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Resultados de pesquisa para: Tailândia

Mekong. De Paksé até Champasak

Mais um percurso pelo Rio Mekong, a espinha dorsal deste país, como meio de transporte de pessoas e de mercadoria, alimentando as populações vizinhas de peixe, e essencialmente fornecendo a preciosa água que é fundamental para irrigar os vastos campos de arroz dos quais é retirado o principal alimento da população do Laos e que muitas serve de fronteira com a vizinha e próspera Tailândia.

Mas este é um percurso bem diferente do efectuado entre Houay Xai e a cidade de Luang Prabang, onde o rio deslizava por zonas montanhosas de encostas cobertas de vegetação tropical, verde e densa. Aqui, a planície quente e seca oferece espaço para ao rio se alargar, sem contudo abandonar a forte corrente que o arraste rumo ao sul, cada vez mais próximo da fronteira com o Vietnam.

O cultivo do arroz e a presença humana que se foi fixando ao longo do rio, foram destruindo gradualmente a original paisagem de floresta, da qual restam alguns exemplares de árvores que permanecem majestosas, mas isoladas do seu conjunto habitual, dando à paisagem um ar de desolação e abandono, para o qual também contribuem os campos de arroz ainda vazios, a vegetação seca e as estradas poeirentas de terra avermelhada.

Ao longo do percurso, desde a cidade de Paksé até à pequena povoação de Champasak, situada a cerca de 70 quilómetros a sul, o que domina é a actividade da pesca, que espalha na ampla e plana paisagem formada pelas águas, pequenos pontos formados pelos pescadores que sozinhos no seu pequeno barco de madeira, lançam ou recolhem as redes, tarefa logo iniciada ao principio da manhã.

Não existe actualmente ligação entre Paksé e Champasak regular para passageiros, sendo necessário recorrer aos barcos de turismo que por 70.000 kip (perto de 7€) efectuam estas duas horas de viagem, calma e sem história.

À passagem do barco, tanto crianças como adultos, acenam um adeus e nos saúdam com o habitual “sabai di”, de inicio com alguma descrição e timidez, mas que ao serem correspondidos pelos passageiros, se torna mais confiante e acompanhado de um largo sorriso.

Mekong junto a Paksé onde a construção de várias novas pontes financiadas por países estrangeiros terminou com o regular serviço de passageiros
Mekong junto a Paksé onde a construção de várias novas pontes financiadas por países estrangeiros terminou com o regular serviço de passageiros
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong
Mekong

Paksé: Mercado Daoheuang

Tendo em conta a sua posição geográfica e mantendo a estrutura criada aquando da colonização, Paksé mantem ainda um importante papel no comércio do Laos com os países vizinhos, nomeadamente a Tailândia, a China, o Vietnam e o Camboja. A atestar essa importância situa-se aqui o maior mercado do país, onde se pode encontrar desde produtos alimentares, os frescos e os de mercearia, roupa, telemóveis, brinquedos, detergentes e produtos de higiene, utensílios de cozinha, artigos religiosos, ferramentas, ouro…

A toda a volta e nas ruas situadas entre os vários edifícios que constituem o mercado inúmeros feirantes instalam as suas pequenas bancas e oficinas improvisadas, onde se podem comprar bilhetes de lotaria, consertar um relógio avariado, ter uma consulta astrológica, comprar sapos ou simplesmente arranjar e pintar as unhas das mãos e dos pés.

Como habitual, um dos edificios é destinado à venda de comida confeccionado e a restaurantes, que apesar de superarem em número a vintena, oferecem basicamente sopas à base de noodles e carne grelhada servida com sticky-rice. Contudo, muitas destas sopas à base de massa de arroz, apesar de à primeira vista serem em tudo semelhantes, apresentam variações quanto ao tipo de massa utilizada, e em especial em relação à carne (que pode ser cozida ou grelhada, e incluir vísceras, sangue ou carne processada) e que por vezes se pode encontrar à base de peixe oriundo do sempre presente Mekong.

Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang. Este tipo de tapetes é muito caracteristico do Laos, sendo feitos com o aproveitamento de restos de tecidos, encontrando-se em praticamente todas as casas
Paksé: Mercado Daoheuang. Este tipo de tapetes é muito caracteristico do Laos, sendo feitos com o aproveitamento de restos de tecidos, encontrando-se em praticamente todas as casas
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang
Paksé: Mercado Daoheuang. Cestas de bambu, usadas para aquecer e servir o arroz (sticky-rice). No lado esquerdo vendem-se cestas em forma cónica destinadas a cozinhar o arroz, ao vapor, sendo encaixadas no topo de panelas com água a ferver. Cozinhar o arroz é um ritual diário em cada casa e, juntamente com o cheiro da lenha queimada, enche o ar da mnhã de um aroma adocicado
Paksé: Mercado Daoheuang. Cestas de bambu, usadas para aquecer e servir o arroz (sticky-rice). No lado esquerdo vendem-se cestas em forma cónica destinadas a cozinhar o arroz, ao vapor, sendo encaixadas no topo de panelas com água a ferver. Cozinhar o arroz é um ritual diário em cada casa e, juntamente com o cheiro da lenha queimada, enche o ar da mnhã de um aroma adocicado
Paksé: Mercado Daoheuang, benda de peixe que é mantido vivo apesar do calor que ao meio da manhã já se faz sentir, à custa de baldes de água despejados sobre ele.
Paksé: Mercado Daoheuang, benda de peixe que é mantido vivo apesar do calor que ao meio da manhã já se faz sentir, à custa de baldes de água despejados sobre ele.
Paksé: Mercado Daoheuang. Ervas, raízes, chás, unguentos, bálsamos, etc... que fazem parte do métodos caseiros para resolução de problemas de saúde. O exemplo mais popular é o "Tiger Balm", aparentemente de origem chineza, que é usado para quase todas as situações, de dores ou de mal estar, e que pode ser encontrado em praticamente todos os países asiáticos, por vezes numa versão local, ligeiramente diferente do original no cheiro e na embalagem
Paksé: Mercado Daoheuang. Ervas, raízes, chás, unguentos, bálsamos, etc… que fazem parte do métodos caseiros para resolução de problemas de saúde. O exemplo mais popular é o “Tiger Balm”, aparentemente de origem chineza, que é usado para quase todas as situações, de dores ou de mal estar, e que pode ser encontrado em praticamente todos os países asiáticos, por vezes numa versão local, ligeiramente diferente do original no cheiro e na embalagem
Paksé: Mercado Daoheuang. Zona dedicada à venda de joelharia em ouro
Paksé: Mercado Daoheuang. Zona dedicada à venda de joelharia em ouro

Savannakhet

Pouco passa das quatro da tarde; altura para sair do quarto e enfrentar a diminuição do calor que abrasou e tornou praticamente desérticas as ruas da cidade de Savannakhet, situada junto ao Mekong e de frente para a Tailândia.

As poucas pessoas que se vêm nas ruas encontram-se abandonadas à preguiça e ao calor, reunindo-se em pequenos grupos junto à entrada das casas, protegendo-se do calor, ou deixando-se adormecer por trás de um balcão comercial.

Aproveitando a luz mágica do fim de tarde, é tempo para circular pela cidade e apreciar o que resta da presença francesa, para além das largas ruas orientadas ortogonalmente de amplos passeios, pouca coisa mantem da colonização, para além de uns poucos edifícios, muitos abandonadas e quase todos em mau estado de conservação, cobertos de fungos e esquecidos da sua cor original, ao contrário de Luang Prabang que soube valorizar este património tornando atração turística. Savannakhet quase nada oferece em termos de cafés, esplanadas ou restaurantes, para além dos habituais espaços destinados à população local.

Mas a noite trás mais animação com as luzes a acenderem-se e as ruas a ganharem movimentos com a circulação de motas e automóveis e com os seus habitantes a encherem restaurantes e passeios, na sua azáfama comercial, típica de um fim de tarde dos países asiáticos. Mas aos poucos este efémera animação vai-se desvanecendo, esvaziando as ruas e entregando-as novamente à quietude e ao silencia imposto pelo recolher obrigatório.

Ninguém anda a pé. Apercebi-me que eu era a única a fazê-lo juntamente com uns poucos de turistas que optam por parar nesta cidade herdeira da colonização francesa, no percursos entre Vientiane e o Sul do Laos. Praticamente toda a gente se desloca de motorizada que circulam com bastante liberdade pelas ruas da cidade, efectuado manobras e algumas transgreções de forma a levar o veículo até mesmo ao local desejado, seja em frente para junto de algum amigo que se encontrou na rua, numa loja para efectuar as compras, ou num restaurante para comprar o jantar, onde nem sequer é necessário sair da mota ou tão pouco desligá-la.

Uma cidade que fica também marcada pela feroz presença dos cães que ao contrário do que tem sucedido neste país, se mostram aqui agressivos e territoriais, em especial desde o anoitecer até ao inicio da manhã, tornando algumas caminhadas pela cidade verdadeiras provas de coragem.

Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Descarga de mercadorias no cais onde atracam os barcos que fazem a ligação entre o Laos e a Tailândia, em realção ao qual o Laos tem grande dependência em termos de importações
Descarga de mercadorias no cais onde atracam os barcos que fazem a ligação entre o Laos e a Tailândia, em realção ao qual o Laos tem grande dependência em termos de importações
Igreja católica
Igreja católica
Alguns dos edificios coloniais que restam em Savannakhet
Alguns dos edificios coloniais que restam em Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet
Savannakhet

Vientiane

Vientiane. Capital da República Popular do Laos, um dos cinco países que continua a ter um regime “socialista”, a par com a China, Cuba, Vietnam e Coreia do Norte.

