entre Vientiane e Menglá
primeira refeição chinesa que compensou a fraca ração de bananas, amendoins, pães e arroz tufado, que serviu de alimento durante as 24 horas de viagem entre Vientiane e Menglá
Viagem em autocarro-cama entre Menglá e Kunming
Viagem em autocarro-cama entre Menglá e Kunming

 

Info (PT) Vientiane até Kunming via Meng La

O autocarro parte do Terminal Norte, localizado na Sithong Road, cerca de7 km do centro da cidade de Vientiane. No terminal situado junto ao mercado central é possível apanhar um autocarro directo, de meia em meia hora, que custa 5000 kip.

 

Kunming: 784.000 kip (aproximadamente)

Partida de Vientiane: 11.00; 14:30
(terças e sextas é autocarro-cama; nos restantes dias são lugares sentados)

Duração da viagem: 30-31 horas

 

Meng La: 351.000 kip

Partida de Vientiane: 11h (terças e sextas é autocarro-cama; nos restantes dias são lugares sentados)

Duração da viagem: 23-24 horas

 

Atenção: os preços afixados no placar do terminal de autocarros estão desactualizados; os preços actuais estão afixados junto à bilheteira numa discreta folha A4 escrita em chinês.

 

Info (EN): Vientiane to Kunming via Meng La

The bus departs from North Terminal, located in Sithong Road, about de7 km from the city center of Vientiane. In terminal located next to the Central Market you can take a direct bus every half hour, which costs 5000 kip.

 

Kunming: 784,000 kip

Vientiane Departure: 11:00; 14:30 (Tuesdays and Fridays is bus-bed and in the remaining days are seats)

Travel time: 30-31 hours

 

Meng La: 351,000 kip

Departure from Vientiane: 11pm (Tuesdays and Fridays is sleeping bus and in the remaining days are normal seats)

Travel time: 23-24 hours

 

Note: the prices displayed on the scoreboard from the bus terminal are outdated; current prices are displayed next to the box office in a discrete A4 written in Chinese

Como obter visto Chinês no Laos

Definitivamente, obter o visto para entrar na China, mesmo para turismo, não é tarefa simples, exigindo mais documentos do que é normal para a maioria dos países do sudoeste asiático e não existe a possibilidade de solicitar visto à chegada.

O visto turístico, tipo “L”, é de 30 dias; é valido por três meses a contar da data de emissão. Ficar mais do que os trinta dias dá direito a pesada multa e a um pedido formal de desculpa baseado numa boa justificação (segundo informações recolhidas na net a multa, é de 500 yuan), correndo-se o risco de ver para sempre vedada a entrada na China.

A primeira tentativa de obter o visto foi na embaixada Chinesa em Bangkok, que é tarefa que demora e exige uma boa dose de paciência; convém chegar bem cedo, pois os serviços de visto só funcionam da parte da manhã, e mesmo assim não se poupa uma espera de mais de quatro horas, numa sala apinhada de gente, e que se pode prolongar pela tarde, pois mesmo quando os serviços encerram as pessoas que se encontram no seu interior são ainda atendidas.

Mesmo tendo chegado pouco mais de meia hora depois da abertura das portas, deparei-me com uma verdadeira multidão que enchia por completo a vasta sala, tendo pela frente mais de duzentas pessoas.

Segundo informações recolhidas junto de outros turistas mais habituados a este processo, é praticamente impossível solicitar o visto de entrada na China caso não se tenha cópia do bilhete de avião, coisa que não dispunha pois o meu objectivo era entrar na China pela fronteira com o Laos. É também necessário apresentar comprovativos das reservas do alojamento durante a estadia na China.

Desisti! Seguindo alguns conselhos optei por solicitar o visto noutro local, que na Tailândia pode ser em Chiang Mai, ou em Vientiane, capital do Laos, que no meu caso se apresentava mais favorável.

O processo em Vientiane revelou-se simples e fácil, não tendo demorado mais de 10 minutos, incluindo o tempo de preenchimento do impresso de pedido de visto, no total de quatro páginas.