Situada à beira do Mekong, de frente para a próspera Tailândia, Vientiane afirma-se discreta com os seus escassos 700 mil habitantes do total de 7 milhões que constitui a população do Laos, sendo ao mesmo tempo sedutora e viciosa.

Esta cidade, que como todas as capitais é repleta de clichés: álcool, prostitutas, lady-boys, mendigos, vendedores de ópio… tudo isto em claro contraste com a disciplina comunista que governa o país à 38 anos, impondo a força pela pobreza, num regime ditatorial onde persiste um inenarrável recolher obrigatório à meia-noite, mantido por patrulhas civis que percorrem as ruas aconselhando os resistente a recolher a casa e às respectivas guest-houses.

O que fica desta estadia em Vientiane é uma certa deambulação, sem destino e sem utilidades, pelas ruas da cidade, os cafés as esplanadas, as conversas em voltas de meses refrescadas pela cerveja e cinzeiros cheiros de pontas de cigarros. Fica um Mekong de caudal muito baixo afastando da marginal que se estende ao longo da cidade. Ficam edificios de betão, bolorentos e abandonados, conferindo à cidade uma nostalgia de um passado mais brilhante. Fica um discreto, mas sempre presente cheiro a esgoto que emana das sarjetas. Ficam largas e amplas avenidas e algo do que foi a presença francesa no Laos. Ficam as tardes tórridas que afugentam quase toda a gente das ruas e as noites mornas que convidam ao convívio.

Mais uma vez o que marca uma cidade não são os monumentos, as praças, os museus ou os templos, mas sim a atmosfera que se apreende e o ambiente que se vive.

E são também as pessoas que se conhecem, que por estes lados se resume somente a outros viajantes e turistas, que com a sua personalidade e as suas histórias nos cativam e nos influenciam, sendo por vezes responsáveis por mudanças nas nossas vidas, se bem que muitas vezes de forma involuntária e inconsciente. Mudamos muito quanto estamos sós, mas mudamos também em contacto com os outros. É uma permanente troca de energia onde o equilíbrio é difícil de manter, se é que existe alguma possibilidade de equilíbrio interior… talvez nos tenhamos que render e aceitar estas constantes mudança.

Algo do que resta das presença francesa em Vientiane
Algo do que resta das presença francesa em Vientiane
Marginal construida pelo Governo Chinês e que serve de locas de passeio pelo anoitecer, altura em que também surge um mercado de rua dedicado especialmente a roupa, tanto para o turismo como para os habitantes locais
Marginal construida pelo Governo Chinês e que serve de locas de passeio pelo anoitecer, altura em que também surge um mercado de rua dedicado especialmente a roupa, tanto para o turismo como para os habitantes locais
Laos. Comunismos. Laos. Comunismo
Laos. Comunismos. Laos. Comunismo
Vientiane: onde o brilhos dos automoveis novos se cruza com os muitos mendigos que se encontram pelas ruas e que deambulam pelos restaurantes e esplanadas
Vientiane: onde o brilhos dos automoveis novos se cruza com os muitos mendigos que se encontram pelas ruas e que deambulam pelos restaurantes e esplanadas
Vientiane
Vientiane
Mekong junto a Vientiane, onde o caudal muito baixo, resultado da época seca e das barragens existentes no seu percurso deixam a descoberto uma imensidão de areia, e onde é proibido andar depois das 10.30h da noite
Mekong junto a Vientiane, onde o caudal muito baixo, resultado da época seca e das barragens existentes no seu percurso deixam a descoberto uma imensidão de areia, e onde é proibido andar depois das 10.30h da noite
Mekong: do outro lado a Tailândia
Mekong: do outro lado a Tailândia
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane
Vientiane: um dos muitos edifícios abandonadas que se encontram um pouco por todo o centro da cidade
Vientiane
Vientiane: muitas mulheres do Laos continuam a usar as roupas tradicionais adaptadas ao gosto actual, com a saia pelo meio da perna, em tecido sedoso, conferindo um ar distinto e elegante
Vientiane: ao fundo  Arco do Triunfo, construido durante o domínio françês, numa tentativa de copiar o ambiente dos Campos Elísios
Vientiane: ao fundo Arco do Triunfo, construido durante o domínio françês, numa tentativa de copiar o ambiente dos Campos Elísios

 

Douang Deuane Guest House (DD2)

Dormitório: 30.000 kip

Quartos individuais, sem WC: 40.000 kip

Quartos duplo, sem WC: 70.000 kip

Duang Deuane Guest House
Duang Deuane Guest House
Duang Deuane Guest House
Duang Deuane Guest House

A comida no Laos

Com muitas semelhanças com a gastronomia da Tailândia e com algumas influências do Vietnam e da China, a comida tradicional do Laos é uma amostra mais modesta da dos países vizinhos, sobressaindo as sopas e os grelhados, onde domina a carne mas onde o peixe é uma presença constante, dada a proximidade com o Mekong e os outros rios que atravessam o país.

Para vegetarianos as opções são muito escassas: tirando a sopa de noodles que apesar de ser muitas vezes confecionada com caldos de carne, pode sempre ser pedida sem carne. Este foi o prato mais consumido durante a minha estadia no Laos, onde comi sopa de noodles todos os dias, pelo menos a uma das refeições, muitas das vezes como pequeno-almoço.

Existem espalhados por todas as cidades e mesmo nas pequenas povoações restaurantes que somente servem este prato, variando a qualidade do caldo, a carne que é colocada como complemento e sobretudo no tipo de noodles que é usado: podendo variar desde massa muito fina e quase transparente a tiras mais espessas e consistentes, mas sempre à base de farinha de arroz.

É acompanhada de um prato repleto de verduras cruas, como couve, alface, feijão-verde, hortelã, menta, espinafres e outros vegetais que se encontram à venda nos muitos mercados. Acrescentam-se molhos (peixe, soja, etc…) e picante que pode ser apresentado numa pasta, em pó ou usando as malaguetas, assim como pedaços de lima, postas sempre à disposição nas mesas dos restaurantes.

De uma forma geral a comida não é picante, mas nas mesas encontra-se sempre chilli, em pó ou apresentado numa pasta oleosa, que é generosamente deitado sobre a comida, podendo tornar um transparente caldo de carne numa sopa vermelha.

Para comer esta sopa à maneira do Laos, deve-se usar os paus de bambu para comer a massa e os outros ingredientes sólidos, servindo a colher que se usa na outra mão para ajudar a empurrar a comida para a oca e para consumir o caldo.

Muito popular é o lap, um prato que pode ser de carne ou de peixe, confecionado com especiarias, geralmente muito picante, servido com grande quantidade de folhas de hortelã e de menta, e que é acompanhado por arroz glutinoso (sticky-rice) e que geralmente é comido com as mãos, ao contrário das maioria dos pratos em que se usam paus de bambu.

Para além distes pratos é possível encontrar arroz salteado (fried rice), massa salteadas (fried noddles) e alguns caris, mas raramente igualando a qualidade e a sofisticação das versões destes pratos servidos na Tailândia.

Nota-se uma maior diversidade na comida servida no Norte do país em comparação com as cidades e povoações do sul, onde a oferta é mais limitada.

Quanto a doces, pouco há a dizer pois as sobremesas não fazem parte da ementa dos restaurantes tradicionais do Laos, sendo muito raro encontrar alguma pastelaria fora das zonas turísticas. Contudo, uma das “importações” da Tailândia são os vendedores de rottis que surgem com pequenas bancas e ocupam os passeios das ruas principais, oferecendo rottis recheados com banana, chocolate ou ovo, e regados com leite condensado. Curiosamente, este negócio que é bastante concorrido é dominado quase exclusivamente por indianos, muitos provenientes de Chennai, e que são também proprietários de restaurantes que um pouco por todas as cidades oferendem os típicos pratos indianos a quem já se encontra cansado de alguma monotonia que a cozinha do Laos oferece.

A melhor sopa de noodles do Laos, experimentada logo no segundo dia de estadia, na povoação fronteiriça de Huay Xai, com o requinte de servir um pequeno prato de pasta de amendoim onde tradicionalmente são mergulhadas as malaguetas ants e serem comidas
A melhor sopa de noodles do Laos, experimentada logo no segundo dia de estadia, na povoação fronteiriça de Huay Xai, com o requinte de servir um pequeno prato de pasta de amendoim onde tradicionalmente são mergulhadas as malaguetas antes e serem comidas

Stiky-rice, servido como é tradicional em potes de bambo
Stiky-rice, servido como é tradicional em potes de bambo