 

Documentos necessários para pedido do visto para a China:

  1. Passaporte válido por 6 meses;
  2. Impresso de pedido do visto (application form): é disponibilizado nos serviços da embaixada, devidamente preenchido, que para além dos dados de identificação, nome da empresa e contactos da entidade empregadora (podem ser dados falsos pois esta informação não é verificada pelos serviços consulares), deve também constar o itinerário previsto e o numero de dias; pode ser um qualquer, e convém excluir alusões a uma visita ao Tibete;
  3. Uma fotografia com fundo claro;
  4. Cópia do passaporte;
  5. Cópia do extrato bancário provando meios financeiros para suportar as despesas da estadia;
  6. Cópia do bilhete de avião: é suficiente o bilhete de ida; caso se opte por entrar na China por meios terrestres o melhor é forjar um bilhete com base noutro qualquer, alterando datas e nomes com recurso ao Photoshop ou a outro software de edição de imagem;
  7. Comprovativo das reservas de alojamentos: basta enviar uns mails para vários hotéis ou hostels a reservar quarto para as datas descritas nos impresso de pedido de visto; depois é voltar a contactar estas entidades para cancelar a reserva; caso não aceitem fazer reservas sem pagamento de uma percentagem (caso dos muitos alojamentos associados à Hostelworld), basta aproveitar o mail de resposta e editar o texto confirmando a reserva;
  8. Custo

Single Entry                                           $30

Double Entry                                          $45

Multiple Entry valid for 6 months          $60

Multiple Entry valid for 12 months        $90

Multiple Entry validfor 24 months         $90

Este valor pode ser pago em dólares ou na moeda local. Em Bangkok o pagamento é feito nos serviços da embaixada, mas em Vientiane é necessário ir ao Banco da China para fazer o pagamento, ao qual acresce um pagamento de 1000 kip para despesas bancárias.

Para cidadãos com passaporte americano o custo do visto é de 130$…. vá-se lá saber porquê!!!

  1. O visto fica disponível ao fim de 4 dias úteis.

 

Embaixada Chinesa em Vientiane, Laos (Chinese embassy in Vientiane, Laos)

Website: http://la.china-embassy.org/eng/

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Ambassador: Mr. Bu Jianguo

Address: Wat Nak Road, Sisattanak, Vientiane, Lao P.D.R (P.O.Box 898)

Office Hours: 8:00-11:30, 14:00-17:00 Monday-Friday

Tel: +856-21-315100

Fax: +856-21-315104

Email: chinaemb_la@mfa.gov.com

Consular Office

Office Hours: 9:00-11:30 Monday-Friday

Tel: +856-21-315105

 

Embaixada Chinesa em Bangkok, Tailândia (Chinese embassy in Bangkok Thailand)

Website: http://www.chinaembassy.or.th

Email: chinaemb_th@mfa.gov.cn

Ambassador: Mr. Guan Mu

Address: 57, Ratchadapisek Road, Bangkok, 10310, Thailand

Tel: +66-2-2450088, 2457043, 2457044 (direct)

Fax: +66-2-2468247

Consular Office

Office Hours: 09:00-11:30, Monday-Friday

Tel: +66-2-2457033, 2457036 (24 hour Auto Answer), 2478970 (14:00-17:00 Working Day)

Fax: +66-2-2472214

 

China Visa
China Visa

 

 

Documents required for visa application to China:

  1. Passport valid for 6 months;
  2. Visa application form: it’s available in the embassy, duly filled in, which in addition to identification data, company name and contact details of the employer (may be fake data because this information is not verified by consular services) , should also include the planned itinerary and the number of days and should be excluded allusions to a visit to Tibet ;
  3. Photograph with light background;
  4. Copy of passport
  5. Copy of flight ticket: it is enough to one-way ticket; if you choose to enter China by crossing land border, the best is to forge a ticket based on any another, changing dates and names using Photoshop or other image editing software;
  6. Copy of bank statement proving financial means to bear the expenses of the stay;
  7. Proof of booking of accommodation: just send a few emails to various hotels or hostels to book room for the dates outlined in the application form for a visa; is then re-contact these entities to cancel the reservation; if they not accept reservations without payment of a percentage (the case of many lodges associated with Hostelworld), just take the email reply and edit the text confirming the booking.
  8. Cost

Single Entry                                                  $ 30

Double Entry                                                $ 45

Multiple Entry valid for 6 months      $ 60

Multiple Entry valid for 12 months    $ 90

Multiple Entry valid for 24 months    $ 90

This amount can be paid in dollars or in local currency. In Bangkok payment is made in the embassy services, but in Vientiane is necessary to go to the Bank of China to make the payment, which adds a payment of 1,000 kip for bank charges.

For citizens with American passports the visa fee is $130.

  1. Visa becomes available after 4 days.
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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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