Sticky-rice a acompanhar um prato de vegetais salteados... uma alternativa vegetariana à tradicinal carne grelhada que acompanha este tipo de arroz
Sticky-rice a acompanhar um prato de vegetais salteados… uma alternativa vegetariana à tradicinal carne grelhada que acompanha este tipo de arroz

restaurante em Luang Prabang que somente serve sopa de noodles, aberto desde manhã bem cedo mas que encerra pouco depois da 1 hora da tarde
restaurante em Luang Prabang que somente serve sopa de noodles, aberto desde manhã bem cedo mas que encerra pouco depois da 1 hora da tarde

ingredientes para a preparação da sopa de noodles, que para além dos vegetais custuma ter pedaços de carne, por vezes sangue cozido ou visceras, que são também usadas na confecção do caldo
ingredientes para a preparação da sopa de noodles, que para além dos vegetais custuma ter pedaços de carne, por vezes sangue cozido ou visceras, que são também usadas na confecção do caldo

ingredientes para a preparação da sopa de noodles
ingredientes para a preparação da sopa de noodles

banca de rua em Vientianne que serve dsde manhã bem cedo sopa de arroz e sopa de noodles, assim como o tradicional café
banca de rua em Vientianne que serve desde manhã bem cedo sopa de arroz e sopa de noodles, assim como o tradicional café

molhos e picantes que são adicionados à comida, juntamente com sal, e açucar: uma presença constante em todas as mesas dos restaurantes tradicionais do Laos
molhos e picantes que são adicionados à comida, juntamente com sal, e açúcar: uma presença constante em todas as mesas dos restaurantes tradicionais do Laos

Muitos do condimentos usados na cozinha do Laos são de origem Tailandesa ou, como é o caso, Chineza
Muitos do condimentos usados na cozinha do Laos são de origem Tailandesa ou, como é o caso, Chinesa

O chamado Lao Coffee é uma presença constante em todo o país, encontrando-se geralmente pela manhã em banca de rua, sendo também servido em alguns cafés mais sofisticados que se podem encontrar em zonas mais turísticas e cosmopolitas, como é o caso de Luang Prabang e Vientiane. É confecionado de uma forma muito característica, numa panela metálica, que se mantém sempre ao lume com água ferver, sendo coberta por uma tampa metálica na qual se encontra um orifício, através do qual retirada água com uma concha que é vertida para um filtro de pano, de forma cónica, contendo o café em pó. Quando se ontem a quantidade suficiente de café, este é vertido para um copo, ao qual é adicionado leite condensado, açúcar e leite em pó. O café que fica no filtro é usado mais vezes, servindo para preparar vários cafés. Pode se também bebido simples, sem leite ou adoçantes, sendo a sua textura bastante densa e espessa, mas de sabor suave e pouco amargo.

O preço é de 4.000 a 5.000 kips, e pode muitas vezes ser servido acompanhado de uma espécie de pão, feito com massa frita ou até de um chá, oferecido gratuitamente.

Da presença francesa ficou o pão, em especial as baguettes, que são vendidas nas ruas e terminais de autocarros, sendo muito solicitadas pelos estrangeiros que as consomem ao pequeno-almoço ou como refeição nas longas e intermináveis viagens de autocarro, cujo custo ronda os 7.000 a 10.000 kips, menos de um euro.

Quanto ao conteúdo, nota-se claramente os ingredientes presentes na gastronomia do país, como salchichas, pedaços de carne, geralmente de porco, fígado, carne processada, pastas à base de carne de porco e alguns molhos difíceis de identificar mas que muitas vezes são picantes.

Nas zonas turísticas é possível de encontrar restaurantes com uma grande oferta de comida ocidental, sendo os preços muito mais elevados do que a comida tradicional que se encontra nos restaurante frequentados pelos habitantes locais, onde é possível fazer uma refeição por 10.000 kip, cerca de 1€.

Lao-coffee
Lao-coffee

noodles frescos vendidos nos mercados espalhados por todo o Laos, e que marcam a diferença entre as várias sopas vendidas em restaurnates, muitas das vezes contiguos uns aos outros
noodles frescos vendidos nos mercados espalhados por todo o Laos, e que marcam a diferença entre as várias sopas vendidas em restaurnates, muitas das vezes contiguos uns aos outros

snack muito popular no norte do país, feito á base de arroz cozido que depois de espalmado é mergulhando em ovo batido e grelhado no carvão
snack muito popular no norte do país, feito á base de arroz cozido que depois de espalmado é mergulhando em ovo batido e grelhado no carvão

Nam Oú River. Nong Khiaw

Após três horas de autocarro, por uma estrada poeirenta, que apesar de pavimentada se encontra em mau estado, obrigando a constantes abrandamentos dos veículos, mas que mesmo assim não são suficiente para evitar os saltos a que os ocupantes são sujeitos. O mini-autocarro preparado para nove passageiros transportou catorze, que se foram acomodando em cadeiras acrescentadas que pertenceram a um outro qualquer veículo, ou em sacos de arroz, bidões, bilhas de gás e demais mercadoria transportada tanto no interior como no topo, onde também se acomodam as mochilas dos poucos turistas que ousam efectuar viagens nos transportes públicos do Laos.

Para trás fica a bonita cidade de Luang Prabang, com o seu estilo colonial, ocidentalizada e sofisticada; pela frente encontra-se o norte do Laos, rural, pobre e pouco desenvolvido, dominado por montanhas de encostas arborizadas, que se estendem até às fronteiras com a China, Vietnam e Tailândia.

O destino é a povoação Nong Khiaw, situada na encosta do rio Nam Oú, um dos muitos afluente do Mekong. Até há poucos meses atrás era possível viajar de barco, rio acima, desde Luang Prabang, mas as obras de construção de uma barragem inviabilizam esta possibilidade, obrigando a percorrer o trajecto até Nong Khiaw por estrada, sendo possível a partir daí navegar livremente no rio, até quase ao extremo norte do país.

Ao ritmo monótono e barulhento do motor, a embarcação que nos transporta rio acima, deslizando suavemente pelas águas turvas e acastanhadas. Antes foi a habitual azáfama em Nong Kiaw, que antecede o início da viagem para acomodar carga e passageiros nos pequenos barcos que ainda utilizam este rio como principal meio de transporte, ligando povoações que se encontram dispersas pelas suas margens, algumas das quais sem acesso por estrada.

Os barcos, pequenos e de casco pouco profundo são ideias para percursos neste rios, cujas águas durante a estação seca estão de tal forma baixas que expõem os fundos rochosos, deixando a descoberto bancos de areia, que são evitados pelo olhar atento do condutor do barco que se mantem vigilante, lendo na superfície das águas, o percurso a seguir.

As encostas do vale onde se encaixa o rio são cobertas de vegetação tropical, de onde sobressaem os bambus e uma grande diversidade de árvores, cujos variados tons de verde e os diversos brilhos, formam um padrão que se mantem constante ao longo de praticamente todo o percurso, sendo interrompido nas zonas junto às povoações, onde esta floresta se encontra seriamente devastada pela presença humana, tanto em busca de espaço para a agricultura como em busca de madeira, usada como combustível, mas também vendida para a industria.

É uma vida simples e rural que se observa nas margens do rio, onde as crianças que não se encontram ocupadas com os trabalhos agrícolas ou com os búfalos, se entregam a brincadeiras junto à água, mergulhando de improvisadas jangadas, enchendo o ar de gargalhadas e transmitindo uma alegria capaz de provocar sorrisos a quem as observa.

Penhascos de pedra calcária, quase totalmente cobertos de vegetação, surgem abruptamente nas encostas do rio, criando zonas de sombra, tornando a suave brisa provocada pela deslocação do barco, numa aragem desconfortavelmente fresca, antecedendo as baixas temperaturas que se sentem no norte do país, depois do pôr do sol.

É durante estes percursos dominados pelo aparente silêncio da natureza emanado das encostas, e pelo murmúrio constante das águas, que se cria espaço para observar os nosso pensamentos, escutar as nossas emoções, refletir sobre o caminho percorrido e deixar fluir os sentimentos que nos indicam a direcção a seguir.

Nong Khiaw
Nong Khiaw: a povoação em si nada tem para oferecer do que um conjunto de alojamentos e de restaurantes que servem de apoio a quem aqui passa a noite antes de iniciar a viagem em direção a montante do Nam Oú
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Nong Khiaw
Alga recolhida no leito do rio, que depois de seca é usada para fazer vassouras
Alga recolhida no leito do rio, que depois de seca é usada para fazer vassouras
Nong Khiaw dominada pela bruma matinal, presença constante das manhãs no norte do Laos, nesta altura do ano
Nong Khiaw dominada pela bruma matinal, presença constante das manhãs no norte do Laos, nesta altura do ano
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Nam Oú
Chegada a Muang Khua, depois de mais de cinco horas de viagem pelo Nam Oú, desde Nong Khiaw
Chegada a Muang Khua, depois de mais de cinco horas de viagem pelo Nam Oú, desde Nong Khiaw

Sunrise Bungalow (Nong Khiaw)

Quarto duplo: 80.000 KIP

com WC

vista para o rio

free wi-fi

Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow
Sunrise Bungalow

Houay Xai… chegada ao Laos

Para trás fica Chiang Khong a cidade fronteiriça do norte da Tailândia; cruzando o Mekong chega-se ao Laos, mais concretamente à república Popular do Laos, país ainda sob o domínio comunista e um dos mais pobres do Sudoeste asiático.

Mais uma fronteira cruzada por meios terrestres, mas desta vez longe da penosa travessia que constituiu a passagem da Índia para o Nepal; aqui existe o que se pode verdadeiramente chamar de posto fronteiriço, moderno, imponente e eficiente.

De um lado os serviços de imigração da Tailândia, que de ar austero e olhar severo se recusaram de inicio a carimbar o meu passaporte, alegando que o visto já estava caducado, o implicaria o pagamento de uma multa, encaminhando-me para outro departamento, e fazendo demorar o processo. Esclarecido o mal entendido, e passando para os serviços de imigração do Laos, encontrei funcionários solícitos que após poucos minutos de espera me entregaram o passaporte, com o visto de trinta dias em troca dos meus 35 dólares, desejando-me entre simpáticos sorrisos uma boa estadia no Laos.

Foi um bom começo para esta estadia no Laos.

Houay Xai, não é mais do que uma pequena povoação que se estende ao longo do rio Mekong, e de onde se avista a Tailândia; sendo escassa de atractivos, Houay Xai oferece alojamento, alguns restaurantes e alguma comodidades aos turistas que aqui ficam antes de iniciarem o percursos pelo Laos, geralmente com destino à cidade de Luang Prabang.

Os dias aqui passados serviram para recuperar da viagem desde Chiang Mai e do processo de imigração, sendo passados calmamente em adaptação à nova moeda, à nova língua assim como em preparativos para a descida pelo Rio Mekong até Luang Prabang que demora dois dias num barco com condições básicas.

Mekong
Mekong. Embarcações mais pequenas que fazem a ligação entre as duas margens do rio, ligando Chiang Khong na Tailândia a Houay Xai, no Laos
Inicio do dia junto ao cais de embarque do barcos que efectuam a descida do rio rumo a Luang Prabang
Inicio do dia junto ao cais de embarque do barcos que efectuam a descida do rio rumo a Luang Prabang
arroz cozido (stick-rice) a secar ao sol que depois é frito em óleo e que constituindo um snack leve e fácil de transportar, sendo uma boa opção para as viagens longas, mas que entre os locais é consumido também às refeições.
arroz cozido (stick-rice) a secar ao sol que depois é frito em óleo e que constituindo um snack leve e fácil de transportar, sendo uma boa opção para as viagens longas, mas que entre os locais é consumido também às refeições.
parte do complexo formado pelo templo e pelo mosteiro existente no cimo da colina que domina a povoação de Houay Xai
parte do complexo formado pelo templo e pelo mosteiro existente no cimo da colina que domina a povoação de Houay Xai
Rio Mekong junto a Houay Xai, no cais destinado às pequenas embarcações que realizam a travessia do Mekong e somente pode ser utilizado para quem cruza a fronteira sem necessitar de visto, pois não dispoem de serviços de imigração
Rio Mekong junto a Houay Xai, no cais destinado às pequenas embarcações que realizam a travessia do Mekong e somente pode ser utilizado para quem cruza a fronteira sem necessitar de visto, pois não dispoem de serviços de imigração
Cais de embarque no Rio Mekong em Houay Xai
Cais de embarque no Rio Mekong em Houay Xai
pequeno almoço em Houay Xai, antes do inicio da descida do Mekong, constituído pela tradicional sopa de noodles, mas que neste restaurante local ficou marcada pela diferença, oferecendo um caldo muito mais saboroso do que o habitual (por vezes instantâneo), uma grande diversidade de vegetais que é adicionada a gosto por cada pessoa, menta, hortelã, rebentos de soja, pasta de amendoim , chilli e lima; a acompanhar um chá, tudo pela módica quantia de 15.000 kips, cerca de 1.5€.
pequeno almoço em Houay Xai, antes do inicio da descida do Mekong, constituído pela tradicional sopa de noodles, mas que neste restaurante local ficou marcada pela diferença, oferecendo um caldo muito mais saboroso do que o habitual (por vezes instantâneo), uma grande diversidade de vegetais que é adicionada a gosto por cada pessoa, menta, hortelã, rebentos de soja, pasta de amendoim , chilli e lima; a acompanhar um chá, tudo pela módica quantia de 15.000 kips, cerca de 1.5€.

Koh Jum (Koh Pú)

Véspera de lua cheia. De dia para dia o efeito produzido pela proximidade da lua é visível no mar, que todos os fins de tarde recua rumo a poente, alargando o areal e destapando as rochas que torna algumas das zonas da praia de Koh Jum pouco convidativas a mergulhos.

Por mais vezes que se veja o por do sol, parece que cada um é diferente trazendo consigo qualquer coisa de único e irrepetível: pela paisagem envolvente, pelas cores do céu, pelos reflexos no mar que aos poucos lhe vão mudando a cor, pelas nuvens que dão textura ao céu, pelos sons que vão mudando à medida que o céu escurece com o canto das aves a ser substituído pelo zumbido dos insectos, pelo ar que arrefece, pela companhia…. e acima de tudo por nós próprios, pelos sentimentos e emoções que trazemos connosco e que neste momento mágica do dia se mostram mais intensos.

Koh Jum, assim como as outras ilhas que visitei, tanto no Golfo da Tailândia como no Mar da Adamão, proporcionaram muitos momentos inesquecíveis, envoltos num manto onírico proporcionado por toda a envolvente e pela quietude dos locais… mas nem tudo é perfeito neste idílico quadro, podendo surgir inesperadamente, do meio do arvoredo que ladeia a praia, uma melodia tailandesa entoada em vozes agudas que espalhada por altifalantes nos trazem de volta à realidade e nos relembram que não estamos no paraíso mas sim numa das praias que fazem da Tailândia um destino apetecível em especial para quem quer fugir aos rigores do inverno dos países do norte.

 

Todos os dias a suave brisa que constantemente se sente traz esporadicamente consigo nuvens que deslizam calmamente no céu azul cobrindo temporariamente o sol e deixando cair grossas pingas de chuva que formam pequenas covinhas na areia, mas que são insuficientes para apagar o rasto deixado pelas pegadas dos que diariamente efectuam caminhadas ao longo do vasto areal recolhendo conchas, búzios e pedaços de coral, expostas pela descida da maré.

Os dias deslizam também suavemente, como que arrastados pela suave brisa que torna o calor intenso do sol numa amena temperatura, com a preguiça a invadir os corpos que se estendem languidamente num hammock protegidos pela sombra do arvoredo denso formado pelos coqueiros, palmeiras e demais vegetação tropical que estendem pelo areal até quase tocarem a linha de água, formando uma barreira compacta que se distingue pelos diferentes tons de verde que a cada fim de tarde vibram de intensidade com os últimos raios de sol.

A presença humana que ocupa os vários bungalow e cabanas dispostas ao longo da maior praia da ilha, apelidada entre os turistas de “Long Beach” ou de “South Beach” é escassa sendo constituída de forma heterogénea por casais, viajantes solitários e expats que aqui passam longas temporadas apreciando o ritmo calmo da natureza longe do ambiente de festas e de excessos e longe também dos sofisticados resorts que dominam muitas das ilhas do sul da Tailândia.

O local eleito para os oito dias passados em Koh Jum foi o Bo Daeng Bungalows, geridos alma e pachorrentamente pela pequena e rechonchuda Dila, que juntamente com a cozinheira fazem deste local um dos mais populares na ilha. O ambiente que aqui se vive é quase como uma família, com os hóspedes a partilharem a mesma mesa durante as refeições e a invadir a cozinha convivendo com os empregados, ajudando a levar os pratos e a limpar as mesas, podendo cada um servir-se de bebidas e fazer pedidos de comida diretamente à cozinheira, responsabilizando-se por assentar as despesas em pequenos cadernos, sendo o pagamento feito no fim da estadia.

As noites são passadas junto à fogueira acesa no estreito areal que sobra da maré-alta, olhando a magia do fogo enquanto alguém se entretém a dedilhar uma guitarra, e onde os mais pacientes se dedicam à tarefa de assar batatas nas brasas.

O mar de tão calmo torna-se de um azul leve e transparente onde se podem ver cardumes de pequenos peixes. E calma é a palavra que melhor descreve o ambiente que se vivem em Koh Jum. Durante o dia, surgem momentos em que o mundo parece parar, como se a natureza sustivesse a respiração, com o mar silencioso sem ondulação, com a ausência do vento que imobiliza os ramos das árvores, as aves calando as suas melodias e as cigarras a fazerem uma pausa no seu habitual zumbido.

Koh Jum
Koh Jum
Ilha de Koh Jum
Ilha de Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum. Bungalow da Bo Daeng, mesmo junto à praia, com as condições básicas: colchão, rede mosquiteira e hammock… nem fechadura nem cadeado!
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum
Koh Jum

Existem duas formas de acesso à Ilha de Koh Jum:

  • Apanhando o barco no cais da cidade de Krabi com destino a Koh Lanta e que deixa os passageiros perto da praia, sendo depois necessário fazer o transbordo para pequenos barcos a motor que deixam os passageiros no areal (400 baht)
  • Apanhando o barco em Laem Kruat, povoação a cerca de 30 minutos a Sul de Krabi, que deixa os passageiros no cais situado no lado poente de Koh Jum; depois é necessário apanhar um moto-taxi até ao alojamento pretendido (bus 50 bahts, barco 70 bahts, moto-táxi 50 bahts)

Bo Daeng Bungalows

Long beach, Ko Jum

Telef: 66814948760

Bungalow: o mais básico 150 baht (casa de banho partilhada)

Café, chá e leite à descrição

Não tem wi-fi

A eletricidade é somente com recurso a um gerador que funciona entre as 19h e as 23h.

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Sou a Catarina, uma viajante de Lisboa, Portugal… ou melhor, uma mochileira com uma máquina fotográfica!

Cada palavra e foto aqui presente provém da minha própria viagem — os locais onde fiquei, as refeições que apreciei e os roteiros que percorri. Viajo de forma independente e partilho tudo sem patrocinadores ou anúncios, por isso o que lê é real e sem filtros.

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